Escrito por em 20 jan 2018 nas áreas Lateral, Notícia, Ópera

Saiba que óperas serão encenadas ou levadas em forma de concerto no Brasil.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Movimento.com traz este post sobre óperas apresentadas no Brasil. O motivo disto é muito simples. Durante anos passados, recebemos muitas reclamações de que, quando o release de alguma ópera ia para o ar, já não havia mais ingressos para venda. Bom frisar que o atraso da publicação dos releases não é de responsabilidade do site, mas sim da produção ou divulgação da ópera. Para que as pessoas possam se antecipar, criamos este post dedicado exclusivamente a este assunto. Acompanhe e cuide de buscar seus ingressos a tempo e hora.

 

Dias 17 e 18 de março – encenada // Cidade das Artes – Teatro de Câmara – Rio – 21 3325 0102

Ópera “La serva padrona“, de Pergolesi

O cenário precisará ser simples, até pela limitação do espaço, e haverá as tradicionais legendas. A orquestração será original, com quarteto de cordas e cravo (na Barra da Tijuca substituído por piano elétrico). A cada apresentação, um conjunto orquestral, a Atlantis Opera Orchestra, será formado especificamente para a ocasião, reunindo músicos profissionais experientes e jovens em início de carreira. A produção é da Kether Arts, empresa do regente.
– Regência: Evandro Rodriguese. Direção cênica: Manoel Thomas. Figurino: Marcelo Moianno. Iluminação: Júlia Requião.
– Elenco: barítono Rafael Siano (Uberto) / soprano Daruá Goes (criada Serpina) / ator Leonardo Nogueira (criado mudo Vespone)

 

Dia 24 de março – encenada // Grande Teatro Palácio das Artes – 31 3236 7400

Ópera “A vingança da cigana“, de Domingos Caldas Barbosa

Com texto original em português, a ópera cômica de Domingos Caldas Barbosa ressalta o universo social e culturalmente mestiço luso-brasileiro no final do Sec. XVIII, e conta a história de Pepa, uma cigana vendedora de agulhas e alfinetes, cujo coração oscilava entre os dois pretendentes: Tarelo, um Marujo e Chibante, um Sargento.
– Direção geral: Guilherme Matozinhos. Direção cênica: Sérgio Anders. Orientação teatral: Kelly Crifer.
– Elenco: Priscila Neves, Heitor Araújo, Robson Aguiar, Sílvia Neves, Mayra Lopes, Filipe Lobo, Matheus França, Antônio Batista e Samuel Goetz.

 

Dias 20, 22, 24, 26 e 28 de abril – encenada // Teatro do Palácio das Artes – 31 3236 7400

Ópera “La traviata”, de Giuseppe Verdi

Encenada em três atos, a montagem vai transportar o público para uma Paris do século 19, onde o demi-monde, o mundo do meio, entre a alta sociedade e o bas-fonds da pobreza e da prostituição, e a família, estrutura inabalável em que os valores burgueses e religiosos ditam as regras, servem de cenário para o conturbado romance entre Alfredo e Violetta. “Tento transitar entre o trágico e o dramático, para contar essa história dentro do seu contexto de época, sem que se torne peça de museu, velha e mofada. Quero manter o seu frescor, o seu vigor“, diz o diretor.
– Direção musical e regência: Sílvio Viegas. Concepção e Direção Cênica: Jorge Takla. Cenários: Nicolás Boni; Figurino: Cássio Brasil; Iluminação: Fábio Retti.
– Elenco: Fernando Portari (Alfredo);  Jaquelina Livieri (Violetta); Paulo Szot (Giorgio Germont). Orquestra Sinfônica de MG, Coral Lírico de MG e Cia de Dança Palácio das Artes.

 

Dias 27 e 29 de abril e 03, 04, 05 e 06 de maio – encenada // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Um baile de máscaras”, de Giuseppe Verdi

A produção estreou na Ópera de Kiel, na Alemanha, com direção cênica do mesmo Pier Francesco Maestrini. Serão dois elencos, com cantores nacionais e internacionais. A atração é coprodução do Theatro com a Ópera de Kiel, na Alemanha, onde estreou em janeiro deste ano. Os alemães cederam o equipamento responsável por trás das projeções high-tech simultâneas que compõem o cenário da ópera: “uma espécie de filme com efeito 3D”.
– Concepção e a direção: diretor de ópera do TMRJ e encenador italiano Pier Francesco Maestrini. Regência: Tobias Volkmann.
– Elenco: Tenores Ricardo Massi e Paulo Mandarino (Gustavo III); Sopranos Susana Branchini e Marianna Lima (Amelia); barítonos Rodolfo Giugliani e Douglas Hann (Renato); Denise de Freitas e Guadalupe Barrientos (Ulrica); Lina Mendes e DafneBoms (Oscar).

