Escrito por em 29 ago 2017 nas áreas Concurso, Minas Gerais, Música sinfônica, Notícia

Obra do paulistano Marcelo Bellini Dino é a vencedora na 8ª edição do Festival Tinta Fresca, da Filarmônica de Minas Gerais.

 

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais anunciou na quinta-feira, 24 de agosto, em apresentação aberta ao público, a obra vencedora do Festival Tinta Fresca 2017, programa destinado ao fomento, divulgação e estímulo a jovens compositores. A obra Menniniana, do paulistano Marcelo Bellini Dino, foi a escolhida entre as cinco finalistas apresentadas em concerto de encerramento do Festival, regido pelo maestro associado da Orquestra, Marcos Arakaki. O prêmio é a encomenda de uma nova composição, a ser estreada pela Filarmônica de Minas Gerais na Temporada 2018. O segundo lugar foi para a obra Pandora – Fantasia orquestral sobre mito de Hesíodo amoxil online , do cearense Caio Facó purchase bupron amitriptyline 50 mg overnight delivery .

“É ótimo ter a oportunidade de ver sua música interpretada por uma orquestra do nível da Filarmônica de Minas Gerais. Também são especiais o convívio com o maestro Arakaki, com os músicos e jurados, que são compositores mais experientes e nos dizem onde podemos melhorar. Tudo é muito enriquecedor!”, diz Marcelo Dino, ao lembrar que a emoção de ganhar é indescritível. Viagra Soft order Cheap “Mas eu tinha para mim que só de a obra ser executada já seria um grande prêmio. Claro que, agora, terei que fazer outra peça, para nova execução da Orquestra. É muita responsabilidade sempre, mas uma grande honra”, completa.

A comissão julgadora, formada pelos compositores Cláudio de Freitas Brand Cialis cheap , João Guilherme Ripper e Ronaldo Miranda, avaliou as 26 partituras inscritas no Festival Tinta Fresca 2017, provenientes de sete estados do país. Destas, cinco obras foram escolhidas e preparadas para apresentação pública. Durante a preparação, seus compositores participaram ativamente dos ensaios, interagindo com orquestra e regente, bem como com o júri, a fim de conhecer, com maior profundidade, diferentes visões sobre seus trabalhos. Dentre as obras finalistas estavam: Maris Stella, de Henrique Coe; Pandora – Fantasia orquestral sobre mito de Hesíodo, de Caio Facó; Impressões francesas, de Renato Goulart; Quando o sol se detém para ouvir canções de guerra online , de buy aciclovir tablets 400mg Felipe Vasconcelos; e Menniniana, de Dino.

É a terceira vez que o compositor carioca João Guilherme Ripper integra a comissão julgadora do Festival Tinta Fresca. “Dessas três participações como jurado, foi a edição que fiquei mais satisfeito, tanto com o resultado dos finalistas como do Festival. Fomos muito ciosos na hora de divulgar as obras que entraram, no sentido não apenas da qualidade musical e da qualidade técnica, mas, também, da factibilidade da obra dentro dos ensaios previstos. E, ainda, da clareza da obra para o músico, para a Orquestra”, comenta, ao ressaltar o resultado final: online “Um concerto diverso, belíssimo, representativo da música contemporânea. Além disso, destaco o público lindo e muito participativo”.

João Guilherme Ripper, Marcos Arakaki, Marcelo Bellini Dino, Ronaldo Miranda e Cláudio de Freitas

 

Marcelo Bellini Dino (São Paulo, 1972) e a obra Menniniana

Graduado em Composição e Regência pela Universidade Estadual Paulista, Marcelo Bellini Dino é mestre pela Universidade de São Paulo. Compõe para televisão e é arranjador da Orquestra Jazz Sinfônica. Recebeu menção honrosa no 2º Concurso Gilberto Mendes de Composição, foi primeiro lugar no 2º Concurso de Composição do Instituto Villa-Lobos/UFRJ e quarto lugar no Prêmio Jazz Sinfônica Bienal de Composição. É professor no Curso de Trilha Sonora da pós-graduação da Universidade Anhembi-Morumbi.

“O título Order Menniniana faz referência ao compositor norte-americano Peter Mennin (1923-1983), cuja obra e linguagem musical me influenciaram durante anos de estudo e de pesquisa de repertório. A peça é construída sob a sonoridade octatônica e desenvolvida a partir de duas ideias musicais centrais. A primeira é exposta logo no início da obra, e a segunda, após o primeiro minuto, sendo reexposta no minuto final”, esclarece o compositor.

 

Fotos: Alexandre Rezende

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