Escrito por em 20 jan 2018 nas áreas Lateral, Notícia, Ópera

Saiba que óperas serão encenadas ou levadas em forma de concerto no Brasil.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Movimento.com traz este post sobre óperas apresentadas no Brasil. O motivo disto é muito simples. Durante anos passados, recebemos muitas reclamações de que, quando o release de alguma ópera ia para o ar, já não havia mais ingressos para venda. Bom frisar que o atraso da publicação dos releases não é de responsabilidade do site, mas sim da produção ou divulgação da ópera. Para que as pessoas possam se antecipar, criamos este post dedicado exclusivamente a este assunto. Acompanhe e cuide de buscar seus ingressos a tempo e hora.

 

Dias 17 e 18 de março – encenada // Cidade das Artes – Teatro de Câmara – Rio – 21 3325 0102

Ópera “La serva padrona“, de Pergolesi

O cenário precisará ser simples, até pela limitação do espaço, e haverá as tradicionais legendas. A orquestração será original, com quarteto de cordas e cravo (na Barra da Tijuca substituído por piano elétrico). A cada apresentação, um conjunto orquestral, a Atlantis Opera Orchestra, será formado especificamente para a ocasião, reunindo músicos profissionais experientes e jovens em início de carreira. A produção é da Kether Arts, empresa do regente.
– Regência de Evandro Rodriguese. Direção ê?nica de Manoel Thomas. Figurinos de Marcelo Moianno. Iluminação de Júlia Requião.
– Elenco: O barítono Rafael Siano será Uberto e a soprano Daruá Goes interpretará a criada Serpina. O ator Leonardo Nogueira completa o elenco como o criado mudo Vespone.

 

Dia 24 de março – encenada // Grande Teatro Palácio das Artes – 31 3236 7400

Ópera “A vingança da cigana“, de Domingos Caldas Barbosa

Com texto original em português, a ópera cômica de Domingos Caldas Barbosa ressalta o universo social e culturalmente mestiço luso-brasileiro no final do Sec. XVIII, e conta a história de Pepa, uma cigana vendedora de agulhas e alfinetes, cujo coração oscilava entre os dois pretendentes: Tarelo, um Marujo e Chibante, um Sargento.
– Direção geral de Guilherme Matozinhos. Direção cênica de Sérgio Anders. Orientação teatral de Kelly Crifer.
– Elenco: Priscila Neves, Heitor Araújo, Robson Aguiar, Sílvia Neves, Mayra Lopes, Filipe Lobo, Matheus França, Antônio Batista e Samuel Goetz.

 

Dias 20, 22, 24, 26 e 28 de abril – encenada // Teatro do Palácio das Artes – 31 3236 7400

Ópera “La traviata”, de G. Verdi

Encenada em três atos, a montagem vai transportar o público para uma Paris do século 19, onde o demi-monde, o mundo do meio, entre a alta sociedade e o bas-fonds da pobreza e da prostituição, e a família, estrutura inabalável em que os valores burgueses e religiosos ditam as regras, servem de cenário para o conturbado romance entre Alfredo e Violetta. “Tento transitar entre o trágico e o dramático, para contar essa história dentro do seu contexto de época, sem que se torne peça de museu, velha e mofada. Quero manter o seu frescor, o seu vigor“, diz o diretor.
– Direção musical e regência de Sílvio Viegas. Concepção e Direção Cênica de Jorge Takla. Cenários de Nicolás Boni; Figurinos de Cássio Brasil; Iluminação de Fábio Retti.
– Elenco: Fernando Portari (Alfredo); Jaquelina Livieri (Violetta); Paulo Szot (Giorgio Germont). Orquestra Sinfnica de MG, Coral Lírico de MG e Cia de Dança Palácio das Artes.