 

Dias 28 de abril e 04 e 06 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Fausto“, de Gounod

Festival Amazonas de Ópera em sua 21a. edição. Segundo o maestro Luiz Fernando Malheiro, “esta obra serve de homenagem aos 200 anos de Gounod e se alinha à busca de títulos que, mesmo conhecidos, não ganham montagem no país há décadas
– Direção musical e regência: Luiz Fernando Malheiro. Direção cênica: André Heller-Lopes. Direção artística adjunta: Marcelo de Jesus.
– Elenco: Giulio Pelligra (tenor); Isabelle Sabriá (soprano); Homero Perez (baixo-barítono); Anna Gome e Thalita Azevedo (mezzos) e outros.

 

Dias 29 de abril e 03 e 05 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Dessana, Dessana“, de Adelson Santos

Festival Amazonas de Ópera.
– Direção musical e regência: Otávio Simões. Direção cênica: Matheus Sabrá. Coreografia: Monique Andrade. Figurino: Adroaldo Pereira. Desenho de luz: Fábio Retti
– Elenco: Tamar Freitas, Carol Martins e Kátia Freitas (sopranos); Marinete Negrão e Kelly Fernandes (mezzos); Enrique Bravo, Fabiano Cardoso, Miqueias William, Juremir Vieira, Alberto Correa e Everaldo Barbosa (tenores); Emanuel Conde (baixo); Joubert Júnior, Moisés Rodrigues e Josenor Rocha (barítonos).

 

Dias 4, 6, 9, 11 e 13 de maio – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “O Matrimônio Secreto”, de Domenico Cimarosa

Ópera em dois atos com libreto de Giovanni Bertati. A ópera é ambientada em Bolonha, durante o século XVIII, e narra a história de Geronimo, um comerciante que propõe um dote ao Conde Robinson para que ele se case com sua filha mais velha, Elisetta e, assim, ela se torne parte da nobreza, mas Robinson se apaixona por Carolina, a filha mais nova. Carolina, entretanto, está enamorada de Paolino, empregado de seu pai, e ambos se casam secretamente.
– Direção musical: Valentina Peleggi. Direção cênica: Caetano Vilela. Figurino: Fause Haten. Cenografia: Duda Arruk
– Elenco: Caroline De Comi (Carolina), Jean William (Paolino), Joyce Lima (Elisetta), Ana Lúcia Benedetti (Fidalma), Pepes do Valle (Geronimo) e Michel de Souza (Conte)

 

Dias 12, 13, 14, 16, 17, 18, 21 e 23 de maio – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “La traviata“, de Giuseppe Verdi

Montagem o Palácio das Artes de BH. Ópera composta em 1853, completa a chamada trilogia popular de Verdi, iniciada com Rigoletto, em 1851; continuada em 1853 com Il Trovatore e finalmente seguida de La Traviata, cuja característica principal, é centrar-se na aventura do herói, que domina o drama e e lhe confere unidade.
– Regência: Roberto Minczuk. Direção cênica: Jorge Takla.
– Elenco: sopranos Nadine Koutcher e Jaquelina Livieri (Violetta); tenores Georgy Vasiliev e Fernando Portari (Alfredo); Paulo Szot e Leonardo Neiva, no papel de Giorgio Germont. Orquestra Sinfônica, Coral Lírico Municipal e Balé da Cidade de São Paulo.

 

Dias 12, 18 e 20 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Florencia en el Amazonas“, de Daniel Catán

Festival Amazonas de Ópera. Baseada num livro de Marcela Fuentes-Berain. Não pretende uma recriação da história original, mas um mergulho no universo do realismo latino-americano. A heroína, Florencia Grimaldi, soprano de sucesso, viaja pelo Rio Amazonas em direção a Manaus, onde espera encontrar seu amante Cristóbal.
– Direção artística e regência: Luiz Fernando Malheiro. Direção cênica: Pedro Salazar.
– Elenco: Daniella Carvalho (soprano), Homero Perez (baixo-barítono), Inácio de Nonno (tenor) e Eric Herrero (tenor), entre outros.

 

Dias 13, 17 e 19 de maio – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Acis e Galatea”, de Händel

Festival Amazonas de Ópera. Laboratório de Ópera Barroca. Versão adaptada à mitologia amazônica pelo cineasta Sérgio Andrade.
– Direção artística e regência: Marcelo de Jesus. Direção cênica: Julianna dos Santos.
– Elenco: Aníbal Mancini (tenor), Amanda Aparício (soprano), Murilo Nevez (baixo) e Miran Abad (soprano). Balé Experimental do CDA.

