Escrito por em 31 jul 2017 nas áreas Balé/Dança, Ópera, Programação, Rio de Janeiro

Theatro Municipal do RJ encena a ópera-balé La Tragédie de Carmen, adaptação do consagrado diretor Peter Brook para a renomada ópera de Bizet.

 

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta uma versão inédita na cidade da célebre ópera Carmen, de Bizet. Ao mesmo tempo em que traz todas as melodias e cenas mais famosas e amadas de Cialis Super Active online Carmen— a Seguidilha, a Canção do Toreador ou a Ária da Flor, por exemplo — La Tragédie de Carmen concentra a ação nos quatro protagonistas em um poderoso espetáculo de pouco mais de uma hora. A montagem estreia no dia 9 de agosto e fica em cartaz até o dia 19. No dia 13, uma promoção especial para o público, com nova edição do Domingo a R$ 1.

La Tragédie de Carmen, que faz sua estreia profissional brasileira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, tem direção de Juliana Santos e Menelick Carvalho, uma orquestra de solistas da Orquestra Sinfônica do TMRJ, regida por Priscila Bomfim e http://washprofile.org/?p=19506 Jésus Figueiredo, acompanha os quatro cantores principais (em três elencos), bailarinos do Corpo de Baile do TMRJ e jovens talentos da Escola de Dança Maria Olenewa (EEDMO), coreografados por Marcelo Misalidis.

Nos três elencos nacionais, reconhecidos cantores como Carolina Faria, Eric Herrero purchase doxycycline e Leonardo Neiva; destacados solistas do coro do TMRJ, como Flavia Fernandes, Ivan Jorgensen, Lara Cavalcanti e Gisele Diniz; e ainda jovens talentos da Academia de Ópera Bidu Sayão, como Cintia Graton, Tatiana Nogueira, Matheus Pompeu e Pills Frederico Oliveira. É precisamente nesta original junção de canto e dança, num espetáculo de ópera e balé, de vídeo e imagens fortes, que a magia e o drama da obra original aparecem com uma força renovada no palco do Municipal.

A estreia de Carmen, de Bizet, no l’Opéra-Comique, em 1875, foi uma das mais controversas da história da ópera. A plateia, acostumada com obras edificantes que tratavam de assuntos nobres, ficou chocada com a ousadia de Bizet, que abordava a vida e os sentimentos de soldados baixos e criminosos, e trazia como personagem principal uma cigana sedutora e sem qualquer moral. As críticas foram as mais diversas. Sobre a obra, o Music Trade Review, de Londres, escreveria: “Se fosse possível imaginar Sua Majestade Satânica escrevendo uma ópera, Carmen seria o tipo de obra que se esperaria”. Em contrapartida, a avaliação do Le National de Paris destacou: “Bizet quer pintar homens e mulheres de verdade, alucinados, atormentados pelas paixões, pela loucura. Assim, a orquestra conta suas angústias, seus ciúmes, suas cóleras e a insensatez geral”. Apesar do choque inicial (ou talvez até mesmo por causa dele), a história consagraria a ópera de Bizet como uma das mais importantes do gênero.

Em 1983, o diretor de cênico Peter Brook, em colaboração com o escritor Jean-Claude Carrière e o compositor Marius Constant, surpreendeu novamente o mundo da ópera, apresentando, em Paris, sua adaptação de Carmen com duração de apenas 90 minutos. O próprio título da obra, http://blogtiengviet.com/lotensin-without-prescription/ La Tragédie de Carmen online , já deixa clara a intenção do diretor. Brook eliminou muitos personagens – e todos os coros de soldados, crianças e trabalhadores das fábricas – para concentrar a ação nos quatro personagens principais. “Tudo foi recortado buscando focar na intensa interação, na tragédia de quatro pessoas”, declarou o diretor.

O resultado é um poderoso espetáculo teatral com colorido espanhol pela música de Bizet. Todas as mais conhecidas árias foram mantidas e dramaticamente reorganizadas para uma orquestra de câmara. Mais curta, a versão de Brook torna-se ainda mais desafiadora para intérpretes e público, já que a tensão se mantém do início ao fim do espetáculo. Desde sua estreia, La Tragédie de Carmen foi apresentada nos principais palcos do mundo da ópera. Agora será a vez dos cariocas se emocionarem com a versão de Peter Brook.

