Rodolfo Giugliani
Rodolfo Giugliani

Rodolfo Giugliani
Nascido em São Paulo, estudou canto com Benito Maresca e atualmente prepara seu repertório com o Maestro Bruno Roccela. Frequentou os Master Classes, Silvia Sass; Evegeny Nesterenko; Leo Nucci; Fiorenza Cossoto e Jaume Aragall.
Em seu debut em “La Traviata” em 1999, o crítico Sergio Segalini da revista Ópera Internacional de Paris escreveu: “Rodolfo Giugliani foi uma grande revelação, com sólidos conhecimentos de estilo e sobretudo uma acentuação precisa das notas, uma verdadeira grande voz”.
Conquistou o 1º lugar em concursos no Brasil e no exterior como o Concurso de canto Aldo Baldin, onde foi vencedor em quatro edições; Concurso Internacional de canto Bidu Sayão; Concurso Internacional de canto Maria Callas e 2º lugar no Concurso Vozes do Brasil. Foi o grande vencedor do Concurso Internacional de canto Jaume Aragall, realizado na Espanha em 2008.
Apresentou-se nos principais teatros brasileiros e do exterior em papéis como, La Traviata (Giorgio Germont); Tosca (Scarpia); I Pagliacci (Tonio); Cavalleria Rusticana (Alfio); Madama Butterfly ( Sharpless); Gianni Schicchi (Gianni Schicchi); Andrea Chenier (Gerard); Rigoletto (Rigoletto); Oratório Colombo (Cristovão Colombo); Lucia di Lammermoor (Enrico); Lo Schiavo (Iberê), Nabucco (Nabuccodonosor).
Em 2010, obteve grande reconhecimento da crítica cantando no papel de Iberê na ópera Lo Schiavo, no Festival Amazonas de Ópera sob regência do Maestro Luiz Fernando Malheiro e direção de Jaime Martarell.
Seus últimos trabalhos foram:
- Concertos no Palau de La musica Catalana (Barcelona – Espanha).
- La Traviata (Giorgio Germont) no Teatro São Pedro (São Paulo – Brasil), sob regência de Emiliano Patarra e direção de Adelaide Negri.
- Gianni Schicchi (Gianni Schicchi) no Teatro São Pedro (São Paulo – Brasil), sob regência de Emiliano Patarra e direção de William Pereira.
- Andrea Chenier (Carlo Gerard) no Palácio das Artes (Belo Horizonte – Brasil), sob regência de Luiz Fernando Malheiro e direção de André Heller-Lopes.
- Lucia di Lammermoor (Enrico) no Teatro Municipal (Rio de Janeiro – Brasil), sob regência de Silvio Viegas e direção de Alberto Renault.
- Nabucco (Nabuccodosor) no Teatro Municipal (Rio de Janeiro – Brasil), sob regência de Silvio Viegas e direção de André Heller – Lopes
Welton Nascimbene
Welton Nascimbene
Bailarino da Especial Cia de Danças Clássicas de São Paulo, participou de espetáculos nas principais capitais brasileiras, e incursões internacionais em Varna (Bulgária), Jackson(EUA) e Moscou (Rússia).
Teve como principais mestres; Guivalde de Almeida, Jorge Peña, Wilson Carvalho, Erinaldo Conrado, Márcia Pereira, Helena Martins, Nilson Soares, Ricardo Ordonez, Boris Storojkov, Mikhail Krapvin, Victor Navarro, Jhean Alex, Aracy de Almeida, Andre Bezerra, Andrea Thomioka, Liliane Benevento, José Ricardo tomazeli, Marcio Rongetti, Greice Kerche, Cecília Kerche, entre outros.
Bailarino premiado em todos os principais festivais de dança do Brasil, incluindo primeiros lugares em Joinville, Passo de Arte, CBDD e Seminário Internacional de Brasília. Atua como guest nas principais capitais brasileiras, nos mais importantes eventos de dança do nosso pais.