 

Dias 27 e 31 de maio e 2 de junho – encenada // Teatro Amazonas – 92 3622 1880

Ópera “Kawahijen – o vulcão azul“, de João Guilherme Ripper

Festival Amazonas de Ópera. Obra baseada no “O deus do vulcão”, de Fernando Barra. Passa-se em Jacarta, nos arredores do vulcão Kawah Ijen. Entra em cena um instrumento típico chamado Gamelão, cedido pelo governo da Indonésia.
– Direção musical e regência: Marcelo de Jesus. Direção cênica: William Pereira
– Elenco: Isabelle Sabrié (soprano), Daniella Casrvalho (soprano), Homero Velho (barítono), Daniel Umbelino (tenor) e Juremir Vieira (tenor)

 

Dias 14, 15 e 17 de junho – versão condensada // Teatro Santa Isabel – Recife 

Ópera “Carmen“, de Bizet

Uma das óperas mais encenadas do repertório clássico. Realização da Gárgula Produções, Academia de Ópera e Reperttório da UFPE e da Sinfonieta UFPE. Acompanhamento de piano e narração do maestro Wendel Ketlle.
– Produção e realização: Gárgula Produções. Figurino: Marcondes Lima. Direção musical e regência: Wendel Ketlle.
– Participações: Coro da Academia de Ópera e Repertório da UFPE, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música. Orquestra : Sinfonieta da UFPE

 

Dias 15 e 16 de junho – encenada // Sala Cecília Meireles – 21 2332 9223

Ópera “O caixeiro da taverna“, de Guilherme Bernstein

Ópera baseada na comédia homônima de Martins Pena. O libreto foi diretamente retirado do texto original. O texto narra as peripécias do ambicioso e trapaceiro Manoel Pacheco, português cujo maior sonho é ser sócio de sua ama, Angélica Pereira, dona da taverna, que morre de amores por ele. A ambição desenfreada deste caixeiro o coloca em situações hilariantes, que certamente proporcionarão bons motivos para risadas.
– Produção de Adalgisa Rosa (integrante do Ensemble Coletivo das Artes, grupo capixaba contemplado pelo Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo para a montagem do espetáculo). Direção musical e regência: Guilherme Bernstein. Direção cênica: Lício Bruno.
Elenco: Adalgisa Rosa (Angélica) – Lício Bruno (Manoel), Flávia Fernandes (Deolinda), Renato Gonçalves (Francisco), Alessandro Santana (Quintino) e Tadeu Kuzendorff (Antônio).

 

Dias 15, 17, 19, 21, 23 e 25 de junho – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “O Cavalheiro da Rosa”, de Richard Strauss

A comédia, em três atos de Hugo von Hoffmannsthal, tem libreto original no idioma alemão.
– Direção musical: Roberto Minczuk. Direção cênica: argentino Pablo Maritano.
– Elenco: soprano anglo-argentino Carla Filipcic Holm, o baixo Dirk Aleschus, a mezzo-soprano Luíza Francesconi e a soprano ligeiro Elena Gorshunova. Coral Paulistano e Orquestra Sinfônica Municipal.

 

Dias 21, 22, 23 e 24 de junho – encenada // Escola de Música da UFRJ – Rio – 21 2240 1441
Dias 29 e 30 de junho e 01 de julho  // Escola de Música da UFRJ – Rio 

Ópera “A flauta mágica“, de Mozart

A flauta mágica é a última e a mais conhecida ópera de Mozart, que agrada ao público adulto, com temas como o da Rainha da Noite, e às crianças, com as engraçadas aventuras de Papageno. A ópera conta a história do príncipe Tamino, que parte para o reino de Sarastro para libertar a bela Pamina, filha da Rainha da Noite. Mozart levou à perfeição todas as formas musicais que existiam em seu tempo. Nenhum outro compositor, na história da música, conseguiu, como ele, trabalhar com tanta inventividade todos os gêneros então existentes, da ópera à música de câmara. Genialidade em estado puro, foi capaz de transformar um libreto com uma história simples, como a de A flauta mágica, em uma das mais sublimes criações humanas.
– Direção Musical: Inácio De Nonno. Direção Cênica: Julianna Santos. Regência: André Cardoso, Felipe Prazeres, Jean Molinari. Figurinos – Orientação: Desiree Bastos. Iluminação: José Henrique Moreira. Programação Visual: Anna Carolina Bayer. Coordenação Geral: Andrea Adour, José Mauro Albino. Direção do coro: Maria José Chevitarese. Cenografia – Orientação: Cássia Monteiro
Elenco: Tamino: Guilherme Moreira, Paulo Ribeiro // Pamina: Paolla Soneghetti, Jaqueline Rezende // Papageno: Rafael Siano, Cyrano Sales // Papagena: Juliana Sampaio, Alessandra Quintes // Sarastro: David Monteiro, Patrick de Oliveira // Rainha da Noite: Loren Vandal, Dhulyan Contente, Natalia Trigo // Primeira Dama: Isabela Vieira, Bruna Figueiredo // Segunda Dama: Crislaine Hildebrant, Monalisa Lima // Terceira Dama: Lily Driaze, Dani Sardinha // Monostatos: Roberto Montezuma, André Novaes

 

Dias 22, 24, 27 e 29 de junho e 01 de julho – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Alcina”, de Georg Friedrich Händel

Sustenta-se que o mais provável é que Handel tivesse trabalhado sozinho, adaptando o libreto da ópera de Ricardo Broschi, L’Isola d’Alcina. Assim como outras óperas de Händel, como Orlando e Ariopdante, o enredo de Alcina tem por base a obra de Ludovico Ariosto, Orlando Furioso, poema épico. A ópera contém várias sequências musicais para dança.
– Direção musical: Luís Otávio Santos. Direção cênica: William Pereira.
– Elenco: Marília Vargas, Thayana Roverso, Carolina Faria, Caio Duran, Norbert Steidl e David Feldman

 

Dia 6 de julho (estreia) – em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera-oratório “Sansão e Dalila”, de Camille Saint-Saens

Produzido pelo próprio Fernando Bicudo à frente da Ópera Brasil em São Paulo e no Rio de Janeiro em 1989, a atual montagem terá solistas nacionais e internacionais.
– Produção: Fernando Bicudo.
– Elenco: Coro e Orquestra do Theatro Municipal.

