Escrito por em 22 jul 2017 nas áreas Balé/Dança, Entrevista, Lateral

Movimento.com entrevista a bailarina Ana Botafogo, direto do Festival de Dança de Joinville. Cialis Black order Pills

 

O Festival de Dança de Joinville buy amoxil tem, em sua curadoria artística, especialistas em dança do naipe de Mônica Mion, Thereza Rocha e a carioca Ana Botafogo Purchase , ex-primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e atualmente diretora artística do Balé do TMRJ, ao lado de Cecília Kerche.

Ana foi uma das especialistas responsáveis pela seleção de 239 coreografias para compor a Mostra Competitiva do Festival de Joinville, 52 para Meia Ponta e 1.036 para os Palcos Abertos. A programação conta com oito noites da Mostra Competitiva e a Noite dos Campeões. O Meia Ponta teve sua programação estendida. Agora são três dia competitivos, além da Tarde dos Campeões.

O Festival promove cinco apresentações da Mostra Contemporânea de Dança e outras duas da Estímulo Mostra de Dança, agora em novo horário, nos fins de tarde. Duas apresentações da Mostra Contemporânea serão apresentadas em espaços alternativos e gratuitos, somadas aos Palcos Abertos, que todos os anos aproximam o Festival de Dança da comunidade. Ao todo serão 240 horas de espetáculos, sendo 200 gratuitas.

A Feira da Sapatilha, no complexo do Centreventos Cau Hansen, concentra lançamentos e moda para dança, serviços, artesanato, apresentações e praça de alimentação.

Nesta conversa com o Movimento.com, Ana Botafogo comenta sobre sua experiência como curadora do Festival.

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O que representa o Festival de Joinville para você, que este ano participa do evento como curadora?

O Festival de Joinville sempre foi muito importante na vida dos brasileiros, nesses 35 anos, porque é o momento em que se unem alunos, professores, diretores, ensaiadores – todos os profissionais da dança reunidos em um único local. O Festival nos dá um pouco o parâmetro do que se passa na dança em todo o país. E, evidentemente, sempre foi responsável por lançar e descobrir talentos da dança. Esta é a primeira vez que estou participando do Festival sem dançar. Todas as vezes que estive aqui fui convidada a dançar, e era uma maneira de mostrar um pouco o meu trabalho para o Brasil que dança, que se reúne em Joinville.

 

http://empiricalexchange.com/?p=17714 Brand Viagra online Qual será sua principal contribuição para este Festival?

Este ano eu faço parte da curadoria e penso que a minha maior contribuição foi sugerir personalidades da dança, seja como corógrafos, professores ou jurados. Penso que a minha maior contribuição é transmitir aos jovens o amor que tenho pela dança. Porque são eles que vão dar continuidade a essa missão.

 

Como você vê o balé no Brasil atualmente? http://leslieoray.com/?p=36248

Estamos em uma safra muito boa de formar bailarinos, ainda que infelizmente estejamos em um momento muito difícil no país, na cultura, da economia. Por isso que muitos dos nossos talentos estão saindo para o exterior, para tentar a vida artística lá fora. Foi um ano muito difícil, inclusive de patrocínios. Acredito que tenha sido difícil para todas as companhias de dança em termos de produções. Mas a safra de bailarinos brasileiros é maravilhosa. Hoje em dia exportamos inclusive alunos, que se encontram muito bem preparados e são sempre classificados nos primeiros lugares nos concursos internacionais – por isso mesmo eles têm os olhares de professores e escolas internacionais voltados pra eles.

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