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“A serva patroa”, baseada em Pergolesi, em BH

Produção com a participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais faz parte da programação da 38ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança.

SERVIÇO

 

Grande Teatro do Palácio das Artes
Avenida Afonso Pena 1537, Centro, Belo Horizonte – MG

Dia 25.02, às 21h. e 26.02, às 20 h.

Ingressos: o valor não foi informado

 

A DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical e a Fundação Clóvis Salgado trazem ao Grande Teatro do Palácio das Artes a ópera “A Serva Patroa”, ópera em um ato, dentro da programação da 38ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, uma versão em português da obra de Giovanni Battista Pergolesi “La Serva Padrona”.

Estreada nos palcos mineiros em 2009, a produção terá participação da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência do maestro Daniel Kostás, que assina também a direção musical do espetáculo. A versão em português, assim como a direção geral e cênica é da atriz e cantora Ana Taglianetti.

No elenco, a soprano Fabíola Protzner, considerada a grande revelação lírica mineira do ano de 2011, vive a personagem Serpina, a serva que quer virar patroa. O premiado cantor lírico carioca Lício Bruno é Uberto, o patrão de Serpina, e o ator mineiro Paulo Víctor interpreta Vespone, o também criado da casa de Uberto.

Após estreia de sucesso na abertura do 1º Festival de Teatro Musical de Belo Horizonte, o espetáculo foi apresentado também nos Festivais de Inverno de Vespasiano e de Música de Divinópolis. “A Serva Patroa” marca seu retorno aos palcos da capital mineira e promete, além de excelente música, muita diversão.

 

Sinopse

Serpina (Fabíola Protzner) trabalha e vive na casa de Uberto (Lício Bruno), seu patrão, que a criou desde pequena. Já mulher, a empregada Serpina está decidida a conquistar o coração de Uberto e, assim, tornar-se a patroa da casa. Construindo mil e uma artimanhas engraçadíssimas com a ajuda do criado Vespone (Paulo Víctor), Serpina acaba conquistando o amor de Uberto. Nessa jornada de conquista amorosa, descontraída e divertida, a plateia participa como cúmplice dos acontecimentos.

 

Artistas envolvidos thyroxine for sale canadian pharmacy
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, um dos Corpos Artísticos da Fundação Clóvis Salgado, é considerada um dos mais importantes patrimônios artístico-culturais do Estado. Fundada em 1976, interpreta um repertório que compreende todos os períodos da história da música escrita para orquestra: óperas, balés, concertos, poemas sinfônicos e grandes obras sinfônico-corais.

Entre os regentes titulares de sua história figuram os maestros Wolfang Groth, Emilio De César, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto da Fonseca, Aylton Escobar, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej e Marcelo Ramos. Também regeram a OSMG personalidades como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Cláudio Santoro, Camargo Guarnieri, Benito Juarez, Alceo Bocchino, Marc Trautman, Roberto Duarte, Carlos Prates, Per Brevig, Roberto Schnorremberg, Johannes Homberg, Eugene Kohne e outros célebres maestros convidados.

A OSMG diversificou sua atuação em óperas, balés, concertos, apresentações ao ar livre, na capital e no interior, executando um repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, do barroco ao contemporâneo. O maestro Roberto Tibiriçá, que venceu pelo segundo ano consecutivo o Prêmio Carlos Gomes – ópera e música erudita na categoria regente sinfônico pelo seu trabalho à frente da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, é o regente titular e Gabriel Rhein Schireto é o atual regente residente.

 

DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical

Depois de 4 anos de trabalho realizado com sucesso em Belo Horizonte, a DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical vem se consolidando como importante produtora de teatro musical e ópera. Foi criada em 2008 pelo maestro Daniel Kostás e, em parceria com a atriz e cantora Ana Taglianetti e com a Casa de Artes Operária de São Paulo, se dedica não só à performance, mas também à formação de artistas e à produção de ópera e teatro musical.