 

Dias 28 e 29 de julho – encenada // Theatro São Pedro – P. Alegre
Dia 03 de agosto // Recanto Maestro (Restinga Seca) – Auditório Antônio Meneghetti Faculdade
Dia 0
4 de agosto // Santa Cruz do Sul – Auditório do Colégio Mauá
Dia 0
9 de agosto // Bagé – Museu Dom Diogo de Souza
Dia 10 de agosto // Pelotas – Theatro Guarany
Dia 12 de agosto // Passo Fundo – Teatro Notre Dame
Dia 15 de agosto // Bento Gonçalves – Anfiteatro Ivo Antônio Da Rold
Dia 18 de agosto // Caxias do Sul – Teatro Murialdo
– 
Dia 19 de agosto // Novo Hamburgo – Teatro Feevale

Ópera “O quatrilho“, de Vágner Cunha

Libreto de José Clemente Pozenato, autor do livro de mesmo nome que deu origem ao filme dirigido por Fábio Barreto, agora tem sua versão em ópera. Um encontro fortuito entre o escritor José Clemente Pozenato e a Bell’Anima Produções permite a adaptação do livro para o formato de ópera.
– Direção cênica: Luís Arthur Nunes. Regência: Antônio Borges-Cunha.
– Elenco: Carla Maffioletti, como Teresa / Maíra Lautert, como Pierina /  tenor Flávio Leite, como Ângelo / barítono Daniel Germano, interpretando Mássimo. Orquestra com 12 integrantes e cantores convidados, como Luciane Bottona, no papel de Tia Gema.

 

Dias 09, 10 e 11 de agosto – encenada // Theatro da Paz – Belém

Ópera “La vida breve”, de Manuel de Falla

27º. Festival de Ópera do Theatro da Paz. Composta em 1905, a ópera só estreou em 1913, em Nice, e pertence à primeira fase da obra de de Falla, considerado o maior compositor espanhol do século 20. Na história, o conflito de classes sociais é revelado pelo encontro de Salud, da classe pobre, com Paco, de uma família abastada. Ela se apaixona por ele, que a ilude, para depois se casar com uma moça de sua classe social. Nem precisa dizer que essa história termina em tragédia.
– Direção musical e regência: Miguel Campos Neto. Direção cênica e iluminação: Caetano Vilela. Figurino: Ronaldo Fraga. Coreografia: Luis Arrieta. Cenografia: Duda Arruk.
– Elenco: SALUD, uma cigana (Soprano) Lanna Bastos / LA ABUELA, avó de Salud (Mezzosoprano) Suzy Quintella / PACO (Tenor) Antônio Wilson / TIO SALVAOR, tio de Salud (Baixo) Andrey Mira / CARMELA, a noiva (Soprano) Juliane Lins / MANUEL, o irmão da noiva (Barítono) Idaías Souto / CANTOR, cantor do casamento (Barítono) Marcyo Bonefon / OPERÁRIO, solista no coro da forja (Tenor) Andrew Lima. Orquestra do Theatro da Paz. Coral Lírico com regência de Vanildo Monteiro.
Participação especial como Bailarino: Luis Arrieta. Bailarina Solista: Simone Camargo. Bailarinos Solistas: Cassius de La Cruz, Samuel Kavalerski, e Tiago Assis

 

Dias 17, 19, 22, 24 e 26 de agosto – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Katia Kabanova”, de Leos Janácek

Esta ópera baseia-se numa peça de Ostrovski em cena nos teatros checos desde 1870. Janácek tentou mandar vir de Moscou todas as obras deste dramaturgo, mas “Katia Kabanova” apenas lhe chegou às mãos em 1919 através dum teatro de Brno, numa tradução de Vinvenv Cervinka. Foi sobre esta tradução que o compositor construiu o seu libreto. Fê-lo desmontando, com clareza e realismo, os alicerces deste drama comum, acrescentando-lhe a visão do pedagogo e do moralista.
– Direção musical: Ira Levin. Direção cênica: André Heller-Lopes.
– Elenco: Gabriella Pace, Cláudia Riccitelli, Savio Sperandio, Eric Herrero, Lusa Francesconi, Giovanni Tristacci e Vinicius Atique

 

Dias 22 e 23 de agosto – encenada // Palácio das Artes

Ópera “Livieta e Tracolo“, de G. B. Pergolesi

A Orquestra 415 de Música Antiga e a Cia. Mineira de Ópera levam à cena esta ópera cômica que tem libreto de Tommaso Mariani e estreou em 1734 como intermezzo da ópera Adriano in Síria, do mesmo compositor.
– Direção musical: André Brant. Direção cênica: Henrique Passini.
– Elenco: Camila Corrêa (soprano) e André Fernando (baixo-barítono)

