Escrito por em 13 dez 2017 nas áreas Ópera, Programação, São Paulo

Municipal paulista encena ópera de Mozart com direção musical e regência de Roberto Minczuk e direção cênica de André Heller-Lopes.

 

O Theatro Municipal de São Paulo apresenta uma das mais célebres óperas de todo repertório lírico: A Flauta Mágica (Die Zauberflöte), de Wolfgang Amadeus Mozart. As récitas ocorrem nos dias 15, 16, 19, 20 e 21 de dezembro, às 20h, e no dia 17, às 17h.

A produção tem concepção e direção cênica de André Heller-Lopes, atual diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. À frente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo está o maestro Roberto Minczuk, que também assume a direção musical. O Coro Lírico Municipal de São Paulo Brand Viagra cheapest foi preparado pelo regente titular, Mario Zaccaro Cialis Super Active purchase .

A cenografia é do premiado cenógrafo paulista Renato Theobaldo, os figurinos serão assinados pela figurinista e diretora de arte argentina Sofia Di Nunzio, muito elogiada pelo seu trabalho em teatros como o Municipal de Santiago (Chile) e o Teatro Colón em Buenos Aires (Argentina). A iluminação é assinada por Aline Santini e o visagismo fica a cargo de Anderson Bueno.

O elenco reúne excelentes cantores brasileiros com destacada carreira no exterior. No papel de Tamino, se revezam os tenores Luciano Botelho order doxycycline e Giovanni Tristacci. Como Pamina, a soprano Gabriella Pace; A Rainha da Noite é interpretada pelas sopranos Order Oriana Favaro http://carsten-scholz.info/?p=13144 e Laryssa Alvarazzi cheap doxycycline ; o baixo Savio Sperandio http://www.augustine-collective.com/2018/02/02/finpecia-cheapest/ está no papel de Sarastro; o barítono Michel de Souza como Papageno e o tenor Geilson Santos vive Monostatos. Uma participação especial é a mezzo-soprano Luisa Francesconi, como Papagena.

 

A ópera

Ópera em dois atos com libreto em alemão de Emanuel Schikaneder, A Flauta Mágica estreou no dia 30 de setembro de 1791, no Theater auf der Wieden, em Viena, apenas dois meses antes da morte do Mozart.

Na trama, uma alusão à luta do bem contra o mal num contexto repleto de magia, destacam-se os personagens Tamino (príncipe), seu amigo Papageno (caçador de pássaros), Pamina (princesa) e sua mãe, A Rainha da Noite, além das forças lideradas por Sarastro e seu Templo do Sol. Pamina é sequestrada e levada ao palácio do Sarastro, onde fica sob os cuidados do escravo Monostatos. Na história, após ouvir os apelos da Rainha da Noite, Tamino e Papageno saem numa expedição de resgate.

 

Direção cênica

Dono de uma trajetória impar no Brasil e com espetáculos encenados com sucesso em Lisboa, Salzburgo, Londres, Buenos Aires, Montevidéu ou Kuala Lumpur (Malásia), André Heller-Lopes consolidou sua carreira no Theatro Municipal de São Paulo, em premiados espetáculos como Andrea Chenier, Ariadne em Naxos, A Filha do Regimento, Ça Ira ou especialmente as aclamadas óperas A Valquíria e O Crepúsculo dos Deuses. Com um amplo repertório, dirigiu outras obras do Mozart, como Idomeneo, As Bodas de Fígaro e Don Giovanni, porém esta é a primeira vez que aceita dirigir A Flauta Mágica. “Eu e Minczuk fizemos juntos uma ópera, por coincidência uma fantasia baseada justamente nos dias finais da vida de Mozart, e sua suposta rivalidade com Salieri. Era, portanto, a parceria ideal para entrar pela primeira vez no universo d’A Flauta”, explica.

A montagem mescla o clássico com o contemporâneo. “Uma Flauta que não fosse apenas uma alegoria da luta do bem e do mal. Ao mesmo tempo que não fosse excessivamente intelectual nem fugisse ao meu gosto pelo clássico com um twist”.

Ainda de acordo com André, a produção terá um olhar do século 21, Viagra Professional buy “onde discuto quem é verdadeiramente bem e mal, e quais os limites entre fantasia e realidade. Além disso, coloco em questão um pouco os códigos de gênero e uma certa misoginia presentes na obra”.

O Sarastro será o personagem associado à fantasia barroca e a Rainha da Noite mais próxima da realidade. “Ela é uma mulher que teve sua filha raptada. Se fosse você, o que faria?”, questiona. Na ópera, Sarastro é tradicionalmente identificado com a sabedoria. “Mas esse mundo perfeito dele – iluminista – pode ser que não corresponda à realidade. E há a questão dos discursos machistas implícitos em sua fala e de seus seguidores”.

Cenografia

A cenografia assinada pelo paulista Renato Theobaldo se centra na ilusão barroca versus realidade dos bastidores de um teatro. De acordo com Theobaldo, o núcleo da Rainha da Noite é inspirado num teatro. ”O público terá a sensação de bastidores, com luzes vazando por meio das estruturas para dar o aspecto do real. Já o universo do Sarastro é o desejo do homem racional, da boa aparência. Mas isso é grande retórica que não corresponde à realidade. São cenário planos em que os espectadores vão olhar e entender que se trata de uma representação”, explica.

Figurino

Os figurinos desenhados pela figurinista e diretora de arte argentina Sofia Di Nunzio também mostram dois mundos: O da Rainha da Noite, uma realidade imperfeita, e o Sarastro, localizado no barroco, idealista. “Um é atual e cheio de nuances. O outro é antigo, perfeito, impecável, simétrico e sem costura. As paletas de cores são opostas: o azul e o preto da noite contrastam com o dourado do sol e o barroco” Cheap , explica.

Elenco

Luciano Botelho e Giovanni Tristacci (Tamino), Gabriella Pace (Pamina), Michel de Souza (Papageno), Oriana Favaro e Laryssa Alvarazzi (Rainha da Noite), Savio Sperandio (Sarastro), Geilson Santos (Monostatos), Laura Duarte, Keila de Moraes e Elaine Martorano (Três Damas), Luisa Francesconi (Papagena), Eduardo Góes e Daniel Lee (Sacerdotes e Guardas), Johnny França (Orador), Karen Stephanie, Priscila Aquino e Laiana Oliveira (Gênios)

 

Foto: Camila Cara

 

Pills Purchase SERVIÇO:

 

http://koopdom.ru/2018/02/02/cheap-plaquenil-200mg/ Ópera “A Flauta Mágica”, de W. A. Mozart buy apetamin syrup online

 

Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo Cialis Super Active order

Coro Lírico Municipal de São Paulo

Roberto Minczuk, regência

André Heller-Lopes, concepção e direção cênica

 

15, 16, 19, 20 e 21 de dezembro, às 20h, e 17 de dezembro, às 17h

Theatro Municipal de São Paulo (Praça Ramos de Azevedo, s/n, República – São Paulo. Tel.: 11 3053-2100)

 

Ingressos: de R$ 50 a R$ 120

 

Duração aproximada: 3h20, com intervalo

 

Faça seu comentário