 

Dias 27 e 29 de abril e 03, 04, 05 e 06 de maio – encenada // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Um baile de máscaras”, de G. Verdi

A produção estreou na Ópera de Kiel, na Alemanha, com direção cênica do mesmo Pier Francesco Maestrini. Serão dois elencos, com cantores nacionais e internacionais. A atração é coprodução do Theatro com a Ópera de Kiel, na Alemanha, onde estreou em janeiro deste ano. Os alemães cederam o equipamento responsável por trás das projeções high-tech simultâneas que compõem o cenário da ópera: “uma espécie de filme com efeito 3D”.
– Concepção e a direção do diretor de ópera do TMRJ e encenador italiano Pier Francesco Maestrini. Regência de Tobias Volkmann.
– Elenco: Tenores Ricardo Massi e Paulo Mandarino (Gustavo III); Sopranos Susana Branchini e Marianna Lima (Amelia); barítonos Rodolfo Giugliani e Douglas Hann (Renato); Denise de Freitas e Guadalupe Barrientos (Ulrica); Lina Mendes e DafneBoms (Oscar).

 

Dias 28 de abril e 04 e 06 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Fausto“, de Gounod

Festival Amazonas de Ópera em sua 21a. edição. Segundo o maestro Luiz Fernando Malheiro, “esta obra serve de homenagem aos 200 anos de Gounod e se alinha à busca de títulos que, mesmo conhecidos, não ganham montagem no país há décadas
– Direção musical e regência de Luiz Fernando Malheiro. Direção cênica de André Heller-Lopes. Direção artística adjunta de Marcelo de Jesus.
– Elenco: Giulio Pelligra (tenor); Isabelle Sabriá (soprano); Homero Perez (baixo-barítono); Anna Gome e Thalita Azevedo (mezzos) e outros.

 

Dias 29 de abril e 03 e 05 de maio – encenada // Teatro Amazonas –92 3622 1880

Ópera “Dessana, Dessana“, de Adelson Santos

Festival Amazonas de Ópera.
– Direção musical e regência de Otávio Simões. Direção cênica de Matheus Sabrá. Coreografia de Monique Andrade. Figurinos de Adroaldo Pereira. Desenho de luz de Fábio Retti
– Elenco: Tamar Freitas, Carol Martins e Kátia Freitas (sopranos); Marinete Negrão e Kelly Fernandes (mezzos); Enrique Bravo, Fabiano Cardoso, Miqueias William, Juremir Vieira, Alberto Correa e Everaldo Barbosa (tenores); Emanuel Conde (baixo); Joubert Júnior, Moisés Rodrigues e Josenor Rocha (barítonos).

 

Dias 4, 6, 9, 11 e 13 de maio – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “O Matrimônio Secreto”, de Domenico Cimarosa

Ópera em dois atos com libreto de Giovanni Bertati. A ópera é ambientada em Bolonha, durante o século XVIII, e narra a história de Geronimo, um comerciante que propõe um dote ao Conde Robinson para que ele se case com sua filha mais velha, Elisetta e, assim, ela se torne parte da nobreza, mas Robinson se apaixona por Carolina, a filha mais nova. Carolina, entretanto, está enamorada de Paolino, empregado de seu pai, e ambos se casam secretamente.
– Direção musical de Valentina Peleggi. Direção cênica de Caetano Vilela. Figurinos de Fause Haten. Cenografia de Duda Arruk
– Elenco: Caroline De Comi (Carolina), Jean William (Paolino), Joyce Lima (Elisetta), Ana Lúcia Benedetti (Fidalma), Pepes do Valle (Geronimo) e Michel de Souza (Conte)

 

Dias 12, 13, 14, 16, 17, 18, 21 e 23 de maio – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “La traviata“, de G. Verdi

Montagem o Palácio das Artes de BH. Ópera composta em 1853, completa a chamada trilogia popular de Verdi, iniciada com Rigoletto, em 1851; continuada em 1853 com Il Trovatore e finalmente seguida de La Traviata, cuja característica principal, é centrar-se na aventura do herói, que domina o drama e e lhe confere unidade.
– Regência de Roberto Minczuk e direção cênica de Jorge Takla.
– Elenco: sopranos Nadine Koutcher e Jaquelina Livieri (Violetta); tenores Georgy Vasiliev e Fernando Portari (Alfredo); Paulo Szot e Leonardo Neiva, no papel de Giorgio Germont. Orquestra Sinfônica, Coral Lírico Municipal e Balé da Cidade de São Paulo.

