Escrito por em 13 mar 2013 nas áreas Cinema, Lateral, Música sinfônica, Programação, Rio de Janeiro

Dia 23 de março, em duas sessões com programas distintos, às 14 horas e às 16 horas, no cinema CCJF.

SERVIÇO

 

Cine Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco,241
Fone: 21 3261 2550 e 3261-2565 (bilheteria)

www.ccjf.trf2.gov.br

Dia 23 de março, às 14h. e às 16h. (programas distintos)

Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), para idosos e estudantes.

Programa livre para todas as idades

 

Com produção, curadoria e comentários de Saulo Chermont, a programação traz dois concertos online de dois dos mais importantes conjuntos instrumentais franceses, a Orquestra de Paris e a Orquestra Filarmônica da Radio France, diretamente da célebre Salle Pleyel, em Paris, uma das melhores salas da Europa.

Regidos por Herbert Blomstedt e Shi-Yeon Sung, os concertos celebram alguns dos mais emblemáticos compositores do período romântico, como os alemães Carl Maria von Weber e Robert Schumann, o russo Piotr I. Tchaikovsky e o francês Hector Berlioz, além do mestre do classicismo alemão, Ludwig van cheap quality viagra forum Beethoven.

De Weber, ouviremos a Abertura da ópera Der Freischütz (O Franco-Atirador), que teve sua première em 1821, em Berlim, marcando o nascimento da ópera romântica alemã e influenciando profundamente a obra de Richard Wagner. Inspirado em uma lenda folclórica alemã, o libretto de Friedrich Kind conta a história de amor do caçador Max pela camponesa Agathe, cujo casamento somente poderia ser consumado após a sua vitória em uma prova de tiro. Forças sobrenaturais onipresentes, sonhos premonitórios, balas enfeitiçadas e traição completam a trama da ópera, que a abertura antecipa através de seus temas musicais principais.

O violoncelista norueguês Truls Mork é o solista do Concerto para Violoncelo e Orquestra, composto em apenas duas semanas por Schumann, mas nunca executado durante a sua vida. A estreia em Leipzig, em 1860, celebrou o cinquentenário de seu compositor. Dividido em três movimentos sem interrupção, a obra explora as múltiplas possibilidades expressivas do violoncelo, sem dar espaço ao virtuosismo gratuito, integrando-o ao tecido orquestral em um diálogo inaudito até então.

A abertura-fantasia Romeu e Julieta, de Tchaikovsky, é representativa de uma das características mais marcantes do estilo romântico: a música programática. Inspirada na tragédia homônima de Shakespeare e concebida na forma sonata, a abertura apresenta três temas que representam os elementos principais do drama: o amor dos protagonistas, identificados pelos timbres do corne inglês e das flautas, a rivalidade entre suas famílias e a figura capital do Frei Lourenço. A versão definitiva da obra, construída a partir de duas anteriores, data de 1880.

Das várias aberturas de concerto compostas pelo gigante do romantismo francês, Hector Berlioz, Le Corsaire (O Corsário) é uma das mais destacadas e apreciadas. Inicialmente executada sob o título La Tour de Nice, a peça foi composta na cidade homônima em agosto de 1844. Em performances posteriores, o título foi modificado para Le Corsaire Rouge e para o definitivo, sugerindo a inspiração programática, característica essencial da música de Berlioz, em obras de James Fenimore Cooper e Lord Byron.

No segundo programa, integralmente dedicado a Beethoven, ouviremos o seu Concerto para Piano e Orquestra no.1, em Dó Maior, interpretado pelo pianista alemão Lars Vogt, a sua Sinfonia de no.3, a célebre Eroica, e a mais famosa de suas aberturas Leonore, a de no.2.

Composto entre 1796 e 1797, o primeiro concerto para piano é, na verdade, o seu terceiro (porém, o que foi publicado antes). Dividido nos três movimentos clássicos – Allegro com brio, Largo e Rondo – demonstra como o gênio de Bonn assimilou o estilo de Haydn e Mozart e imprimiu a sua marca pessoal, especialmente nas texturas harmônicas.

A Terceira Sinfonia, opus 55, marca o início de uma nova fase na produção de Beethoven, com obras de profundidade emocional e envergadura estrutural sem precedentes que mudariam definitivamente o curso da história da música. Completada em 1804 e dividida em quatro movimentos, a Eroica seria originalmente dedicada a Napoleão Bonaparte, cujos ideais revolucionários Beethoven admirava. Ao sabê-lo proclamado Imperador, o compositor decepcionado modificou a dedicatória, publicada em 1806 como “sinfonia heroica, composta para celebrar a memória de um grande homem”.

Texto de autoria do professor universitário e crítico musical Rodolfo Valverde.

 

Participação surpresa

A produção dos Desafios Musicais convidou o nosso conhecido Maestro Ricardo Rocha, diretor musical e regente titular da Cia. Bachiana Brasileira, para fazer a apresentação e palestra no programa Beethoven, na 2ª sessão, que terá início às 16 h. O CCJF e Saulo Chermont, ficam bastante agradecidos por essa participação surpresa, aproveitando uma rara oportunidade de contar com a presença do nosso amigo Ricardo Rocha, profundo conhecedor, com a vivência de muitos anos na Alemanha, de van Beethoven.”

 

Como prévia do que assistiremos, seguem dois vídeos do canal YouTube:


 

 

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