Escrito por em 19 abr 2017 nas áreas Festival, Programação, São Paulo

Harpistas com influências da Argentina, Índia, Itália, Japão e Brasil

De 26 a 30 de abril, quarta-feira a domingo, o Centro Cultural Banco do Brasil SP apresenta o II SPHarpFestival – Festival Internacional de Harpas com vários números musicais durante o dia e um total de 15 apresentações de música popular, folclórica e erudita. Os eventos acontecem no teatro com entrada franca. Serão vários tipos de harpas: clássica, tripla, koto (japonesa), paraguaia, céltica, santoor (indiana), ngoni, elétrica, yassi e miniharpa.

Entre os destaques internacionais está o Duo Arphangeli com harpa céltica e voz, da Itália. O grupo pesquisa música celta antiga. E dois argentinos: Athy na Harpa elétrica interpretando world harp music, uma mistura de música erudita com a dramaticidade do tango, a medievalidade da música celta, a dissonância da música árabe, a criatividade do jazz e as batidas ritmadas da música eletrônica. Cheio de tatuagens, piercings, arquétipo em uma estética de filmes do Tim Burton, Athy brinca com sua harpa amarrado ao corpo como uma guitarra elétrica original e inovadora. E Dario Andino que toca MPB.

Com influência japonesa, o Trio Kagurazaka é formado por Shen Ribeiro que toca flauta shakuhachi, Tamie Kitahara que toca koto e shamisen, tradicionais instrumentos de cordas do Japão, e Gabriel Levy no acordeom. Tamie Kitahara é japonesa, migrou para o Brasil em 1955. Em 1987, Shen Ribeiro foi morar por vários anos no Japão, onde estudou shakuhachi, instrumento de sopro oriental que vai tocar na apresentação.

O grupo Calidoscopium interpreta um encontro multifacetado entre a música erudita e o rock. Os músicos são Tatiana Henna na harpa, Alan Kaminska no baixo, André Mietto no teclado e Doug Almeida, guitarra. Vanja Ferreira é graduada em Harpa há UFRJ e fará apresentação com a flautista Lourdes Carvalho.

Marcelo Penido tem mestrado e doutorado em harpa nos Estados Unidos. Ele participou da trilha sonora das novelas “Os Dez Mandamentos” e “O Rico e Lázaro” e foi harpista da OSESP. Aline Dríade tem um trabalho com música folclórica.

Nando Araújo Trio toca harpa céltica, viola caipira e rabeca. O grupo interpreta músicas renascentistas e medievais, obras autorais e releituras de canções dos Beatles com arranjos para o seu quarteto, tais como: Eleanor Rigby, Norwegian Wood, All You Need Is Love, Tick To Ride, I Love Her, Across The Universe, entre outras.

A Burning Symphony traz harpas céltica e elétrica, violoncelo e bateria. No repertório muito rock, heavy metal, power metal e metal sinfônico. Dario Andino na harpa paraguaia e Cinthia Almeida na voz interpretam música popular brasileira e latino-americanas com canções de Nando Reis, Paulinho da Viola, Beto Guedes, Jorge Vercillo, Marcos Valle, entre outros. Participam com eles o Vento Celta, um grupo de harpa Yassy.

Outro destaque será o grupo NadaBhaktas (Prem Ramam, Gui Cavalcanti e Sita Beatriz) que realizará um concerto meditativo com orações musicais em fusão devocional, mantras, preces e improvisações. O grupo toca santoor (harpa indiana), ngoni (africana), miniharpa e violino.

 

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 26 de abril – 4. feira

Às 13h- Trio Kagurazaka: Shen Ribeiro (flauta shakuhachi), Tamie Kitahara (koto e shamisen e voz) e Emi Kitahara (koto)
Programa: música brasileira e japonesa do século 18 até a década de 60

Às 17h – Calidoscopium: Tatiana Henna (harpa), Alan Kaminska (baixo), André Mietto (teclado) e Doug Almeida (guitarra)
Programa: música erudita e rock

Às 20h – Duo Arphangeli: Enrico Euron (Harpa Céltica) e Anne Gaelle Cuif (Voz) – Itália
Programa: canções da tradição irlandesa e escocesa dos séculos XVIII e XIX, dos harpistas irlandeses dos séculos XVII-XVIII e irlandesas tradicionais de amor, luta e fé