Partner de grande qualidade, atua ao lado das grandes revelações de sua geração: Priscila Yokoi, Fernanda Manoel, Paula Penachio, Flavia Garcia, Fabyana Nemeth, Luiza Marques, Luiza Lopes, Amanda Rosa, Thais Assis, Marilia Guillarducci, Paula Alves, Pamela Valim, Aurora Dickie, Lara Marson, Liana Vasconcellos, Juliana Leonel entre outras. Docente da Especial Academia de Ballet, Ballet Aracy de Almeida e maitre convidado das seguintes escolas: Ballet Ana Eliza Antunes, Kleine Szene Studio de Dança, Ballet Marcia Bueno, Studio Corpo e Arte, Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Ballet Carla Pacheco, Ballet Sandra Godoy e Oficina Corpo e Arte, ministra aulas e cursos regularmente em todo território nacional. Produtor da temporada do Ballet Russo no Brasil desde 2004 (Maior curso de férias da América Latina).
Pamela Valim
Pamela Valim
Aos 11 anos, iniciou os estudos de balé na Escola Municipal de Bailado de São Paulo e, três anos depois, passou a integrar a equipe do Ballet Aracy de Almeida, sob direção de Guivalde de Almeida e Joge Peña, onde se formou aos oito anos de estudo de balé clássico e contemporâneo dirigido por Jhean Allex.
Em 2009, recebeu medalha de ouro como melhor bailarina do 27º Festival de Dança de Joinville com 1º lugar Balé Clássico de Repertório – Grand – Pas de Deux com a coreografia Giselle, prêmio este concedido a apenas mais duas bailarinas em edições anteriores por este Ballet.
Ainda em 2009, encenou Giselle – Ballet Romântico em 2 Atos, com a Cia. Brasileira de Danças Clássicas, sob direção de Guivalde de Almeida – temporada no Teatro de Dança (SP). Pamela faz parte da Cia Brasileira de Danças Clássicas onde atua em diversos ballets como Dom Quixote, Giselle, Chopiniana ‘’Les Sylphides ‘’,’’A bela Adormecia ‘’dentre outros ballets de repertório.
No ano de 2010, dançou como convidada no Festival de Dança de Joinville interpretando o ‘’Quebra Nozes‘’ ao lado do bailarino Diego de Paula, primeiro bailarino de Badisches Staatstheater Karlsruhe (Alemanha), em Belém no ballet completo ‘’A Bela Adormecida ‘’ com André Teixeira, primeiro bailarino do North Carolina Ballet, Humberto Teixeira, ex-bailarino e coreógrafo da Badisches Staatstheater Karlsruhe, e Ednaldo Louzardo, bailarino solista da São Paulo Companhia de Dança (SPCD). No mesmo ano foi selecionada pra o 10º IBC (USA International Ballet Competition).
Marília Guilharducci
Marília Guilharducci
Formada pela Escola Municipal de Bailados em 2002, foi integrante do Corpo de Baile da escola por 4 anos e também participou do Ballet Manuela Leite. Diplomada pelo sétimo e oitavo grau da Royal Academy of Dancing. Em julho de 2002, participou do XII Seminário Internacional de Dança de Brasília, obtendo bolsa de estudos integral para a Universidade de Dança, Música e Artes Cênicas de Mannheim, Alemanha, onde permaneceu até julho de 2004.
De volta ao Brasil, participou por quatro anos consecutivos da montagem do ballet clássico de repertório “O Quebra Nozes” pela Cisne Negro Cia de Dança, onde foi convidada para estagiar no ano de 2005. Em 2006, foi convidada para participar do Espaço 10X21, sob a direção de Ady Addor e em 2007 participou da montagem de “Les Villes Blessées” (As cidades feridas) dirigida por Katto Ribeiro, bailarino e diretor da Companhia de Dança Francesa Cie Rhadiofoli.
Fez parte da equipe docente do colégio Santo Américo e da Escola Autonomia nos anos de 2007 e 2008. Em 2009, participou do curso de barra a terre no Studio 3 Espaço de Dança, ministrado por Marcos Verzani; Pre Primary e Primary para professores da Royal academy of Dance e do Seminário Internacional de dança de Brasília.