 

Dia 24 de agosto (estreia) – em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Griselda”, de Antonio Vivaldi

Esta será a primeira apresentação da ópera barroca em uma temporada lírica do Municipal carioca. “Aguardem uma grande novidade nesta montagem. Lançaremos pelo menos duas estrelas internacionais”, promete Bicudo.
– Elenco: Orquestra Sinfônica Brasileira

 

Dias 24, 25 e 26 de agosto – encenada // Theatro São Pedro – RS

Ópera “A viúva alegre” de Franz Lehár

Estreada em 1905, com libreto de Viktor Léon e Leo Stein, a opereta cômica A Viúva Alegre narra os planos do governo de Pontevedro (um país tão pequeno que não pode ser encontrado em mapa algum) para que a “viúva alegre” não gaste sua fortuna em Paris, ou para que ela não caia nas mãos de um usurpador – o que provocaria a falência do principado. Para que o dinheiro permaneça no país, é preciso que um pontevedriano seduza e se case com a viúva. Trata-se da tarefa perfeita para o charmoso conde Danilo, que conhece todos os truques para conquistar as mulheres.
– Regência e direção musical: Evandro Matté. Direção cênica: William Pereira. Iluminação: José Luís Fagundes. Cenografia: Dionatan Brasil. Figurino: Antônio Rabadan
– Elenco: Maíra Lautert (soprano, Hanna Glawari), Chiara Santoro (soprano, Valencianne), Daniel Germano (baixo-barítono, Conde Danilo), Flávio Leite (tenor, Camilo), Saulo Javan (baixo-barítono, Barão Zeta), Francisco Amaral (tenor, Raul de Saint Brioche), Ricardo Barpp (baixo-barítono, Visconde Cascada).
– Participações: Marcelo Ádams (ator convidado, como Njegus), Coro Sinfônico da Ospa e Ballet Vera Bublitz
– Bailarinos convidados: Cláudia Vilella, Danrlei Senger, Fernanda Meksraitis, Francesca Fogaça, Gabriel Ferreira, Giovanni Rizzo, Isadora Basso, Letícia Krenzinger, Patrick Bublitz, Thomas Gehlen.

 

Dias 31 de agosto e 01 e 02 de setembro – Encenada // Teatro Guaíra – PR

Ópera “Hansel und Gretel” (João e Maria), de Engelbert Humperdinck

Baseada num conto dos Irmãos Grimm. Avisa o diretor que será uma verdadeira imersão no mundo de sonhos dos contos de fadas. Criaturas mágicas que povoaram nossa imaginação por muitos e muitos anos.
– Diretor musical e regente: Stefan Geiger. Direção cênica: Walter Neiva. Cenografia: Ricardo Garanhani. Figurino: Aldice Lopes. Coreografia:  Patrícia Otto.
Elenco: Geneviève Tschumi (mezzo) como Hensel / Christina Hevel (soprano) como Gretel / Norbert Steldl (baixo) como Pai / Luciana Melamed (soprano) como Mãe / Karolyne Liesenberg (soprano) como Homem de Areia e Fada do Orvalho. Coral Curumim. Orquestra Sinfônica do Paraná.

 

Dias 08, 10 e 12 de setembro – encenada // Theatro da Paz – Belém

Ópera “Un ballo in maschera”, de Giuseppe Verdi

27º. Festival de Ópera do Theatro da Paz. Esta ópera faz parte do segundo período verdiano, estreando no Teatro Apollo, em Roma, em 17 de fevereiro de 1859. É uma das óperas mais conhecidas em todo o mundo e será encenada pela primeira vez na Amazônia. Baseia-se no assassinato do rei Gustavo III da Suécia, mas durante sua composição Verdi foi censurado e obrigado a fazer mudanças, pois na época não se permitiu que fosse encenado o assassinato de um rei no palco. A história, dramática em sua conclusão, com momentos de ironia e comédia, foi rotulada pela crítica como uma tragédia shakespeariana.
– Direção musical e regência: Miguel Campos Neto. Direção cênica: Mauro Wrona. Figurino: Hélio Alvarez. Iluminação: Rubens Almeida. Coreografia: Ana Unger. Cenografia: Duda Arruk.
– Elenco: tenor Fernando Portari (Riccardo, governador de Boston) /  soprano paraense Adriane Queiroz (Amélia) / barítono Rodolfo Giuliani (Renato) / soprano paraense Kézia Andrade (papel masculino, Oscar, um pajem) / mezzo paulistana Denise de Freitas (vidente que anuncia o triste fim de Riccardo). Orquestra Sinfônica do Theatro. Coral Lírico sob a direção de Vanildo Monteiro.