– Dia 27 de abril – 5. feira

Às 13h – Duo Arphangeli: Enrico Euron (Harpa Céltica) e Anne Gaelle Cuif (Voz) – Itália
Programa: canções da tradição irlandesa e escocesa dos séculos XVIII e XIX, dos harpistas irlandeses dos séculos XVII-XVIII e irlandesas tradicionais de amor, luta e fé

Às 17h – NadaBhaktas: Prem Ramam (santoor, ngoni e miniharpa), Gui Cavalcanti (sintetizadores) e Sita Beatriz (voz)
Programa: Harpas étnicas, mantras clássicos e sonoridades eletrônicas- Índia

Às 20h – Duo Marcelo Penido (harpa) e Aline Driade (canto) – Brasil
Programa: Música clássica e folclórica.

 

Dia 28 de abril – 6. feira

Às 13h – Athy (Harpa elétrica) – Argentina
Programa: world harp music, uma mistura de música erudita com a dramaticidade do tango, a medievalidade da música celta, a dissonância da música árabe, a criatividade do jazz e as batidas ritmadas da música eletrônica.

Às 17h – Duo Arphangeli: Enrico Euron (Harpa Céltica) e Anne Gaelle Cuif (Voz) – Itália
Programa: canções da tradição irlandesa e escocesa dos séculos XVIII e XIX, dos harpistas irlandeses dos séculos XVII-XVIII e irlandesas tradicionais de amor, luta e fé

Às 20h – Vanja Ferreira (harpa) e Lourdes Carvalho (Flauta) – Brasil
Programa: música erudita e popular
Dia 29 de abril- Sábado

Às 13h – NadaBhaktas: Prem Ramam (santoor, ngoni e miniharpa), Gui Cavalcanti (sintetizadores) e Sita Beatriz
Programa: Harpas étnicas, mantras clássicos e sonoridades eletrônicas- Índia

Às 17h – Burning Symphony: Jonathan Faganello (Harpa), Pedro Bortolin (Violoncelo) e Celso Lazzarini (Flauta)
Programa: Rock, Heavy Metal, Power Metal e Metal Sinfônico
Iron Maiden: Fear of the dark, The Wicker man, blood brothers

Às 20h – Nando Araujo Trio: Nando Araujo (Harpa céltica), José Gustavo (viola caipira) e Sara Sesca (rabeca) – Brasil
Programa: músicas renascentistas e medievais, obras autorais e releituras de canções dos Beatles com arranjos para o seu quarteto
Dia 30 de abril- Domingo

Às 13h – Duo Dario Andino (Harpa) e Cinthia Almeida (Voz). Convidados: Vento Celta/ Grupo de Harpa Yassy – Argentina/Brasil
Programa: Música Popular Brasileira

Às 15h – Duo Arphangeli: Enrico Euron (Harpa Céltica) e Anne Gaelle Cuif (Voz) – Itália
Programa: canções da tradição irlandesa e escocesa dos séculos XVIII e XIX, dos harpistas irlandeses dos séculos XVII-XVIII e irlandesas tradicionais de amor, luta e fé

Às 18h – Athy (Harpa elétrica) – Argentina
Programa: world harp music, uma mistura de música erudita com a dramaticidade do tango, a medievalidade da música celta, a dissonância da música árabe, a criatividade do jazz e as batidas ritmadas da música eletrônica.
CURRÍCULOS

Athy

Atilio Adrían Matteucci – integra a nova geração de músicos contemporâneos e vanguardistas. Suas composições são uma fusão do celta, flamenco, tango, jazz e clássica. Cheio de tatuagens, piercings, arquétipo em uma estética de filmes do Tim Burton, Athy brinca com sua harpa amarrado ao corpo como uma guitarra elétrica original e inovadora.
Burning Symphony
Harpa / Harp – Jonathan Faganello – Violoncelo / Cello – Pedro Bortolin – Flauta / Flute – Celso Lazzarini
Formada por músicos do interior paulista, tem como proposta executar, de forma inusitada e desafiadora, os clássicos do Rock, Heavy Metal, Power Metal, Metal Sinfônico e outros, com instrumentos eruditos.
Cinthia Almeida