Desde 2007, atua como bailarina e professora na Company Ballet em São Paulo.Como bailarina ganhou diversos prêmios em festivais.Teve como principais mestres: Ady Addor, Manuela Leite, Ruth Rachou, Aracy Evans, Birgit Keil, Vladimir Kloss, Swetlana Kusnezowa, Rose Calheiros, Ismael Guiser, Neide Rossi.
Coral Infanto-Juvenil Vale Música
Coral Infanto-Juvenil Vale Música
A Fundação Amazônica de Música, juntamente com a Fundação Vale, vem desenvolvendo desde 2004 o Projeto VALE MÚSICA, voltado para a educação musical de crianças e adolescentes da rede pública de ensino.
Integrando o Projeto, o Coral Infanto-Juvenil Vale Música é regido pela Profª Elizety Rego e formado por 140 alunos, de idade entre 07 e 15 anos.
O repertório do Coral é eclético, variando do clássico ao popular e inclui músicas em espanhol, inglês, francês, japonês, latim, italiano e português, já tendo se apresentado em grandes eventos da nossa cidade, com destaque para as apresentações no Círio de Nazaré; na festa comemorativa aos 100 anos de nascimento do Maestro Waldemar Henrique (Teatro da Paz); na Féte de La Musique (promovida anualmente pela Aliança Francesa); na Cerimônia dos 100 anos da Imigração Japonesa ao Brasil; nos Autos de Natal de 2007 e 2008, promovidos pela Prefeitura Municipal de Belém, entre outros.
Em agosto de 2008, alguns de seus integrantes foram selecionados para participar da montagem da Ópera “La Boheme”, encenada no Teatro da Paz, dentro da programação do II Festival Internacional de Ópera da Amazônia.
O Coral Vale Música integra o elenco da Ópera Infanto-Juvenil “O Viajante das Lendas Amazônicas”, apresentada no Pará em Belém (Theatro da Paz) e no Ginásio Poliesportivo de Marabá, assim como no Palácio das Artes, em Belo Horizonte-MG, no Teatro Nacional Cláudio Santoro de Brasília e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Palhaços Trovadores
Palhaços Trovadores
Grupo de teatro atuante na cidade de Belém do Pará, há oito anos. Trabalha com a linguagem do clown (palhaço), aliada a elementos dos folguedos populares da região (bois, quadrilhas, pastorinhas), criando espetáculos coloridos e alegres, que valorizam a arte e cultura local: suas festas, danças, poesias e canções.
Alguns espetáculos utilizam elementos poéticos e estruturais dos folguedos, por isso são apresentados em seus períodos festivos, obedecendo ao calendário dessas festas: Quadra Carnavalesca, Quadra Junina, Quadra Nazarena, Quadra Natalina. Outros são mais livres, podem ser apresentados em qualquer época, utilizando apenas alguns elementos estruturais e expressivos dos folguedos, como a apresentação em cortejo, as canções e as trovas. Estas, por sinal, são elementos poéticos constantes no trabalho do grupo, daí seu nome.
O grupo também estuda a história do circo e do palhaço, assim como os folguedos populares da região, coletando textos, canções e formas poéticas.
Sempre que pode, mantém intercâmbio com outros grupos de passagem pela cidade de Belém. A relação mais estreita é com o grupo Lume de Campinas/SP, mas integrantes do Palhaços Trovadores já participaram de oficinas e treinamentos com os integrantes da Cia do Gesto/RJ; Trio Pyrathiny/SP, Clowns de Shakespeare/RN e com os atores e clowns Thierry Tremouroux/RJ e André Casaca/Itália.
O grupo Palhaços Trovadores é pioneiro na arte do clown em Belém do Pará e atua quase sempre em logradouros públicos (praças, anfiteatros, ruas etc), trabalhando a formação de platéia e o reencontro do público com seus bens culturais.
Além da apresentação de espetáculos, o grupo participa de eventos diversos, realizando performances para empresa e órgão oficiais, assim como para entidades filantrópicas, como a AVAO, associação de voluntários que atua junto às crianças com vítimas de câncer. Por duas vezes o grupo participou do programa Big McFeliz, que destina a renda do dia do fast food McDonald à associação.