 

Dias 12, 18 e 20 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Florencia en el Amazonas“, de Daniel Catán

Festival Amazonas de Ópera. Baseada num livro de Marcela Fuentes-Berain. Não pretende uma recriação da história original, mas um mergulho no universo do realismo latino-americano. A heroína, Florencia Grimaldi, soprano de sucesso, viaja pelo Rio Amazonas em direção a Manaus, onde espera encontrar seu amante Cristóbal.
– Direção artística e regência de Luiz Fernando Malheiro. Direção cênica de Pedro Salazar.
– Elenco: Daniella Carvalho (soprano), Homero Perez (baixo-barítono), Inácio de Nonno (tenor) e Eric Herrero (tenor), entre outros.

 

Dias 13, 17 e 19 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Acis e Galatea”, de Händel

Festival Amazonas de Ópera. Laboratório de Ópera Barroca. Versão adaptada à mitologia amazônica pelo cineasta Sérgio Andrade.
– Direção artística e regência de Marcelo de Jesus. Direção cênica de Julianna dos Santos.
– Elenco: Aníbal Mancini (tenor), Amanda Aparício (soprano), Murilo Nevez (baixo) e Miran Abad (soprano). Balé Experimental do CDA.

 

Dias 27 e 31 de maio e 2 de junho – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Kawahijen – o vulcão azul“, de João Guilherme Ripper

Festival Amazonas de Ópera. Obra baseada no “O deus do vulcão”, de Fernando Barra. Passa-se em Jacarta, nos arredores do vulcão Kawah Ijen. Entra em cena um instrumento típico chamado Gamelão, cedido pelo governo da Indonésia.
– Direção musical e regência de Marcelo de Jesus. Direção cênica de William Pereira
– Elenco: Isabelle Sabrié (soprano), Daniella Casrvalho (soprano), Homero Velho (barítono), Daniel Umbelino (tenor) e Juremir Vieira (tenor)

 

Dias 14, 15 e 17 de junho – versão condensada // Teatro Santa Isabel – Recife 

Ópera “Carmen“, de Bizet

Uma das óperas mais encenadas do repertório clássico. Realização da Gárgula Produções, Academia de Ópera e Reperttório da UFPE e da Sinfonieta UFPE. Acompanhamento de piano e narração do maestro Wendel Ketlle.
– Produção e realização: Gárgula Produções. Figurinos de Marcondes Lima. Direção musical e regência de Wendel Ketlle.
– Participações: Coro da Academia de Ópera e Repertório da UFPE, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música. Orquestra : Sinfonieta da UFPE

 

Dias 15 e 16 de junho – encenada // Sala Cecília Meireles – 21 2332 9223

Ópera “O caixeiro da taverna“, de Guilherme Bernstein

Ópera baseada na comédia homônima de Martins Pena. O libreto foi diretamente retirado do texto original. O texto narra as peripécias do ambicioso e trapaceiro Manoel Pacheco, português cujo maior sonho é ser sócio de sua ama, Angélica Pereira, dona da taverna, que morre de amores por ele. A ambição desenfreada deste caixeiro o coloca em situações hilariantes, que certamente proporcionarão bons motivos para risadas.
– Produção de Adalgisa Rosa (integrante do Ensemble Coletivo das Artes, grupo capixaba contemplado pelo Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo para a montagem do espetáculo). Direção musical e regência de Guilherme Bernstein. Direção cênica de Lício Bruno.
Elenco: Adalgisa Rosa (Angélica) – Lício Bruno (Manoel), Flávia Fernandes (Deolinda), Renato Gonçalves (Francisco), Alessandro Santana (Quintino) e Tadeu Kuzendorff (Antônio).

 

Dias 15, 17, 19, 21, 23 e 25 de junho – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “O Cavalheiro da Rosa”, de Richard Strauss

A comédia, em três atos de Hugo von Hoffmannsthal, tem libreto original no idioma alemão.
– Direção musical de Roberto Minczuk e direção cênica do argentino Pablo Maritano.
– Elenco: soprano anglo-argentino Carla Filipcic Holm, o baixo Dirk Aleschus, a mezzo-soprano Luíza Francesconi e a soprano ligeiro Elena Gorshunova. Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal.