 

Dias 29 e 30 de setembro – encenada // Teatro Municipal de Santo André – SP
Dias 04 e 05 de outubro –  encenada // Teatro Sérgio Cardoso – São Paulo – SP
Dias 13 e 14 de outubro – encenada // Educamais Jacareí – Sala Ariano Suassuna – Jacareí – SP

Ópera “Romeu e Julieta“, de Charles Gounod

Em comemoração ao bicentenário de nascimento do compositor francês Charles Gounod, esta ópera será montada pela Cia de Ópera, juntamente com a APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte e Prefeitura Municipal de Jacareí.
– Direção musical de Abel Rocha. Produção de Paulo Ésper. Direção cênica de Edna Ligieri. Cenografia de Giorgia Massetani.
– Elenco: Daniel Umbelino Riccardo Gatto (ambos como  Romeu), Jéssica Leão MarilySantoro (ambas como Julieta), Albert Andrade, Rafael Stein, Ana Meirelles, Gustavo Lassen, Andreia Souza, Lucas Nogueira, Rodrigo Andrade, Marcello Mesquita, Luciano Guimarães e Marcus Ouros. Orquestra Sinfônica de Santo André.

 

Dias 5, 6, 7, 11, 13 e 14 de outubro – encenada //  UniRio – Sala Glauce Rocha (Sala Cinza), Centro de Letras e Artes 

Ópera “Il matrimonio segreto“, de Cimarosa

Ambientada em Bolonha durante o século XVIII, o espetáculo narra a história de Gerônimo, um comerciante que propõe um dote ao Conde Robinson para que ele se case com sua filha mais velha, Elisetta e, a partir disso, possa  tornar-se parte da nobreza. Porém, Robinson se apaixona por Carolina, a filha mais nova. Carolina, porém, está casada em segredo com o funcionário do pai Paolino.  E aí, começa a confusão… É baseada numa peça inglesa The Clandestine Marriage de George Colman the Elder e David Garrick, que foi baseada nas gravuras de William Hogarth.
– Coordenação Geral e Musical: Carol Mcdavit. Regência: Guilherme Bernstein. Direção Cênica : André Paes Leme. Cenografia: Vanessa Furquim. Figurino: Lara Bezerra e Malu Guimarães. Caracterização: Lucas Oliveira. Iluminação: Filipe Cruz e Luma Wyzykowska.
– Elenco: (Carolina, a filha mais jovem) Luísa Pimenta e Alessandra Quintes /  (Paolino, empregado de Geronimo) Mário Sampaio e Daniel Rangel / (Gerônimo, comerciante bolonhês) David Monteiro / (Fidalma, sua irmã) Júlia Requião e Antônia Medeiros / (Elisetta, filha mais velha de Gerônimo) Glasiele Valvano / (Conde Robinson, um nobre inglês) Flávio Mello. Orquestra da UniRio.

 

Dias 09 e 10 de outubro – encenada // Escola de Música da UFRJ – 21 2532 4649

Ópera “Maroquinhas Fru-Fru“, de Ernest Mahle

Maria Clara Machado escreveu Maroquinhas Fru-Fru para o teatro, com música de Carlinhos Lyra, estreando em 1961 para comemorar os dez anos de O Tablado. O grande sucesso do texto estimulou o compositor Ernst Mahle a criar uma ópera infantil, com 13 personagens solistas no palco e orquestra de cordas, sopros e percussão no fosso, e a estreia aconteceu na Escola de Música de Piracicaba, São Paulo, em 1976. O concurso acaba despertando a cobiça e a inveja das concorrentes e de cidadãos aparentemente respeitados de uma pequena cidade do interior, gerando uma grande confusão, com trapalhadas, trapaças, roubos, amores não correspondidos.
– Direção geral de Maria José Chevitarese. Direção cênica de José Henrique Moreira. Regência de Jean Molinari e Kaique Stumpf.
– Elenco: formado por cantores do conjunto vocal Brasil Ensemble da UFRJ. Orquestra de Câmara composta por instrumentistas estudantes da Escola.

 

Dia 11 de outubro (estreia) –  em forma de concerto // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Ópera “Adriana Lecouvreur”, de Francesco Cilea

“Esperamos apresentar aqui uma prima donna do canto em pelo menos duas récitas desta que é uma das óperas mais aguardadas pelos melômanos cariocas”, conta o gestor. Esperemos.

 

Dias 12, 13, 14 e 15 de outubro – encenada // Teatro de Música de Brasília – 61 3034 3013

Ópera “O barbeiro de Sevilha“, de Rossini

Temporada de ópera independente de Brasília. Comemoração dos 20 anos de fundação da Confraria da Ópera
– Regência de Felipe Ayala. Direção cênica, cenários e figurinos de Francisco Frias. Produção de Hyandra Ello e Janette Dornellas.
– Elenco: Marlon Maia (Fígaro) / Tobias Hagge (Dr. Bartolo) / Janette Dornellas e Carol Araújo (Rosina) / Daniel Menezes e Roger Vieira (Conde Almaviva) / Hugo Lemos (Dom Basílio) e outros. Orquestra de Câmara da Casa de Cultura de Brasília.