“O objetivo meu e do presidente do Theatro Municipal, André Lazaroni, é ajudar o teatro a ser autossustentável, mais livre para poder oferecer sua arte. Não somente trazer o público de volta ao Municipal mas também mostrar que este Theatro está no coração de todos, aberto a todos. Obras que todo mundo deve ter a oportunidade de conhecer, feitas com a qualidade e criatividade do TMRJ. Fazer La Tragédie de Carmen é o perfeito resumo disso tudo: um título popular, feito em uma nova versão. Unindo solistas do Balé, Orquestra e Coro, além de novos diretores e coreógrafos. Além do mais, Carmen é em si uma personagem que fala dessa liberdade, de desafiar as situações mais difíceis”, diz Purchase André Heller-Lopes, diretor artístico do Theatro Municipal.

 

ELENCO POR DATA:

Dia 9: Carolina Faria (Carmen), Flávia Fernandes (Micaela), Eric Herrero (D. José), Leonardo Neiva (Escamillo)
Dia 10: Carolina Faria (Carmen), Tatiana Nogueira (Micaela), Matheus Pompeu (D. José), Leonardo Neiva (Escamillo)
Dia 12: Carolina Faria (Carmen), Flávia Fernandes (Micaela), Eric Herrero (D. José), Leonardo Neiva (Escamillo)
Dia 13: Carolina Faria (Carmen), Tatiana Nogueira (Micaela), Matheus Pompeu (D. José), Daniel Germano (Escamillo)
Dia 16: Lara Cavalcanti (Carmen), Flávia Fernandes (Micaela), Eric Herrero (D. José), Leonardo Neiva (Escamillo)
Dia 17: Cíntia Graton (Carmen), Gisele Diniz (Micaela), Ivan Jorgensen (D. José), Daniel Germano (Escamillo)
Dia 18: Lara Cavalcanti (Carmen), Flávia Fernandes (Micaela), Eric Herrero (D. José), Fred Oliveira (Escamillo)
Dia 19: Cíntia Graton (Carmen), Gisele Diniz (Micaela), Ivan Jorgensen (D. José), Fred Oliveira (Escamillo)

 

Buy FICHA TÉCNICA BALÉ:

Coreografia: Marcelo Misailidis

Carmen: ​Claudia Mota e Mel Oliveira
Don José: Filipe Moreira, Sandro Fernandes e Carlos Cabral
Destino​: Priscilla Mota e Christine Ceconello (convidada)
Zuniga: ​Roberto Lima
Lillas Pastia: Mateus Dutra
Garcia​​: Edifranc Alves
Toureiros​: Alef Albert, Diego Lima e Sandro Fernandes
Soldados​: Carlos Cabral, Santiago Junior e ​​​Bruno Fernandes
Ciganas: ​Monica Barbosa, Juliana Valadão, Carla Carolina, Paula Damiani e Regina Ribeiro
Elenco de apoio da EEDMO: Ana Beatriz Marques, Giulia Rossi, Maria Luiza Patury, Tabata Sales, Felipe Viana, Lucas Moraes e Renan Magalhães

 

Fotos: Júlia Rónai doxycyclin buy

 

SERVIÇO:

 

“La Tragédie de Carmen”, ópera-balé de Peter Brook para a opera Carmen de Bizet

 

Juliana Santos e Menelick Carvalho, direção cênica

Priscila Bomfim / Jesus Figueiredo, regência

 

9, 10, 12, 17 e 18 de agosto, às 20h, 13 de agosto, às 11h30, e 19 de agosto, às 20h30

Cheap Theatro Municipal do Rio de Janeiro gold vigra (Praça Floriano, s/n, Centro – Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos: R$ 300 (camarotes/frisas), R$ 50 (plateia/balcão nobre), R$ 30 (balcão superior) e R$ 20 (galeria), com meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos

No dia 13 de agosto, domingo, ingressos a R$ 1, disponíveis somente na bilheteria do Theatro

 

Capacidade: 2.226 lugares

Duração aproximada: 90 minutos

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