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Escrito por movimento.com em 25 jun 2012 nas áreas Lateral, Música sinfônica, Programação, Rio de Janeiro

O mês começa muito bem com a OPES no Festival de Campos de Jordão. Outro destaque é Antônio Menezes.

FESTIVAL DE CAMPOS DO JORDÃO

 

SERVIÇO
Auditório Cláudio Santoro

Dia 5 de julho – quinta-feira – 21h.

 

PROGRAMA

João Guilherme Ripper
Ópera “Piedade” – em 4 cenas
- Paula Almerares, soprano
- Homero Velho, barítono
- Marcos Paulo, tenor
- Paulo Pedrassoli Jr., violão
- Direção cênica de André Heller-Lopes
- Regência de Isaac Karabtchevsky

 

A ópera “Piedade”, composta em 2011, terá sua 1ª. audição em São Paulo, comemorando a efeméride dos 110 anos de lançamento do livro “Os sertões”, de Euclides da Cunha, e será apresentada como concerto cênico:

- Cena 1: Euclides escreve “Os sertões”
- Cena 2: Anna e Dilermando
- Cena 3: Euclides e Dilermando no porto
- Cena 4: A tragédia

Ano da composição: 2011

 

MESTRE ATHAYDE VI

 

SERVIÇO

Outeiro da Glória

Dia 22 de julho – domingo – às 16h.

Entrada Gratuita

 

CYBERCONCERTO
Quinteto de Sopros da Orquestra Petrobras Sinfônica

 

PROGRAMA

Paul Taffanel (1844-1908)
Quintette pour Instruments à Vent (1876)
- Allegro con moto
- Andante
- Vivace

Jacques Ibert (1890-1962)
Trois Pièces Breves
- Allegro
- Andante
- Assez Lent – Allegro Scherzando

Eugène Bozza (1905-1991)
Scherzo (1944)

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Melodia Sentimental
- Transcrição para quinteto de sopros: Marcelo Bomfim

Osvaldo Lacerda (1927-2011)
Variações e Fuga (1962)

Júlio Medaglia (1938)
Suíte “A Belle-Époque na América do Sul” (1994-1997)
- El Porsche Negro
- Valsa Paulista
- Requinta Maluca

Júlio Medaglia (1938)
Piccolo Andante

 


OPES RECEBE O VIOLONCELISTA ANTÔNIO MENEZES

 

SERVIÇO

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano, s/nº, Centro, Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2332-9191 ou (21) 2332- 9238

Dia 13 de julho (sexta-feira), às 20h.

Ingressos: R$ 96,00 (plateia e balcão nobre); R$ 50,00 (balcão superior); R$ 20,00 (galeria)
Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.
Ingressos à venda na bilheteria ou em www.ingresso.com.br

 

A Orquestra Petrobras Sinfônica dá continuidade à sua Temporada 2012 e apresenta o terceiro concerto da série Djanira. Sob regência de Isaac Karabtchevsky, a orquestra receberá Antônio Meneses, o maior nome do violoncelo do Brasil.

 

PROGRAMA

Jacques Ibert (Homenagem aos 50 anos de sua morte)
Divertissement

Camille Saint-Saëns
Concerto n°1 para violoncelo e orquestra, Op. 33
- Solistas: Antônio Menezes – cello

Richard Strauss
Don Quixote, Op. 35
- Solistas: Antônio Menezes – cello
João Carlos Ferreira – viola

 

OS ARTISTAS

Antônio Meneses

Nasceu em 1957 em Recife no seio de uma família de músicos (o seu pai era 1º Trompa da Orquestra do Theatro Municipal do Rio). Começou a estudar violoncelo aos 10 anos. Aos 16 anos, conheceu o famoso violoncelista italiano Antonio Janigro, que o convidou a frequentar as suas aulas em Düsseldorf e mais tarde em Stuttgart. Em 1977, ganhou o 1º Prêmio no ARD Concurso Internacional de Munique e em 1982 o 1º Prêmio e Medalha de Ouro no Concurso Tchaikovsky, em Moscou.