Desde 2010, conta também com o talento e experiência do diretor, produtor e ator Dilson Mayron, importante referência artística no estado de Minas Gerais, principalmente pelo seu trabalho desenvolvido à frente do SINPARC e da Campanha de Popularização do Teatro e Dança.

A DrammAto iniciou suas atividades em BH dentro do “Programa de Musicais na UFMG”, projeto criado em 2008 na Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto já em sua primeira edição apresentou um grande espetáculo, “Uma Noite na Broadway”, fruto de um processo de ensaios e atividades, que incluíram matérias da graduação da universidade e cursos de extensão. Os alunos do curso se tornaram referência na cidade e fazem parte das principais produções musicais de Belo Horizonte.

O curso na UFMG também inspirou e ajudou diversos produtores e artistas na cidade a criarem e produzirem atividades e outros cursos sobre teatro musical no estado, estimulando um grande movimento em favor desse gênero artístico na capital.

Dentre os muitos espetáculos e atividades realizados, destacam-se mais 2 edições da série “Uma Noite na Broadway”, o projeto acadêmico “A Pequena Sereia”, o show “Broadway- Solos e Duetos”, as apresentações artísticas do “Prêmio Usiminas Sinparc 2010”, o concerto “Era uma vez um menino”, o show “Noite do Oscar-2011” e a ópera “A Serva Patroa”, grande sucesso de público e crítica que tem tournée mineira programada para o primeiro semestre de 2012, com apresentações inclusive no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte.

Nos próximos anos, a DrammAto pretende desenvolver uma intensa programação de cursos, várias óperas e irá trazer a Belo Horizonte uma grande produção de teatro musical da Broadway. Conheça mais a DrammAto e fique por dentro das atualizações no blog www.drammato.blogspot.com

 

Ana Taglianetti – Diretora Geral, Versão em Português e Concepção de Figurinos

Em vinte anos de carreira como atriz e cantora, Ana Taglianetti foi dirigida por grandes nomes do teatro nacional e internacional, como Gabriel Villela, Carlos Alberto Soffredini, Iacov Hillel, Silnei Siqueira, Beth Lopes, Luis Damasceno, Rodrigo Santiago, Robert Jess Roth, Richard Barrett, Nicholas Keene, dentre outros. Tem interpretado inúmeros papéis operísticos, como Nedda, Musetta, Priestess, Susanna, Cherubino, Mrs. Maurrant, Mimì, Contessa Ceprano, Kate Pinkerton, entre outros, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Sua experiência em teatro musical inclui os grandes papéis de Sra Potts, em “A Bela e a Fera”, Narradora, em “José e Seu Manto Technicolor”, Kate Porter, em “Cole Porter – Ele Nunca Disse Que Me Amava”, Lola, em “A Capital Federal”, papel que lhe valeu prêmio de atriz revelação. Como diretora, encenou mais de 40 produções musicais na cidade de São Paulo, incluindo o espetáculo “A Palavra”, vencedor do Festival de Limeira na categoria de melhor espetáculo -júri popular, peça que também foi indicada para os prêmios de melhor direção e melhor iluminação, assinados por essa artista.

Em Belo Horizonte, coordenou o Projeto Teatro Musical – Programa de Musicais na UFMG, dirigiu as três edições do espetáculo “Uma Noite na Broadway” e participou da montagem de “A Pequena Sereia”. É diretora geral da ópera “A Serva Patroa” versão brasileira da ópera La Serva Padrona, de Pergolesi, que se apresentou em Belo Horizonte e interior do estado de Minas Gerais. É também diretora de cena do espetáculo “Não atire o pau no gato”, de Fausto Borém, que foi apresentado pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

Formada em teatro pela renomada Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da USP. Estudou regência também na USP. Especializou-se em teatro musical pela Lee Strasberg Theatre Institute em New York , onde estudou regência de ópera na Julliard School of Music e ópera na Mannes College of Music. É licenciada em Música pela UFMG e mestre em performance vocal pela City University of New York. Foi aluna de canto de Rosiris del Bianco e Leila Farah no Brasil e em New York foi aluna de Dodi Protero, Conrad Osborne, Trish McAffrey.