 

Dias 21, 22, 23 e 24 de junho – encenada // Escola de Música da UFRJ – Rio – 21 2240 1441
Dias 29 e 30 de junho e 01 de julho  // Escola de Música da UFRJ – Rio 

Ópera “A flauta mágica”, de Mozart

A flauta mágica é a última e a mais conhecida ópera de Mozart, que agrada ao público adulto, com temas como o da Rainha da Noite, e às crianças, com as engraçadas aventuras de Papageno. A ópera conta a história do príncipe Tamino, que parte para o reino de Sarastro para libertar a bela Pamina, filha da Rainha da Noite. Mozart levou à perfeição todas as formas musicais que existiam em seu tempo. Nenhum outro compositor, na história da música, conseguiu, como ele, trabalhar com tanta inventividade todos os gêneros então existentes, da ópera à música de câmara. Genialidade em estado puro, foi capaz de transformar um libreto com uma história simples, como a de A flauta mágica, em uma das mais sublimes criações humanas.
– Direção Musical: Inácio De Nonno. Direção Cênica: Julianna Santos. Regência: André Cardoso, Felipe Prazeres, Jean Molinari. Figurinos – Orientação: Desiree Bastos. Iluminação: José Henrique Moreira. Programação Visual: Anna Carolina Bayer. Coordenação Geral: Andrea Adour, José Mauro Albino. Direção do coro: Maria José Chevitarese. Cenografia – Orientação: Cássia Monteiro
Elenco: Tamino: Guilherme Moreira, Paulo Ribeiro // Pamina: Paolla Soneghetti, Jaqueline Rezende // Papageno: Rafael Siano, Cyrano Sales // Papagena: Juliana Sampaio, Alessandra Quintes // Sarastro: David Monteiro, Patrick de Oliveira // Rainha da Noite: Loren Vandal, Dhulyan Contente, Natalia Trigo // Primeira Dama: Isabela Vieira, Bruna Figueiredo // Segunda Dama: Crislaine Hildebrant, Monalisa Lima // Terceira Dama: Lily Driaze, Dani Sardinha // Monostatos: Roberto Montezuma, André Novaes

 

Dias 22, 24, 27 e 29 de junho e 01 de julho – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Alcina”, de Georg Friedrich Händel

Sustenta-se que o mais provável é que Handel tivesse trabalhado sozinho, adaptando o libreto da ópera de Ricardo Broschi, L’Isola d’Alcina. Assim como outras óperas de Händel, como Orlando e Ariopdante, o enredo de Alcina tem por base a obra de Ludovico Ariosto, Orlando Furioso, poema épico. A ópera contém várias sequências musicais para dança.
– Direção musical de Luís Otávio Santos. Direção cênica de William Pereira.
– Elenco: Marília Vargas, Thayana Roverso, Carolina Faria, Caio Duran, Norbert Steidl e David Feldman

 

Dia 6 de julho (estreia) – em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera-oratório “Sansão e Dalila”, de Camille Saint-Saens

Produzido pelo próprio Fernando Bicudo à frente da Ópera Brasil em São Paulo e no Rio de Janeiro em 1989, a atual montagem terá solistas nacionais e internacionais.
– Produção de Fernando Bicudo.
– Elenco: Coro e Orquestra do Theatro Municipal.

 

– Dias 28 e 29 de julho – encenada // Theatro São Pedro – P. Alegre
– Dia 03 de agosto // Recanto Maestro (Restinga Seca) – Auditório Antônio Meneghetti Faculdade
– Dia 0
4 de agosto // Santa Cruz do Sul – Auditório do Colégio Mauá
– Dia 0
9 de agosto // Bagé – Museu Dom Diogo de Souza
– Dia 10 de agosto // Pelotas – Theatro Guarany
– Dia 12 de agosto // Passo Fundo – Teatro Notre Dame
– Dia 15 de agosto // Bento Gonçalves – Anfiteatro Ivo Antônio Da Rold
– Dia 18 de agosto // Caxias do Sul – Teatro Murialdo
– 
Dia 19 de agosto // Novo Hamburgo – Teatro Feevale