Apresenta-se regularmente com as mais importantes orquestras do mundo, como a Filarmônica de Berlim e a Sinfônica da BBC. Realizou duas gravações para a Deutsche Grammophon, com Herbert von Karajan e a Orquestra Filarmônica de Berlim – Duplo Concerto para Violino e Violoncelo de Brahms, com Anne Sophie Mutter; e Don Quixote de Richard Strauss.

 

João Carlos Ferreira

Natural de Juiz de Fora, MG, foi aluno de Nélson Nilo Hack, André Pires e Bernardo Bessler. Como membro do Quarteto Radamés Gnattali fez turnê nos EUA, participou de Bienais de Música Contemporânea e recebeu o Prêmio Rumos Itaú Cultural. Destacam-se as gravações do CD ”Quadro Brasil” pelo selo Rádio MEC, além do DVD Rumos Itaú Cultural 2007-2009. Foi violinista da OSB entre 2004 e 2008, quando então se transferiu para a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, onde ocupa a posição de chefe de naipe de viola.

 

Isaac Karabtchevsky

É Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro desde 2004. Em 2009, foi considerado pelo jornal inglês The Guardian um dos ícones vivos do Brasil. Karabtchevsky foi o primeiro artista brasileiro a receber, do governo da Áustria, a comenda Grande Mérito à Cultura e a comenda internacional de Chevalier des Arts et des Lettres do governo francês. Entre 2004 e 2009, também atuou como diretor artístico da Orchestre National des Pays de la Loire (ONPL), na França.

De 1969 a 1996, dirigiu a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). O maestro esteve diante de importantes orquestras por todo o mundo e também foi diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Entre 1988 e 1994, atuou como diretor artístico da Orquestra Tonkünstler de Viena. Desde 2000, dirige anualmente na Itália, no Musica Riva Festival, masterclasses para regentes do mundo inteiro.

Na Mostra Internacional de Música de Olinda (MIMO), ele realiza gratuitamente o mesmo curso com enorme sucesso. Ao lado de Roberto Marinho e Péricles de Barros, foi o criador do Projeto Aquarius, o maior movimento de popularização da música clássica no Brasil. Em 2011 assumiu a direção artística do Instituto Baccarelli, uma instituição única no Brasil, formada na maior comunidade carente de São Paulo e que conta com 4 orquestras sinfônicas, entre elas a Orquestra de Heliópolis,  e 17 corais.

 

Orquestra Petrobras Sinfônica

http://www.petrobrasinfonica.com.br

Completando 40 anos em 2012, a OPES se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

A orquestra realiza a maior parte de sua temporada no Rio de Janeiro com suas séries tradicionais que homenageiam grandes nomes da pintura brasileira: Djanira e Portinari; além das séries Mestre Athayde, com concertos gratuitos nas igrejas do Rio, da Série Metrônomo, que apresenta concertos didáticos para alunos da rede pública, e muitas outras.

 

OUTRAS INFORMAÇÕES
Modelo de gestão

A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

 

Sustentabilidade

Desde 2009, a emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) gerada pelos espetáculos da Orquestra Petrobras Sinfônica é quantificada e neutralizada por meio do plantio e manutenção de árvores nas áreas rurais do Estado do Rio.

 

Sobre a PETROBRAS

A Petrobras patrocina a Orquestra Petrobras Sinfônica há 25 anos. A principal frente de atuação do patrocínio cultural da companhia é o Petrobras Cultural. Criado em 2003, é o maior programa de patrocínio cultural já lançado no país. A Petrobras busca contribuir para o fortalecimento das oportunidades de criação, produção, difusão e fruição da cultura brasileira, para a ampliação do acesso dos cidadãos aos bens culturais e para a formação de novas plateias.

 

Outros Apoios e Patrocínios

A Petrobras Sinfônica conta ainda com os patrocínios de: Akzo Nobel e Deloitte. E com os apoios culturais de: Avianca, Porto Bay Hotels e Radio MEC FM.

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