Quase tendo parado no ano passado por falta de verbas, o projeto acabou recebendo ajuda do outro lado do mundo: da China
Como diz Carlos Prazeres, há muitas outras favelas que têm recebido ajuda com UPP e outros benefícios, o que não está ocorrendo na favela da Maré que, tanto quanto as outras, também tem suas necessidades.
A maior empresa de eletricidade da China acabou entrando na parceria e a Orquestra da Maré recebeu a visita de representantes da empresa que ficaram muito bem impressionados com a desenvoltura dos alunos. Não é nada fácil montar uma orquestra do nada e, ainda mais, quando se trata de música clássica.
Vejam as notícias que colocaram a orquestra no noticiário. Bem que empresas brasileiras podiam investir um pouco em cultura, especialmente neste nicho que tem tantas necessidades.
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