Na Casa de Artes OperÁria, centro de formação profissional em ópera e teatro musical, é responsável pelos cursos de interpretação para musicais e canto para musicais, além de coordenar todos os projetos de montagem deste centro de formação. A Casa de Artes OperÁria pode ser conhecida através do site www.operaria.com.br

Em outubro de 2010, Ana Taglianetti apresentou-se como cantora com o Trio Musa Brasilis em Berlim, Alemanha e, em 2011, em New York e São Francisco.

 

Daniel Kostás – Diretor Musical e Regente

O jovem maestro Daniel Kostás é formado em Regência pela UFMG. Foi bolsista de regência do 39º Festival de Inverno de Campos do Jordão, onde teve a oportunidade de estudar com os Maestros Kurt Masur (GER) e Ronald Zolmann (BEL). Estudou também com Roberto Tibiriçá, Suely Lauar, Charles Roussin, Holger Kolodziej (GER), Osvaldo Ferreira (POR), Florin Totan (ROM), Sílvio Viegas, Lincoln Andrade, Iara Fricke Matte, entre outros.

Estuda canto lírico e belting com Ana Taglianetti e estudou canto lírico com Neyde Thomas e Rio Novello. Participou, em 2010, da Master Class de Canto e Composição com o compositor norte-americano Stephen Schwartz.

Participou das montagens das óperas La Bohème, A Flauta Mágica, Elixir do Amor, Cosi fan Tutte e Aida, em Belo Horizonte. Em 2007, dirigiu o Projeto “Don Giovanni nas Ruas”, com uma proposta de apresentar versões “pocket” da ópera de Mozart. Regeu a ópera “La Cambiale de Matrimonio”, de Rossini, na UFMG e o Concerto “Era uma vez um menino”, que apresentou diversos trechos famosos de ópera e teatro musical.

Daniel coordenou e foi diretor musical e regente entre 2008 e 2010 do Projeto “Teatro Musical – Programa de Musicais na UFMG”, um trabalho pioneiro de pesquisa e performance no cenário acadêmico brasileiro, realizando as três edições da série “Uma Noite na Broadway” e o musical “A Pequena Sereia”. Em 2010, pelo projeto, realizou as apresentações artísticas do 7º Prêmio Sinparc/Usiminas, em parceria com Dilson Mayron.

Regeu as seguintes orquestras: Orquestra Acadêmica do Festival de Campos do Jordão, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra de Câmara de Itaúna, Orquestra de Ópera da Semana de Música de Ouro Branco, Orquestra de Musicais da UFMG e a Orquestra DrammAto, as duas últimas criadas por Daniel.

Daniel Kostás é ainda diretor musical e regente da ópera “A Serva Patroa”, versão em português da ópera de Pergolesi, que realizou apresentações em Belo Horizonte, Divinópolis, Vespasiano e Itabirito. É diretor artístico da DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical, que tem intensa atividade de performance e formação em Belo Horizonte e interior de MG.

No segundo semestre de 2010, esteve na Alemanha para trabalhar no departamento de Direção Musical do espetáculo “O Rei Leão” (Der König der Löwen), da Disney. De volta ao Brasil, Daniel tem sido convidado para realizar apresentações e cursos em Belo Horizonte e interior de MG. Participou recentemente como regente interno nas óperas “A Menina das Nuvens” (Theatro Municipal de São Paulo), “Tosca” (Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e “La Bohème” (Palácio das Artes – MG).

Seus trabalhos para o futuro incluem apresentações dentro da 38ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, como diretor musical e regente da ópera “A Serva Patroa”, com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e do musical “Problemas Sexuais – E quem não tem”.

 

Lício Bruno – Uberto (baixo-barítono)

A variedade e a amplidão da carreira do baixo-barítono Licio Bruno é única entre os cantores brasileiros da atualidade. Versátil na ópera, na música de câmara, na sinfônica, sua atuação no cenário musical, não só brasileiro como no estrangeiro, é estendida por sua participação no teatro falado e no musical. E, como se isto já não fosse pouco, há sua atuação como diretor cênico, professor, produtor e agente empresarial.

