Escrito por em 11 jan 2019 nas áreas Movimento

Saiba que óperas serão encenadas ou levadas em forma de concerto no Brasil.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Movimento.com traz este post sobre óperas apresentadas no Brasil. O motivo disto é muito simples. Durante anos passados, recebemos muitas reclamações de que, quando o release de alguma ópera ia para o ar, já não havia mais ingressos para venda. Bom frisar que o atraso da publicação dos releases não é de responsabilidade do site, mas sim da produção ou divulgação da ópera. Para que as pessoas possam se antecipar, criamos este post dedicado exclusivamente a este assunto. Acompanhe e cuide de buscar seus ingressos a tempo e hora.

 

Dias 09 e 10 de fevereiro – encenada // SESC Pompeia – SP

Ópera “O inferno de wall street”, de Lívio Tragtenberg

O Inferno de Wall Street (1876) é um texto do poeta Joaquim de Sousândrade (1833-1902) no qual testemunha, na Nova Iorque do final do século XIX, a efervescência da bolsa de valores num quadro de falcatruas, escândalos políticos, morais e religiosos, que moldam o inferno das financeiras norte-americano. O texto faz parte do poema épico “O Guesa”, em que Sousândrade incorpora a mitologia Inca, e conta a trajetória de um menino oferecido em sacrifício aos deuses. Como seu alter-ego, o Guesa, escapa dos sacerdotes do sacrifício e penetra na cidade norte-americana, onde encontra o Inferno da usura.
– Performance musical: Lívio Tragtenberg (teclado, voz e clarone) / Emerson Boy (saxofones, cítara e cavaquinho) / Wellington Tibério (glass harmônica) / Celso França (percussão) / Márcio Barreto (voz e trompete)

 

Dias 14, 15, 16, 17, 19, 20 e 21 de fevereiro – encenada // Theatro Municipal de SP – 11 3397 0327

Ópera “O barbeiro de Sevilha”, de Gioacchino Rossini

Conta a história de Fígaro, um barbeiro que faz de tudo na sua cidade: arranja casamentos, ouve confissões, espalha boatos, enfim… um verdadeiro prodígio de imaginação. A trama começa com uma serenata sob o balcão da casa de Rosina pelo Conde Almaviva, disfarçado de Lindoro.
– Direção cênica de Cléber Papa. Regência de Roberto Minczuk. Cenários e figurinos de José de Anchieta.
– Elenco: Figaro (Michel de SouzaDavid Marcondes, barítonos) / Rosina (Luísa Francesconi e Luciana Bueno, mezzo-sopranos) / Conde de Almaviva (Jack Swanson e Aníbal Mancini, tenores) / Dr. Bartolo (Sávio Sperandio e Saulo Javan, baixos) / Don Basilio (Carlos Eduardo Marcos e Matheus França, baixos) / Fiorello (Vítor Mascarenhas e Vicente Sampaio, barítonos) / Berta (Débora Dibi e Denise Yamaoka, sopranos) / Sargento (Andrey Mira, baixo) / Ambrogio (Fabrízio Santos, ator) / Notário (Sérgio Seixas, ator). Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Coro Lírico.

 

Dias 15 e 17 de março – encenada // Theatro Municipal RJ – 21 2332 9191

Ópera “Côndor”, de Carlos Gomes

A abertura, que evoca o Oriente num delicado solo de harpa, mostrando a rainha Odalea no seu reino de Samarcanda (no atual Uzbequistão), no século XVII. Os três atos se desenrolam a partir da paixão de Côndor, chefe do exército que invade o país, por Odalea, as tentativas da rainha de livrá-lo da ira do seu povo e a fúria das hordas inimigas ao saber que o seu líder é um traidor.
– Direção cênica de André Heller-Lopes. Regência de Luiz Fernando Malheiro
– Elenco: Côndor: Fernando Portari (tenor) // Odalea: Eliane Coelho (soprano) // Adin: Michele Menezes (soprano) // Zuleida: Marianna Lima (soprano) // Almazor: Murilo Neves (baixo) // Mufti: Ciro d’Araújo (barítono) – Orquestra e Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

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