Cantora, compositora e instrumentista brasileira, parceira do harpista Dario Andino no duo Dario e Cinthia – Harpa e Voz. Com Dario Andino se apresentou em programas de televisão e no V, VI, VIII e X Rio Harp Festival, em 2010, 2011, 2013, 2015 e 2016. Em finales 2010 e 2011, fez junto com Dario a abertura da entrega do 18 e 19 Prêmio Atualidade Cosmética, no Credicard Hall, em São Paulo. É pesquisadora e professora-terapeuta do Canto Natural, abordagem pedagógica e terapêutica do canto baseada no modelo da Natureza, desenvolvido pelo Instituto KVT. O endereço eletrônico do blog do Canto Natural é: www.ocantodaalma.blogspot.com
Dario Andino

Músico internacional, argentino. Arranjador, compositor e produtor fonográfico. Pesquisa e leciona a harpa paraguaia desde os 13 anos. Aos 16 anos, foi 1° lugar no festival de música Latino America. Em 1998, ganhou o troféu Tacho´i como solista de harpa, no Festival de Takuare´e. Em 2004, gravou Harpa Índia; em 2005, Harpa de David; em 2007, Naturalmente Harpa, seu primeiro disco Independente. Recebeu o prêmio Quality Bandeirantes em 2009. Em 2010, 2011, 2013, 2015 e 2016 participou do V, VI, VIII, X, XI Rio Harp Festival junto à cantora Cinthia Almeida. O endereço eletrônico www.facebook.com/dario.andino.1
Duo Arphangeli

Enrico Euron graduou-se no Conservatório Giuseppe Verdi, em Turim (Itália), e especializou-se em música medieval. Toca harpa céltica. Tem nove discos e escreveu livros sobre o instrumento. Desde os anos 90, fez mais de 500 concertos. Em 1995, fundou o grupo Tùatha Dé Danann, que pesquisa música celta antiga e faz performances históricas e agora o Enrico Euron (Harpa Céltica) e Anne Gaelle Cuif (Voz).
Duo Marcelo Penido e Aline Dríade

Natural de Belo Horizonte, Aline Dríade iniciou seu trabalho de Música Folclórica em meados de 2013; um Projeto Solo/Autoral inspirado pela Magia Interior. Mesmo sem conhecimento teórico musical, Aline cria melodias para todos os instrumentos de suas canções, assim como as letras e os vocais. Seu primeiro álbum folclórico, chamado “Faerie’s Vision”, foi lançado em junho de 2016. Após o lançamento de “Faerie’s Vision”, estabeleceu parceria com o harpista Marcelo Penido e com o violonista Daniel Bandeira.

Marcelo Penido é o único brasileiro com Mestrado e Doutorado em Harpa, ambos concluídos nos Estados Unidos. O harpista já se apresentou na Argentina, Austrália, Itália, Japão e México, participou da trilha sonora das novelas “Os Dez Mandamentos” e “O Rico e Lázaro”, atuou como harpista da OSESP e de várias outras das mais importantes orquestras do Brasil, recebeu diversas premiações no Brasil e exterior e atualmente é professor de Harpa da UFMG.
Calidoscopium

Um encontro multifacetado entre a música erudita e o rock. Como em um jogo de espelhos, os fragmentos sonoros da harpa, do baixo, do teclado e da guitarra recombinam-se em novos e fascinantes desenhos musicais. O repertório é composto em sua maioria por músicas de compositores acessíveis como Bach, Vivaldi e Saint-Saëns, tocadas com uma pegada que aproxima o som final do rock com elementos sinfônicos. Mas Calidoscopium é, como o aparelho óptico que inspirou o nome da banda, mutante e multicolorido. A formação atual conta com Alan Kaminskas no baixo, André Mietto no teclado, Doug Almeida na guitarra e Tatiana Henna na harpa.
Alan Kaminskas é baixista do interior paulista. Formado em baixo elétrico pelo Instituto Música Livre, é também estudante do IB&T. Amante da música brasileira e do jazz, atuou em várias bandas de rock e metal.
André Mietto tocou em diversas bandas de São Paulo, a maioria de rock e pop. Atualmente é tecladista das bandas Fractius, StormRockers e Calidoscopium.
Doug Almeida, guitarrista paulista formado pelo IG&T, já tocou em diversas bandas de rock. Sua paixão pela música vem desde a infância, mas só começou a aprender violão aos 18 anos. Daí pra frente, nunca mais parou.
Tatiana Henna é intérprete e compositora. É bacharela em Harpa formada pela Faculdade Santa Marcelina e já atuou em orquestras sinfônicas, bandas de rock, projetos audiovisuais e eventos diversos.
Nando Araújo