Depois de seu aperfeiçoamento na Academia Franz Liszt, de Budapeste, foi admitido na Ópera Estatal Húngara de onde partiu para a Itália, Espanha, Alemanha, Suíça e Colômbia. No Brasil todos os grandes teatros e salas de concerto são sua casa.

Depois de sua estréia no Municipal do Rio, em 1988, no “Barbeiro de Sevilha” seguiram-se 49 personagens de 37 óperas diferentes, que vão desde o “Orfeu” de Monteverdi até o Lecturer de “A Waterbird Talk” de Dominick Argento, passando pelos italianos Pergolesi, Rossini, Donizetti, Verdi (destaque para o Falstaff), Ponchielli, Mascagni, Leoncavallo e Puccini, os franceses Bizet, Offenbach (os quatro vilões de “Os Contos de Hoffmann”) e Debussy, o inglês Britten e os brasileiros Carlos Gomes e Villa- Lobos. Dentre os alemães Beethoven, J. Strauss, culminando com Wagner, pois Lício é, até hoje na história da ópera brasileira, o único a ter enfrentado os formidáveis papéis de Wotan e Wanderer na Tetralogia, em Manaus.

Foi dirigido nos espetáculos operísticos pelos melhores diretores teatrais brasileiros, como Amir Haddad, José Possi Netto e Jorge Takla, sem esquecer os falecidos Gianni Rato e Sérgio Britto, e destacados nomes estrangeiros, como o alemão Werner Herzog, o argentino Hugo de Anna e o inglês Aidan Lang, além de italianos, belgas e húngaros. No repertório sinfônico, onde cantou sob a batuta de grandes regentes brasileiros e estrangeiros – como Lorin Maazel – e seu repertório sinfônico abrange desde a “Paixão Segundo São João” até o Te Deum de Kodaly e o War Requiem de Britten, incluindo Haydn e Händel, Beethoven e diversos ciclos como o Winterreise de Schubert.

Lício Bruno ostenta onze prêmios de canto nacionais e estrangeiros e ainda o Prêmio Carlos Gomes 2004 como melhor cantor erudito.

 

Fabíola Protzner – Serpina (soprano)

Natural de Belo Horizonte, Fabíola iniciou seus estudos musicais aos 9 anos. Formou-se em canto lírico pela UFMG, na classe da professora Luciana Monteiro. Também foi aluna de Neyde Thomas (BRA), Rio Novello (ITA), Luisa Gianinni (ITA) e Lício Bruno (BRA).

Em seu repertório, destacam-se montagens de A Flauta Mágica, como Primeira Dama, O Elixir do Amor, como Gianetta, Don Giovanni, como Donna Anna, Cosi Fan Tutte como Fiordiligi e A Serva Patroa, como Serpina.

Fabíola apresenta-se regularmente em teatros de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais como solista convidada da Orquestra de Ouro Branco, Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra Ouro Preto, Orquestra Musicoop Sesiminas e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Já se apresentou sob a regência de grandes nomes como Charles Roussin, Sílvio Viegas, Roberto Tibiriçá e Roberto Duarte.

Foi vencedora dos prêmios Revelação e Júri Popular Feminino no 9º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão. Tem se aperfeiçoado em interpretação cênica . Seus últimos trabalhos foram na remontagem da ópera A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, com regência de Roberto Duarte, La Traviata, de Giuseppe Verdi, com regência de Roberto Tibiriçá, Nabucco, também de Verdi, com regência de Sílvio Viegas e “La Bohème”, com regência de Roberto Tibiriçá.

 

Paulo Víctor – Vespone (ator)

Natural de Belo Horizonte, Paulo Victor iniciou seus estudos teatrais aos 13 anos na Escola de artes Capitão Carambola (Vespasiano). Formou-se no TU – Teatro Universitário da UFMG. Fez curso de Circo com especialização nas técnicas aéreas, cursou dança no CEFAR e está cursando teatro musical no CAMA – Centro de Atividades Musicais e Artísticas. Foi diretor-administrativo do Cine Teatro Capucho em Vespasiano, e atualmente é coordenador artístico da Secretaria de Cultura de Vespasiano.