Companhia de Danças Clara Pinto
Companhia de Danças Clara Pinto
Foi fundada em 1982 pela Professora Clara Pinto Nardi com o objetivo de promover espetáculos de danças, divulgando esta arte a nível local, nacional e internacional.
A companhia atualmente é composta por bailarinos que possuem formação de dança clássica através da Escola de Danças “Clara Pinto”, filiada a Royal Academy of Dancing de Londres e se acrescentam também a seus currículos, cursos de Jazz, Sapateado, Dança Contemporânea, Dança Moderna, Dança de Salão, Alongamento e Folclore.
A companhia tem se desenvolvido por iniciativa própria desde sua fundação com grande esforço, mas conseguido sempre êxito em suas realizações. Hoje ocupando lugar de destaque no Cenário Nacional da Dança.
Companhia de Dança Ana Unger
Companhia de Dança Ana Unger
Foi criada em 1999 com o objetivo de promover o aprimoramento técnico, resgatar talentos e profissionalizar a dança no estado do Pará.
Através do experimento e da pesquisa, o trabalho da companhia se desenvolve nos estilos contemporâneo, clássico e neoclássico agregando técnicas teatrais capazes de exprimir através da dança, propostas coreográficas criativas e inovadoras.
Fazem parte de seu repertório os espetáculos: Nuances da Amazônia, Mãnha-Nungara (Prêmio Secult 2002), Grita Amazônia – A força cabana (Prêmio de circulação FUNARTE), Rupture (Prêmio Secult 2003), Árvore que Chora – A saga dos homens que ganharam à vista e perderam os olhos, Abracadança, Ciranda das Cores, Dançando no Universo, Brasil Dança Brasil I e II, Rei Leão, Luz I e II, Pinóquio na ponta dos pés, O Presente Precioso, Acqua, Olho Mágico.
Espetáculo em homenagem aos 250 anos de Mozart e 100 anos de Shostakovich com a OSTP e Murubixaua. Os clássicos “O Quebra Nozes”, “O Lago dos Cisnes”, “Dom Quixote” e dos espetáculos em homenagem ao centenário do maestro Waldemar Henrique – “Waldemar Seresteiro”, “Waldemar Inédito e Raro Henrique” e ainda a participação nas montagens: Viúva Alegre, Carmem, Bug Jargal, Iara e Guarany nos Festivais de Ópera do Theatro da Paz.
Todas estas participações traduzem a identidade desta Cia. de Dança, que mesmo na diversidade de estilos mantém a qualidade artística com virtude e dinamismo, tornando-se o símbolo mais vivo e mais autêntica representação da dança/balé amazônica.
Orquestra Jovem Vale Música
Orquestra Jovem Vale Música
A Fundação Amazônica de Música, juntamente com a Fundação Vale, vem desenvolvendo desde 2004 o Projeto VALE MÚSICA, voltado para a educação musical de crianças e adolescentes da rede pública de ensino.
Integrando o Projeto, a Orquestra Jovem Vale Música, que foi criada em janeiro de 2010, tem em sua formação 64 alunos, com idade entre 11 e 21 anos. Tem como tendo em sua formaçembro de 2008 eRegente titular o Maestro Miguel Campos Neto, e como regentes assistentes os professores Agostinho Jr., Benedito Jr., Marcus Guedes e Paulo Keuffer.
Os alunos que integram a Orquestra Jovem Vale Música tem larga experiência em apresentações musicais, em diversos eventos culturais, onde se destacam a participação na Ópera Infanto-Juvenil “O Viajante das Lendas Amazônicas”, apresentada no Pará, em Belém (Theatro da Paz) e no Ginásio Poliesportivo de Marabá, assim como no Palácio das Artes, em Belo Horizonte-MG, assim como na Ópera de Rossini, “La Cambialle de Matrimonio”, parte integrante do Festival de Internacional de Ópera da Amazônia de 2009.