É multi-instrumentista e compositor, mas foi na Harpa Céltica que encontrou uma forma de expressar as suas ideias musicais. Graduado em Filosofia e pós-graduado em Musicologia (mestrado), Nando também desenvolve trabalhos de pesquisa e docência em Filosofia da Música e Estética junto à Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Possui livros editados e participações em Congressos Nacionais e Internacionais de Musicologia e Filosofia da Música. É apresentador e produtor do programa de televisão Conversa Afinada (TV Universitária). Tem se apresentado em vários palcos com o Show Pelas Trilhas dos Celtas, um espetáculo artístico e filosófico.
NadaBhaktas

Do sânscrito: Devotos do Som – é um trio de música devocional formado por Prem Ramam, Gui Cavalcanti e Sita Beatriz. O grupo se destaca pela fusão dos timbres ancestrais de instrumentos étnicos com a modernidade do sintetizador, em união com vocais suaves e bem arranjados. Uma experiência musical de conexão com o sagrado tendo a harpa como instrumento principal.
Prem Ramam é multi-instrumentista autodidata, desde 2004 realiza estudos nas áreas da etnomusicologia e do misticismo musical que resgatem práticas sonoras ancestrais de vários continentes. Como Terapeuta do Som, desenvolve trabalhos de Massagem Sonora com Taças Tibetanas (4 Graus pelo Método Peter Hess) e instrumentos étnicos, bem como outros processos de autodesenvolvimento e autocura através da voz, do corpo e da música (Música Integrativa, Yoga do Som, e outros). Seus serviços e abordagem são apresentados em www.somdaluz.com.
Guilherme Cavalcanti é professor, aluno e praticante de yoga. Certificado pela Associação Brasileira de Iyengar Yoga, envolvido profundamente com o método Iyengar desde 2009. Em 2011 iniciou curso de formação de professor sob orientação de Katia Dacosta, concluído em 2014. Apaixonado pela música, desenvolveu-se multi-instrumentista de forma autodidata, tendo como bússola o que quer que lhe encante verdadeiramente.
Sita Beatriz é amante da musicalidade e do poder de cura e autoconhecimento através do som, Sita Beatriz começou um caso de amor com o harmônio (instrumento típico na Índia) após seu primeiro curso de formação em Yoga, pela Organização Sivananda. Desde sua imersão no universo yogue, participou de muitos retiros em que pôde explorar também o canto em grupo, descobrindo a força da união de diferentes vozes. Nessa jornada de busca espiritual, Sita segue explorando as possibilidades musicais ao lado de seus companheiros de Bhakti Yoga (Yoga da Devoção).

Trio Kagurazaka

O nome do grupo é inspirado em um bairro tradicional de Tóquio onde vivem muitos músicos e artistas.
Shen Ribeiro é natural de Botucatu, Shen teve uma educação musical tradicional até, em 1987, partir para o Japão, onde morou por vários anos, estudando shakuhachi. Ingressando na Universidade de Belas Artes de Tóquio, foi convidado a tocar para o Imperador do Japão. Tem seis CDs gravados, entre eles Brazilian Music for the Shakuhachi, projeto que uniu a flauta tradicional japonesa à música popular brasileira. Retornou ao Brasil em 2003 – desde então é diretor do Estúdio Salaviva da Associação Cultural Cachuera!. Como concertista, vem apresentando-se em inúmeras salas do Brasil, Japão e Europa, interpretando um repertório que mescla temas clássicos, populares e tradicionais.
Tamie Kitahara é nascida na província de Yamaguchi, no Japão. Estudou desde criança o koto e, posteriormente, o shamisen. Em 1996 recebeu da Associação Japonesa Seiha Hougakukai o título de Mestre, com o nome artístico Utahito. Desde então, dedica-se à formação de alunos, principalmente crianças e jovens. É membro da Associação Brasileira de Música Clássica e presidente do grupo Seiha Brasil de Koto.
Emi Kitahara toca koto desde 1985, dedicando-se ao estilo Ikuta-Seiha. Em 1995 iniciou o estudo do Jyushitigen – koto de 17 cordas – no Japão. Em 2009 foi aprovada em exame de aperfeiçoamento, tornando-se mestra e recebendo então o nome artístico Utami, da escola Ikuta Seiha do Japão. Desde então viaja ao Japão para aperfeiçoamento das técnicas dos instrumentos koto e jyushitigen. Atualmente faz parte do grupo Seiha Brasil de Koto.
Vanja Ferreira

Graduada em Harpa pela Escola de Música da UFRJ. Tocou com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília (DF, 1982-1983), atuando sob a regência dos maestros Emílio de César, Levino de Alcântara e Manuel Ivo Cruz. Foi primeira harpista da Orquestra Sinfônica da UFRJ (RJ, 1981-1984), sob a regência do maestro Roberto Duarte, e primeira harpista-solista da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro (RJ, 1983-1986), sob a regência do maestro David Moraes.

