Na Série Jazz+ a orquestra convida cantora holandesa Josee Koning para homenagem a Chico Buarque.
SERVIÇO
Jazz Sinfônica – Jazz + Josee Koning
Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 2 do Parque Ibirapuera
Data e horário: Sexta e sábado (26 e 27.08), às 21h.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)
Bilheteria: 3629-1075
Jazz Sinfônica – Série JAZZ jazz – Thad Jones
SESC Pinheiros – Teatro Paulo Autran
Rua Paes Leme, 195
Tel.: 11 3095 9400Data: quarta-feira (31.08), às 21h.
Ingresso: R$ 16,00 (inteira); R$ 8,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino), R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes), à venda nas bilheterias do SESC
Horário de funcionamento da Bilheteria: Terça a sexta das 10h às 21h30. Sábados das 10h às 21h30, domingos e feriados das 10h às 18h30.
ESTACIONAMENTO COM MANOBRISTA (VAGAS LIMITADAS): Veículos, motos e bicicletas.
Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h
(Horários especiais para a programação do teatro)
Taxas: Matriculados no SESC: R$ 6,00 nas três primeiras horas e R$ 1,00 a cada hora adicional;
Não matriculados no SESC: R$ 8,00 nas três primeiras horas e R$ 2,00 a cada hora adicional;
Para atividades no Teatro, preço único: R$ 6,00;
Para informações sobre outras programações www.sescsp.org.br
Jazz Sinfônica – Jazz + Josee Koning canta Chico Buarque
Com regência de Fábio Prado, a Jazz Sinfônica homenageia Chico Buarque de Hollanda e apresenta a produção do artista para o teatro, balé e cinema, com destaque para a peça Calabar: O Elogio da Traição. As canções ganham arranjos sinfônicos e interpretação da holandesa Josee Koning, cantora dedicada à música brasileira. A realização é do Governo do Estado de São Paulo, com produção da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte.
“Chegou a hora de homenagearmos o Chico, um dos grandes compositores da MBP, com uma produção muito marcante”, afirma o maestro Fábio Prado. “O concerto também é um encontro entre a Holanda e o Brasil, com Josee cantando Calabar, que se passa no começo do século XVII, quando os holandeses tomaram Pernambuco”.
Escrita por Chico e Ruy Guerra em 1972 e 1973, durante a ditadura militar, Calabar aborda a questão da lealdade e da traição, numa clara alusão à conjuntura política do período. Entre as canções do concerto estão Ana de Amsterdam, Tira as Mãos de Mim, Bárbara, Tatuagem, Não Existe Pecado ao Sul do Equador e Cala a Boca, Bárbara.
No programa também estão Gota d’Água; O Meu Amor, da Ópera do Malandro; O que será, do filme Dona Flor e seus dois Maridos, e Valsa Brasileira, composta com Edu Lobo para o balé Dança da Meia-Lua, além de Bye Bye Brasil, parceria de Chico com Roberto Menescal; Olha Maria, composta com Tom Jobim, e um medley de Rafael dos Santos, com canções como Retrato em Banco e Preto, Noite da Cidade e Samba do Grande Amor. A Jazz ainda abre o concerto com Toada, composição de Cyro Pereira.
Josee Koning
Após estudo no conservatório de Amsterdam, a holandesa Josee Koning aprofundou-se na música e cultura brasileira. Integrou o grupo Batida, com o qual gravou três CDs, de 1980 a 1992. A partir de 1992, passa a ser também conhecida por suas turnês e álbuns solos como Tribute to Antonio Carlos Jobim; Josee Koning e Grupo, live at Nick Vollebregt’s café; Dois Mundos; Recorded in Rio; Verdronken Vlinder; e Bem Brasileiro. Integra o projeto Who’s the Bossa?, formado por seis músicos de três países, que se apresentam nas mais importantes casas de jazz da Europa.
Jazz Sinfônica
Desde sua criação em 1990, a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo se propõe a dar um tratamento sinfônico à música popular brasileira e universal. Com uma formação singular, une a orquestra nos moldes eruditos a uma big-band de jazz. Cyro Pereira, fundador da orquestra, transpôs melodias populares de compositores como Luiz Gonzaga, Tom Jobim ou Pixinguinha para a grandiosidade do som sinfônico e criou o repertório fundamental da orquestra.
Posteriormente, a Jazz formou uma equipe de orquestradores de excelência, que trabalham diariamente para a formação do repertório. A lista de músicos brasileiros e internacionais que já dividiu o palco com a Jazz Sinfônica é imensa. Entre eles estão Tom Jobim, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gal Costa, Edu Lobo, João Bosco, Ivan Lins, Dori e Danilo Caymmi, Paulinho da Viola, João Donato, Hermeto Paschoal, Egberto Gismonti, Zélia Duncan, Lenine, Maria Rita e Daniela Mercury. Dentre os muitos intérpretes e compositores internacionais estão John Pizzarelli, Turtle Island String Quartet, Richard Galliano, Dee Dee Bridgewater, Gonçalo Rubalcalba, Paquito d’Rivera e Ray Lema.
Jazz Sinfônica faz tributo a Thad Jones
A Jazz Sinfônica sobe ao palco do Teatro Paulo Autran, no SESC Pinheiros, para concerto da série JAZZ jazz. O tema da apresentação será a obra do compositor, trompetista e grande bandleader norte-americano Thad Jones. Iniciada em 2010, a JAZZ jazz, dedicada sempre aos maiores compositores e instrumentistas do jazz norte-americano, é realizada pelo Governo do Estado de São Paulo e tem produção da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, em parceria com o SESC São Paulo.
“A ideia da série é explorar o jazz, oferecendo uma opção ao público amante do gênero em São Paulo. Esse concerto homenageia o grande bandleader Thad Jones, que tem uma música sofisticada, com sonoridade própria, sempre densa, mas muito melódica, que vai encantar a plateia”, afirma o maestro Fábio Prado.
No programa do concerto estão músicas como US, Mean what you say, A Child is Born, The Farewell e Big Dipper. Os arranjos são de Nelson Ayres, Laércio de Freitas e Fernando Correa e muitos do próprio Jones. A série JAZZ jazz tem outras três apresentações agendadas até novembro, sempre no SESC Pinheiros.
Thad Jones
Considerado um dos músicos e compositores de primeira grandeza do jazz moderno, nasceu em Pontiac, Michigan, em uma família de músicos. Em 1965 formou, com o baterista Mel Lewis, a Thad Jones & Mel Lewis Orchestra, uma das mais originais e respeitadas big bands, com a qual ganhou o Grammy, em 1978, com o álbum Live in Munich. Em 1978, mudou-se para Copenhague, na Dinamarca, onde formou a big band Eclipse. Em 1985, voltou para os Estados Unidos como líder da Basie Orchestra.
enviando...