Em março de 2010, apresentou-se sob a regência do maestro sul-coreano Jooyong Ahn, tendo como solista o trompetista norte-americano David Spencer, convidados do Projeto Vale Música-Belém e sob o patrocínio da Universidade do Memphis (USA).
Em maio do mesmo ano, a OJVM, como integrante do Projeto da Ópera “O Viajante das Lendas Amazônicas”, se apresentou no Teatro Nacional de Brasília, e na reabertura do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Em junho de 2010 apresentou-se com o renomado violoncelista Antônio Meneses, em Belém-PA, e novamente no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde interpretou peças de Beethoven e Tchaikovsky.
Logo depois, em julho, apresentou-se sob a regência do maestro alemão Walter Michael Vollhardt, convidado pelo Projeto Vale Música e sob o patrocínio do Instituto Goethe e da Casa de Estudos Germânicos da UFPa, que realizou um trabalho intensivo com seus integrantes.
A partir de setembro de 2010, a OJVM participa do Projeto SONS DA AMAZÔNIA, que tem por objetivo a realização de concertos didáticos mensais, com entrada franqueada ao público.
A OJVM tem desenvolvido o intercâmbio com instrumentistas e regentes internacionais, entre os quais: David Spencer (USA), Jooyong Ahn (Coréia do Sul), Ricardo Cabrera (Colômbia), Brian Lewis (EUA), Yerko Tabilo (Chile), Alexander Shityakov (Rússia), Evgueny Pustovalov (Rússia), Emmanuele Baldini (Itália), entre outros.
Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz
Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz
A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz foi criada em 1996, numa iniciativa da Secretaria Executiva de Cultura (SECULT), contando com a parceria da Fundação Carlos Gomes. Os maestros Andi Pereira (RS), Barry Ford (EUA), Mateus Araujo (SP) e Enaldo Oliveira (PA) já foram titulares da Orquestra que, atualmente, é conduzida pelo maestro paraense Miguel Campos Neto.
Estiveram à frente da OSTP, como convidados, os maestros Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Sílvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence e, nesta temporada, o maestro Carlos Moreno.
Como solistas, atuaram, entre outros, Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Paulo José Campos de Melo, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha, Marília Caputo, Gabriela Affonso, Antônio Del Claro, Diego Carneiro, Jorge Zabala, Igor Kotov e Atalla Ayan.
Em 1999, gravou o CD “Arthur Moreira Lima interpreta Waldemar Henrique”, destacando três compositores locais: Serguei Firsanov, Tynnôko Costa e Luiz Pardal.
Integrada à vida cultural de Belém, a OSTP realiza concertos mensais no Theatro da Paz; participa do Festival Internacional de Música da Fundação Carlos Gomes e do Festival de Ópera do Theatro da Paz, tendo executado entre outros títulos, Macbeth, Rigoletto e La Traviata, de Verdi; a opereta A Viúva Alegre, de Franz Lehár; Pagliacci, de Leoncavallo; A Flauta Mágica, de Mozart; Carmen, de Bizet; Romeu e Julieta, de Gounod; O Barbeiro de Sevilha de Rossini; Madamma Butterfly, Gianni Schicchi e La Bohème, de Puccini; Il Guarany, de Carlos Gomes e, em primeira audição, depois de suas estréias há mais de cem anos, as óperas Bug Jargal e Yara, do paraense Gama Malcher.
Os oratórios Magnificat, de J. S. Bach e Stabat Mater, de Rossini, a 5ª Sinfonia de Shostakovich, além de A Floresta do Amazonas e Choros nº 10, de Villa Lobos estão entre as grandes performances da OSTP, que tem na realização do ciclo integral das nove sinfonias de Beethoven, em 2006, o ponto alto da sua trajetória de quinze anos.
Em 2005, iniciou o processo de descentralização de suas atividades, por meio do projeto “Pará Sinfônico – A Orquestra nos Municípios”, tendo se apresentado em Castanhal, Santarém, Vigia, Tucuruí e Capanema, entre outras cidades.
Em 2008, gravou o seu primeiro DVD, registro de uma das melhores fases de seu amadurecimento artístico.
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