Como solista, atuou junto à Orquestra Sinfônica do Recife (PE), Orquestra Rio Camerata (RJ), Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Mato Grosso (MT), Orquestra Jovem Brasileira de Música (RJ) e Orquestra de Cordas de Volta Redonda (RJ). Apresentou-se em turnê pelo Estado do Rio de Janeiro, acompanhando o Coral das Meninas dos Canarinhos de Petrópolis, com a obra A Ceremony of Carols, de Benjamin Britten. Em 2016, apresentou-se com a Orquestra de Cordas de Volta Redonda, na Sala Cecília Meirelles, regida pela maestrina Sarah Higino.

Além de harpista solista, recitalista e camerista, Vanja Ferreira atua na música popular, tendo tocado com diversos artistas brasileiros e estrangeiros em shows e gravações de estúdio. No início dos anos 90, além da harpa de concerto, Vanja passou a tocar também harpa céltica e, desde então, dedica-se a divulgação deste modelo medieval de instrumento. Atualmente, Vanja integra a Orquestra Brasileira de Harpas e a Orquestra Rio Camerata e a Orquestra da UFF. Apresenta-se no RioHarpFestival desde a sua primeira versão.
A flautista Lourdes Carvalho atua no panorama da música instrumental desde 1981, tendo participado de concertos e tournées pelo Brasil e exterior com a OSESP.
Em 2008 realiza turnê pelos EUA com a Philarmonia Brasileira e o saxofonista Branford Marsalis e participa do “Frank Sinatra Jr. Brasil Tour”.
Com a Banda Jazz Sinfônica de Diadema, esteve no Montreux Jazz Festival (Suíça) no ano de 2011.
Se apresenta com a Orquestra Jazz Sinfônica desde 1990, ano em que esta Orquestra fez sua estreia no Festival de Inverno de Campos do Jordão com um dos grandes nomes da música brasileira, Tom Jobim.
RioHarpFestival

Realizado anualmente no mês de maio, o RioHarpFestival está na sua décima segunda edição. É um evento promovido pelo projeto Música no Museu e que enaltece a harpa, o instrumento mais antigo da humanidade – alguns acreditam que ela tenha surgido mil anos antes de Cristo – é envolto de uma vasta simbologia.

A ideia é privilegiar a música de boa qualidade colocando em evidência esse instrumento milenar, sem distinção de procedência, escola ou época; da música medieval aos clássicos europeus, dos românticos aos impressionistas, dos modernos aos contemporâneos brasileiros e estrangeiros.
As apresentações destacam-se pela diversidade de gêneros e estilos musicais que esse instrumento possibilita: clássico, étnico, popular, rock, latino-americana e até o funk.

Consolidado na agenda cultural carioca, o RioHarpFestival ganha, a cada ano, cada vez mais espaços. Além do Rio de Janeiro e São Paulo, os concertos são realizados em Minas Gerais, Alagoas e também no exterior – Portugal (Lisboa e Porto) e Espanha (Madri).
O festival contabiliza, só no Rio de Janeiro, 106 apresentações no total, envolvendo 36 músicos de 25 países e com um público de aproximadamente 25.000 pessoas.

 

SERVIÇO
II SPHarpFestival – Festival Internacional de Harpas
De 26 a 30 de abril, quarta-feira a domingo
Horários das apresentações:
Quarta-feira a sábado: às 13h, 17h e 20h
Domingo: 13h, 15h e 18h
Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo (Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – (11) 3113-3651/3652)

Classificação indicativa: livre
Entrada Franca

Acesso e facilidades para deficientes físicos // Ar-condicionado // Cafeteria Cafezal 

 

Estacionamento conveniado:
Estapar Estacionamentos – Rua Santo Amaro, 272 – R$ 15,00 pelo período de 5 horas. Necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB. Transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua Santo Amaro, 272 e na Rua da Quitanda, próximo ao CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.

 

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