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Conteúdo especial ::: História da Música :::
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A Música Barroca de Minas Gerais
Ver o índice
5.4 Francisco Gomes da Rocha (1746-1808)
Nascido em Vila Rica em 1746, morreu em 9/2/1808 na mesma vila.
Começou sua carreira em 1766, ingressando na Irmandade da Boa Morte, na Matriz de Antônio Dias, e na Irmandade de S. José dos Homens Pardos, em 1768. Apresentou-se como regente e contralto em inúmeras festividades. Foi também fagotista e timbaleiro do Regimento dos Dragões de Vila Rica, sendo portanto companheiro de Tiradentes.
Amigo de Lôbo de Mesquita, foi por ele designado para cobrar os pagamentos atrasados que a Ordem Terceira do Carmo tinha com ele, quando partiu para o Rio de Janeiro.
Supõe-se que sua obra tenha sido numerosa, mas hoje são conhecidas somente a Novena de N. Sra. do Pilar de 1799, e as Matinas do Espírito Santo de 1795, além de algumas peças incompletas a ele atribuídas.
Auxiliou o pintor Manuel da Costa Ataíde em seu célebre teto da igreja de S. Francisco, pondo a sua orquestra como modelo para os anjos instrumentistas do pintor.
Índice
1. Uma Introdução: redescobrindo o passado musical brasileiro
2. As origens: de 1553 a 1720
3. A hegemonia da Igreja: de 1720 a 1749
4. A música religiosa das Irmandades: de 1750 a 1810
5. Compositores de 1750 a 1810
5.1 José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita
5.2 Manoel Dias de Oliveira
5.3 Marcos Coelho Neto (1740-1806)
5.4 Francisco Gomes da Rocha (1746-1808)
5.5 Ignácio Parreiras Neves (1730-1794)
5.6 Jerônimo de Souza Lôbo (? - 1810)
5.7 Joaquim de Paula Souza (1760-1820)
6. A Música Profana: 1750 a 1810
7. A música do século XIX
8. As orquestras bicentenárias
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