 

Dias 12, 14, 17, 19 e 21 de outubro – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “Pelléas et Melisande”, de Claude Debussy

A ópera francesa do Impressionismo terá sua reposição de 2012, quando estreou no Teatro Municipal de São Paulo. Drama lírico em cinco atos e treze quadros.
– Direção musical e regência: Alessandro Sangiorgi. Direção cênica: Iacov Hillel.
– Elenco: barítono Yunpeng Wang, soprano Rosana Lamosa e baixo-barítono Stephen Bronk.

 

Dia 13 de outubro – encenada // Cidade das Artes – RJ – 21 3325 0102

Ópera “O elixir do amor”, de Gaetano Donizetti

Produção da Associação de Canto Coral através seu Núcleo de Ópera, formado por 16 cantores que passaram por coros, grupos, escolas de música e companhias, como Coro Ópera Brasil, Cia. Lírica, Grupo André Vivante, Escola de Música da UFRJ, Conservatório Brasileiro de Música e Escola de Música Villa-Lobos, tendo como pianista Eliara Puggina e direção geral de Pedro Olivero.
– Direção Musical e Regência: Jésus Figueiredo. Direção Geral: Pedro Olivero. Pianista: Priscila Bomfim
– Elenco: (Adina)Danielle Bragazzi / (Nemorino)Wladimir Cabanas / (Dulcamara) Pedro Olivero / (Belcore) Fábio Belizallo / (Gianetta) Júlia Anjos

 

– Dias 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 28 de outubro – encenada // Palácio das Artes – BH – 31 3236-7400

Ópera “O holandês errante“, de Richard Wagner

O Holandês Errante narra a trajetória de um navegador condenado a viver para sempre nos mares, longe de sua pátria, a menos que encontre uma mulher capaz de amá-lo fielmente até a morte, livrando-o de tal maldição.
– Direção musical de Sílvio Viegas. Concepção cênica do argentino Pablo Maritano. Cenários de Renato Theobaldo. Iluminação de Marina Arthuzzi, acompanhada de Rodrigo Marçal Jésus Latalisa. Figurinos de Sayonara Lopes.
– Elenco: Hernan Iturralde(Holandês), Sávio Sperandio(Daland), Paulo Mandarino(Erik), Denise de Freitas(Mary) e Gustavo Eda (Timoneiro de Daland). Orquestra Sinfônica e Coral Lírico de Minas Gerais.

 

Dias 02 e 04 de novembro – encenada // Teatro Guairão – Curitiba

Ópera “Rita“, de Gaetano Donizetti

IV Festival de Ópera do Paraná. Com Orquestra Sinfônica da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Rita, ou Le mari battu é uma ópera cômica em um ato, composta por Donizetti com libreto de Gustave Vaëz. A ópera, uma comédia doméstica, consiste de 8 músicas conectadas por um diálogo falado, foi terminada em 1841 com o título original de “Deux hommes et une femme”. Jamais foi encenada durante a vida de Donizetti.
– Direção Geral de Gehad Hajar. Regência de Paulo Barreto
– Elenco: Jéssica Leão (Rita) / Daniel Soufer (Beppe) / Caê Vieira (Gasparo)

 

Dias 09 e 10 de novembro – encenada // Teatro Guairinha – Curitiba

Ópera “Sóror Mariana“, de Júlio Reis – estreia mundial

IV Festival de Ópera do Paraná. Júlio Reis tinha um sonho: conseguir do escritor português Julio Dantas a autorização para transformar em ópera sua peça “Sóror Mariana”. Obteve do Congresso Nacional uma dotação de 30 contos para a montagem da ópera – quantia que nunca viria a receber. As dificuldades fizeram com que ele não chegasse a orquestrar a ópera: compôs apenas a melodia básica e as partes dos cantores. Júlio Reis morreu no dia 20 de setembro de 1933. Durante anos, seu filho Frederico Mário dos Reis tentaria obter do governo brasileiro a liberação da verba aprovada em 1915 e que permitiria a conclusão e a encenação de “Sóror Mariana”. Frederico Mário morreu em 1992 sem realizar o sonho de seu pai.
– Direção geral de Gehad Hajar. Piano de Jéferson Melo
– Elenco: Josianne Dal Pozzo (Sóror Mariana) / Odair C. Sebaniski (Conde de Chamilly) / Dayane Bernardi (Abadessa) / Dani Prim (Sóror Inés) / Kenya Horst (Sóror Simôa ) / Silmara Campos (Sóror Agostinha) / Caê Vieira (Bispo)

 

Dias 09 e 11 de Novembro – encenada // Teatro Carlos Gomes – Vitória – ES

Ópera “O diletante” – João Guilherme Ripper

6o. Festival de3 Música Erudita do Espírito Santo. Na comédia de Martins Pena (1815-1848), José Antônio, grande admirador de ópera, pretende casar sua filha Josefina com o fazendeiro Marcelo. Este, porém, prefere gêneros musicais populares, para desgosto do futuro sogro. Gaudêncio Mendes, um aproveitador que se diz doutor em direito, tenta usar essa divergência em seu favor e finge ser um cantor lírico para conquistar a preferência de José Antônio.
– Regência de Gabriel Rhein-Schirato. Direção de cena de Colette Dantas.
– Elenco: João Marcos Charpinel, Quintino / Priscila Aquino, Merenciana / Luana Shaeffer, Josefina / Alessandro Santana, Gaudêncio / Flávio Leite, Marcelo / Luane Voigan, Constança / Empregados da casa, passantes, figuras de banho de banho / Coro Lírico da COES / Orquestra Sinfônica da COES

