Escrito por em 24 out 2016 nas áreas Crítica, Lateral, Ópera, Rio de Janeiro

Mesmo com muitas imperfeiA�A�es, montagem de Os Prazeres de Versalhes A� prova de quem quer, faz. purchase tadapox side

 

Para a maioria das pessoas, vencer na profissA?o nA?o A� fA?cil a�� seja em design, medicina, contabilidade ou nas artes lA�ricas. Mas quem quer conquistar um lugar ao sol tem de batalhar a�� e A� exatamente isso que fazem os artistas responsA?veis pela montagem de Os Prazeres de Versalhes, de Marc-Antoine Charpentier, encenada no palco do Teatro Maison de France, no Rio de Janeiro, nos dias 19 e 26 de outubro.

Esse tipo de obra a�� o Purchase divertissement a��, composta por Charpentier na A�poca em que era o compositor do filho de Luis 14, era praxe nas cortes francesas, com danA�as e balA�s, e era conhecida como les appartements du Roi a�� isto A�, composiA�A�es apresentadas para a inauguraA�A?o de dependA?ncias reais. Dentro de mais de 600 obras do gA?nero, Os Prazeres de Versalhes Purchase figura entre as poucas que sobreviveram graA�as A� sua escrita leve e contrapontista, agradando certeiramente a nobreza francesa do sA�culo 16.

A produA�A?o desta montagem foi feita em conjunto por Violeta LA�rica e Opera Atelier Artists, e teve direA�A?o musical e regA?ncia de Vitor Philomeno, e direA�A?o cA?nica de LA�gia Tourinho.

Ao abrir o pano, sobe ao palco um grupo de cA?mara, formado por Her Agapito (violino 1), AngA�lica Alves Purchase purchase doxazosin mesyl Cheap (violino 2), Nora Fortunato (violoncelo) e pelo prA?prio Philomeno fazendo a linha do contA�nuo. JA? na breve Abertura, uma das cordas demonstrou perceptA�vel desafinaA�A?o, ainda que a mA?sica tenha sido tocada com respeito ao estilo.

No palco nu, forrado apenas com um tecido vermelho, entraram os personagens da intriga: a MA?sica (interpretada pela soprano MarA�lia Zangrandi), a ConversaA�A?o (a soprano Marina Cyrino, tambA�m produtora), Comus, o deus da Festa (barA�tono FlA?vio Lauria) e o Jogo (tenor Felipe Moreira). A soprano online Fernanda Conde viveu Um Prazer e integrou o coro ao lado de Julia RequiA?o.

As protagonistas MarA�lia Zangrandi e Marina Cyrino tA?m ambas belas vozes, de timbre agradA?vel e A?tima tA�cnica, e ainda sA?o cenicamente desenvoltas (com destaque para a entrega de Marina A� proposta de sua personagem). O barA�tono FlA?vio Lauria tambA�m responde A� altura das demandas da partitura. A cena Venez, dieu des festins, A� divertida.

MarA�lia Zangrandi. FlA?vio Lauria e Marina Cyrino

MarA�lia Zangrandi. FlA?vio Lauria e Marina Cyrino

 

Os demais cantores, infelizmente, deixaram a desejar. A voz do tenor Felipe Moreira parecia pouco educada e nA?o apresentou resultado satisfatA?rio, liricamente, em suas pequenas intervenA�A�es. O mesmo ocorreu com a voz da soprano Fernanda Conde, que parecia ter ainda grande carA?ncia de tA�cnica. Em conjunto, no coro, formaram grupo de pouco entrosamento e harmonia.

A direA�A?o cA?nica de LA�gia Tourinho apenas movimentava os cantores de um lado para o outro, e sua soluA�A?o mais criativa foi a transformaA�A?o do tecido vermelho em tA?nica para a MA?sica. Em contrapartida, a luz de Tabatta Martins mostrou-se agradA?vel e causou bonito efeito. A anunciada vA�deo-arte de Marc Kraus, se houve, nA?o foi perceptA�vel na primeira rA�cita.

Mesmo com mais imperfeiA�A�es que acertos, o maior mA�rito da montagem de Os Prazeres de Versalhes nA?o residiu em suas A?timas protagonistas, mas, sim, na bravura desses jovens artistas, que nA?o se escondem na escuridA?o. VA?o A� luta e mostram a cara, em busca de um lugar ao sol. SA? essa corajosa atitude jA? merece aplausos.

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