Ópera “O quatrilho”, de Vágner Cunha

Libreto de José Clemente Pozenato, autor do livro de mesmo nome que deu origem ao filme dirigido por Fábio Barreto, agora tem sua versão em ópera. Um encontro fortuito entre o escritor José Clemente Pozenato e a Bell’Anima Produções permite a adaptação do livro para o formato de ópera.
– Direção cênica de Luís Arthur Nunes. Regência de Antônio Borges-Cunha.
– Elenco: Carla Maffioletti, como Teresa / Maíra Lautert, como Pierina /  tenor Flávio Leite, como Ângelo / barítono Daniel Germano, interpretando Mássimo. Orquestra com 12 integrantes e cantores convidados, como Luciane Bottona, no papel de Tia Gema.

 

Dias 17, 19, 22, 24 e 26 de agosto – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Katia Kabanova”, de Leos Janácek

Esta ópera baseia-se numa peça de Ostrovski em cena nos teatros checos desde 1870. Janácek tentou mandar vir de Moscou todas as obras deste dramaturgo, mas “Katia Kabanova” apenas lhe chegou às mãos em 1919 através dum teatro de Brno, numa tradução de Vinvenv Cervinka. Foi sobre esta tradução que o compositor construiu o seu libreto. Fê-lo desmontando, com clareza e realismo, os alicerces deste drama comum, acrescentando-lhe a visão do pedagogo e do moralista.
– Direção musical de Ira Levin. Direção cênica de André Heller-Lopes.
– Elenco: Gabriella Pace, Cláudia Riccitelli, Savio Sperandio, Eric Herrero, Lusa Francesconi, Giovanni Tristacci e Vinicius Atique

 

Dias 22 e 23 de agosto – encenada // Palácio das Artes

Ópera “Livieta e Tracolo”, de G. B. Pergolesi

A Orquestra 415 de Música Antiga e a Cia. Mineira de Ópera levam à cena esta ópera cômica que tem libreto de Tommaso Mariani e estreou em 1734 como intermezzo da ópera Adriano in Síria, do mesmo compositor.
– Direção musical de André Brant. Direção cênica de Henrique Passini.
– Elenco: Camila Corrêa (soprano) e André Fernando (baixo-barítono) nos papéis principais.

 

Dia 24 de agosto (estreia) – em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Griselda”, de Antonio Vivaldi

Esta será a primeira apresentação da ópera barroca em uma temporada lírica do Municipal carioca. “Aguardem uma grande novidade nesta montagem. Lançaremos pelo menos duas estrelas internacionais”, promete Bicudo.
– Elenco: Orquestra Sinfônica Brasileira

 

Dia 11 de outubro (estreia) –  em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ –21 2332 9191

Ópera “Adriana Lecouvreur”, de Francesco Cilea

“Esperamos apresentar aqui uma prima donna do canto em pelo menos duas récitas desta que é uma das óperas mais aguardadas pelos melômanos cariocas”, conta o gestor. Esperemos.

 

Dias 12, 14, 17, 19 e 21 de outubro – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “Pelléas et Melisande”, de Claude Debussy

A ópera francesa do Impressionismo terá sua reposição de 2012, quando estreou no Teatro Municipal de São Paulo. Drama lírico em cinco atos e treze quadros.
– Direção musical e regência de Alessandro Sangiorgi. Direção cênica de Iacov Hillel.
– Elenco: barítono Yunpeng Wang, soprano Rosana Lamosa e baixo-barítono Stephen Bronk.

 

Dia 20 de outubro (estreia) –  encenada // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Liquid voices”, de Jocy de Oliveira

A ópera multimídia representa tanto a produção nacional como a criação contemporânea. Esta nona ópera da compositora paranaense de 81 anos teve estreia mundial em 2017, em São Paulo.
– Elenco: soprano Gabriela Geluda; tenor Luciano Botelho; Corpo de Baile, Coro e Orquestra do TMRJ.

 

Dia 16 de novembro (estreia) – encenada // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera ‘Porgy & Bess”, de George Gershwin

Concepção original para o Palácio das Artes de Belo Horizonte. Artistas contemporâneos do grafite terão a oportunidade de mostrar seus talentos nesta montagem. A proposta é promover um concurso de grafiteiros para compor o cenário de uma favela carioca para a qual a fictícia comunidade de Catfish Row foi transportada na concepção de Bicudo para este clássico norte-americano.