 

Dias 10, 12, 14, 16 e 18 de novembro – encenada // Theatro São Pedro – SP – 11 3667 0499

Ópera “Sonho de uma Noite de Verão”, de Benjamin Britten

Esta ópera foi uma composição encomendada. Faltando apenas dez meses para a estreia, Britten não havia sequer iniciado o trabalho. Para um compositor tradicional, acostumado a receber encomendas com tempo limitado, não seria difícil. Mas para o compositor inglês foi um problema e tanto. Por isso, em agosto de 1959, ele decidiu utilizar como libreto a comédia romântica de mesmo título de William Shakespeare. Em uma carta, ele escreveu: “Simplesmente não há tempo suficiente  – Curitibapara escrever um libreto. Usamos o que estava à mão“. Com seu amigo e companheiro, o tenor Peter Pears, ele adaptou a comédia de Shakespeare Sonho de uma noite de verão para uma pera em três atos.
– Direção musical de Cláudio Cruz. Direção cênica de Jorge Takla. Figurinos de Fábio Namatame. Iluminação de Caetano Vilela. Cenografia de Nicolás Boni.  Coreografia de Anselmo Zolla.
Elenco: contralto Kismara Pessatti (Oberon, o Rei das fadas) // soprano Rosana Lamosa (Tytania, a Rainha das fadas) // mezzo Luciana Bueno (Hermia) // soprano Manuela Freua (Helena) // tenor Daniel Umbelino (Lysander) // barítono Johnny França (Demetrius) // ator Rodrigo Lopéz (trapaceiro Puck) // Homero Velho (Bottom) . Orquestra do Theatro São Pedro

 

Dia 11 de novembro – encenada // Teatro Guairinha – Curitiba

Ópera “O morcego“, de Strauss

Nas vésperas de um baile na residência do príncipe Orlofsky, o barão deve se apresentar na prisão para cumprir oito dias por desacato a uma autoridade. Seu amigo, Dr. Falke, o convence a não se entregar naquela noite e ir ao baile. No ano anterior Falke, vestido de morcego, foi vitima de uma brincadeira de Eisenstein e abandonado, fantasiado e embriagado, em uma praça publica, virando motivo de chacota da população local pela manhã. Secretamente Falken convence a empregada, Adele a ir ao baile também, e depois a mulher de Eisentein, Rosalinde, para ir com uma máscara. Os próximos dois atos contam os encontros e desencontros dos personagens no baile e depois na delegacia de policia.

 

Dias 16, 17, 19, 21, 22, 24 e 25 de novembro – encenada // Teatro Municipal SP – 11 3053 2090

Ópera “Turandot”, de Giacomo Puccini

Drama lírico em três atos (cinco quadros) com libreto de Giuseppe Adami e Renato Simoni, segundo obras de Schiller e de Gozzi e uma antiga lenda chinesa e persa. A derradeira e máxima obra de Puccini.
– Direção musical e regência: Roberto Minczuk. Direção cênica: André-Heler Lopes.
– Elenco: Orquestra Sinfônica Municipal, Coral Lírico e Coral Paulistano. Elizabeth Blancke-Biggs e Annemarie Kremer (Princesa Turandot); Rudy Park e Eric Herrero (Calaf); Gabriella Pace e Marly Montoni (Liú); Luiz-Ottavio Faria e Carlos E. B. Marcos (Rei Timur).

 

Dias 30 de novembro e 01 de dezembro – encenada // Sala Cecília Meireles

Ópera “Piedade”, de João Guilherme Ripper

Piedade surgiu outro dia no palco do Vivo Rio, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, como uma joia redonda em seu desígnio e acabamento. Em torno do enredo verista do rumoroso caso da morte de Euclides da Cunha, Ripper foi capaz de — manuseando apenas três personagens em quatro cenas — sustentar num só arco a atenção do público, que evidenciou seu entusiasmo.
– Direção cênica de Daniel Herz. Direção musical de Priscila Bomfim. Direção de arte de Marcelo Marques
– Elenco: Laura Pisani (Anna da Cunha) / Homero Velho (Euclides da Cunha) / Daniel Umbelino (Dilermando de Assis)

 

Dia 28 de dezembro (estreia) –  encenada // Teatro Municipal do RJ – 21 2332 9191

Opereta “A viúva alegre”, de Franz Lehár

Miguel Falabella fará uma nova tradução da obra (a versão de Millôr Fernandes para o português é bastante conhecida). A ideia é estender a temporada janeiro adentro, para “trazer os turistas que visitam a cidade no verão para conhecer o Municipal”.
– Direção: Miguel Falabella
– Elenco: Orquestra Sinfônica Brasileira

 

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