Escrito por em 16 mar 2017 nas áreas Música sinfônica, Programação, Rio de Janeiro

Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro apresenta-se com Geoffrey Fouvry (fagote) e Rafael Castro Barros (regência e piano).

 

A Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, recebe, no dia 17 de março, às 20 horas, dentro da série Sala Orquestras, a Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (OSRJ), com Geoffrey Fouvry (fagote) e Rafael Castro Barros (regência e piano).

No programa, um tributo à música clássica brasileira e suas influências, além de uma peça inédita. Os 250 anos de José Maurício Nunes Garcia serão lembrados com sua Abertura em ré; os 130 anos de Villa-Lobos, com o seu Mandu-Çarará, em arranjo de Wagner Tiso especialmente para a OSRJ, além de sua Ciranda das sete notas, tendo ao fagote o francês Fouvry, formado no Conservatório de Lyon e membro da OSRJ. Maurice Ravel, compositor francês que influenciou a obra de Villa-Lobos e Tom Jobim, é o autor de outra peça da noite, Pavane pour une enfante défunte.

Abrindo as comemorações pelos 90 anos de Tom Jobim na cena clássica do Rio de Janeiro, a OSRJ traz a estreia da obra Um Tom de saudade, composta por seu maestro Rafael Barros Castro. Os novos ventos da música clássica brasileira se fazem representar pelo compositor contemporâneo carioca Alexandre Schubert e sua peça Em Tempo, escrita especialmente para a OSRJ.

 

Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro

Fundada em setembro de 2005, a OSRJ é uma orquestra de câmara formada por músicos atuantes no cenário camerístico e sinfônico. Com uma formação instrumental original e versátil, a OSRJ contempla um abrangente repertório de obras clássicas e populares. Em seu histórico constam importantes produções e realizações: a estreia brasileira da obra Sete fábulas de La Fontaine, do compositor catalão Xavier Bengerel; a estreia carioca da cantata Colóquio, de Camargo Guarnieri; a gravação de trilhas sonoras para filmes e participação em gravação de artistas nacionais, entre outros feitos.

Integrantes: Fábio Peixoto (violino I / spalla), Leonardo Fantini (violino II), Bernardo Fantini (viola), João Bustamante (violoncelo), Cláudio Alves (contrabaixo), Rubem Schuenck (flauta), Jeferson Nery (oboé), Márcio Costa (clarineta/clarone), Levi Chaves (saxofones), Geoffrey Fouvry (fagote), Eliézer Conrado (trompa I), Genilson Marques (trompa II), Gilson Santos (trompete/flugelhorn), Elber Ramos (trombone), Luciana Fantini (piano), Suzana Sanches (harpa) e Philipe Davis (percussão).

 

O maestro

Rafael Barros Castro formou-se bacharel em regência orquestral na UniRio com Ricardo Tacuchian. Sob a orientação do maestro eslavo Anton Nanut recebeu valiosas instruções sobre regência orquestral e repertório. Como pianista camerista, foi premiado no Concurso de Música de Câmara de Curitiba em 2002, com o duo de violão e piano Dassié-Castro. Além de atuar frente à OSRJ como maestro e diretor artístico, Rafael é também compositor, arranjador e pianista.

 

PROGRAMA:

José Maurício Nunes Garcia
Abertura em ré maior

Maurice Ravel
Pavane pour une enfante défunte

Heitor Villa-Lobos
Ciranda das sete notas | Mandu-Çarará

Alexandre Schubert
Em Tempo

Rafael Barros Castro
Um Tom de Saudade

 

Foto: Renato Mangolin

 

SERVIÇO:

 

Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro

Geoffrey Fouvry, fagote

Rafael Barros Castro, piano e regência

 

17 de março, sexta-feira, às 20h

Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47, Centro – Rio de Janeiro. Tels.: 21 2332-9223 e 2332-9224)

 

Ingressos: R$ 40, com meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos, e R$ 2 para estudantes de música, mediante apresentação da carteirinha

 

Faça seu comentário