Escrito por em 26 abr 2019 nas áreas Lateral, Minas Gerais, Música de câmara, Programação

Músicos criam novos diálogos entre si

No dia 30 de abril, às 20h30, instrumentistas da Filarmônica de Minas Gerais ocupam o palco da Sala Minas Gerais em formações variadas, na série Filarmônica em Câmara. Com os concertos de câmara, a música se apresenta com possibilidades infinitas, e os músicos, que rotineiramente se reúnem no conjunto da orquestra, criam novos diálogos entre si e podem mostrar ao público, de maneira mais íntima, as potencialidades de cada instrumento. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

 

PROGRAMA

Schubert
Trio para violino, viola e violoncelo em Si bemol maior, D. 581
– 
Rommel Fernandes, violino
– Nathan Medina, viola
– Philip Hansen, violoncelo

Gabriela Frank
Leyendas: Um andarilho Andino
– 
Ana Zivkovic, violino
– Roberta Arruda, violino
– Mikhail Bugaev, viola
– Philip Hansen, violoncelo

Beethoven
Septeto em Mi bemol maior, op. 20
– 
Tiago Ellwanger, violino
– Mikhail Bugaev, viola
– Eduardo Swerts, violoncelo
– Marcos Lemes, contrabaixo
– Alexandre Silva, clarinete
– Andrew Huntriss, fagote
– Fábio Ogata, trompa

 

 

 

SERVIÇO

 

 

Filarmônica em Câmara

Dia 30 de abril, terça-feira, às 20h30

Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto –  (31) 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia)

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Ingressos comprados na bilheteria não têm taxa de conveniência.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12 às 20h.

Aos sábados, das 12 às 18h.

Em quintas e sextas de concerto, das 12 às 22h

Em sábados de concerto, das 12 às 21h.

Em domingos de concerto, das 9 às 13h.

 

São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

 

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano.

Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.

O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS), um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados.

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais e conta com o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

 

Faça seu comentário