 

Dias 10, 12, 14, 16 e 18 de novembro – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Sonho de uma Noite de Verão”, de Benjamin Britten

Esta ópera foi uma composição encomendada. Faltando apenas dez meses para a estreia, Britten não havia sequer iniciado o trabalho. Para um compositor tradicional, acostumado a receber encomendas com tempo limitado, não seria difícil. Mas para o compositor inglês foi um problema e tanto. Por isso, em agosto de 1959, ele decidiu utilizar como libreto a comédia romântica de mesmo título de William Shakespeare. Em uma carta, ele escreveu: “Simplesmente não há tempo suficiente para escrever um libreto. Usamos o que estava à mão“. Com seu amigo e companheiro, o tenor Peter Pears, ele adaptou a comédia de Shakespeare Sonho de uma noite de verão para uma pera em três atos.
– Direção musical de Cláudio Cruz. Direção cênica de Jorge Takla.
– Elenco: a ser anunciado

 

Dias 16, 17, 19, 21, 22, 24 e 25 de novembro – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “Turandot”, de Giacomo Puccini

Drama lírico em três atos (cinco quadros) com libreto de Giuseppe Adami e Renato Simoni, segundo obras de Schiller e de Gozzi e uma antiga lenda chinesa e persa. A derradeira e máxima obra de Puccini.
– Direção musical e regência de Roberto Minczuk. Direção cênica de André-Heler Lopes.
– Elenco: Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Lírico e Coral Paulistano dão suporte a Elizabeth Blancke-Biggs e Annemarie Kremer (Princesa Turandot); Rudy Park e Eric Herrero (Calaf); Gabriella Pace e Marly Montoni (Liú); Luiz-Ottavio Faria e Carlos E. B. Marcos (Rei Timur).

 

Dia 28 de dezembro (estreia) –  encenada // Teatro Municipal do RJ –21 2332 9191

Opereta “A viúva alegre”, de Franz Lehár

Miguel Falabella fará uma nova tradução da obra (a versão de Millôr Fernandes para o português é bastante conhecida). A ideia é estender a temporada janeiro adentro, para “trazer os turistas que visitam a cidade no verão para conhecer o Municipal”.
– Direção de Miguel Falabella
– Elenco: Orquestra Sinfônica Brasileira

 

 

 

 

 

 

 

 


– Dias 28 e 29 de julho – encenada // Theatro São Pedro – P. Alegre
– Dia 03 de agosto // Recanto Maestro (Restinga Seca) – Auditório Antônio Meneghetti Faculdade
– Dia 0
4 de agosto // Santa Cruz do Sul – Auditório do Colégio Mauá
– Dia 0
9 de agosto // Bagé – Museu Dom Diogo de Souza
– Dia 10 de agosto // Pelotas – Theatro Guarany
– Dia 12 de agosto // Passo Fundo – Teatro Notre Dame
– Dia 15 de agosto // Bento Gonçalves – Anfiteatro Ivo Antônio Da Rold
– Dia 18 de agosto // Caxias do Sul – Teatro Murialdo
– 
Dia 19 de agosto // Novo Hamburgo – Teatro Feevale

Ópera “O quatrilho”, de Vágner Cunha

Libreto de José Clemente Pozenato, autor do livro de mesmo nome que deu origem ao filme dirigido por Fábio Barreto, agora tem sua versão em ópera. Um encontro fortuito entre o escritor José Clemente Pozenato e a Bell’Anima Produções permite a adaptação do livro para o formato de ópera.
– Direção cênica de Luís Arthur Nunes. Regência de Antônio Borges-Cunha.
– Elenco: Carla Maffioletti, como Teresa / Maíra Lautert, como Pierina /  tenor Flávio Leite, como Ângelo / barítono Daniel Germano, interpretando Mássimo. Orquestra com 12 integrantes e cantores convidados, como Luciane Bottona, no papel de Tia Gema.

 

 

*Descontos:
Por favor, verifique a categoria e os comprovantes necessários nos pontos de venda.

 

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