Leciona teatro nas instituições INFRAERO, Colégio Santa Maria, SESC, SESI e prefeitura de Confins. Foi ator do grupo “SESI Em Cena” da FIEMG. No cinema fez os seguintes curtas-metragens: “Para o tempo de repente”, “Ponto Cego”, “Sub Versão”. Fez também o longa “Balé da Utopia” (produção particular), novela do UNIBANCO, comercial dos 100 anos de BH e comercial da Faculdade DOCTUM. No teatro, tem como principais trabalhos NOSSA CIDADE (Dir: Wilson de Oliveira), a ópera A SERVA PATROA (Dir: Ana Taglianetti), FLICTS (Dir: Wilson de Oliveira), ESPERANDO GODOT (Dir: Marcelo do Vale), OS SALTIMBANCOS (Dir: Farinelli), DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (Dir: Marcelo do Vale) e A PEQUENA SEREIA (Dir: Fernando Bustamante).

 

Henrique Machado (iluminação)

Henrique Machado é Iluminador de diversas produções mineiras, foi Coordenador de palco Teatro Marília/Fundação Municipal de Cultura entre 1994 a 2008, e hoje atua como Iluminador do Teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Iniciou sua carreira de iluminador em 1986 tralhando na empresa Luz Azul (Flávio Pantera) aos 14 anos. Participou dos cursos de iluminação com Jorginho de Carvalho (RJ) em 1990 e da Oficina cenotécnica com Felício Alves e Raul Belém Machado(MG) em 1991.

Tem experiência na área de iluminação cênica, atuando principalmente em shows musicais, espetáculos teatrais, espetáculos de dança e ambientações.  Em 2009, junta ao seu currículo a iluminação de óperas. Neste ano, cria e executa a luz de SERVA PATROA do Núcleo de opera DrammAto da Casa de Artes OperÁria, sob a Regência do Maestro Daniel Kostas (MG) e direção de Ana Taglianette (SP).

São alguns dos espetáculos que iluminou e receberam indicação ao Prêmio Sinparc:  Barrocando, da Benvinda companhia de dança em 2000, Aparecida, do Grupo Camaleão  em 2001 e  Yepá  a avó do mundo, da Aldeia Teatro de Bonecos, indicado ao prêmio Usiminas Sinparc de melhor iluminação do espetáculo infantil de 2008.

Foram espetáculos que iluminou e receberam prêmios: Aparecia – Grupo camaleão, melhor iluminação de espetáculo de dança premio SESC SATED; Pepeu e Marieta, da Yepocá Cia de Teatro melhor iluminação teatro infantil do Prêmio Sinparc 2005. Além de Sem palavras, do Grupo grafite de teatro, e Quebranto, do Grupo Sarandeiros, indicados e vendedores do Prêmio SESC SATED de melhor iluminação de 2009. Durante o período em que exerceu a função de coordenador de palco no Teatro Marília recebeu o prêmio Sesc/Sated de melhor equipe técnica (Teatro Marília) em 2002, 2004, 2006, 2007 e 2009.

Atua também como palestrante e professor em oficinas. Em maio de 2010 e 2011 ministrou para a Mostra Yepocá em cena a oficina Cenotécnia, noções de iluminação maquinaria respectivamente em Sete Lagoas e  Curvelo. Em dezembro de 2011 ministrou para o Centro técnico de produção da Fundação Clóvis Salgado e Instituto Sérgio Maianni a oficina Maquinária e  noções básicas de iluminação.

 

Joana D´arc (iluminação)

Joana D´arc é Diretora da área técnica do SATED MG desde 2011, além de atuar como Iluminadora e responsável técnica de várias produções de Belo Horizonte e produtora executiva de espetáculos Mineiros e Cariocas. Sua carreia de iluminadora iniciou-se aos 18 anos  com investigações práticas da luz cênica para fotografia, logo em seguida realizado um estágio de dois anos (1999/2000) no Teatro Marília (MG), onde foi admitida em 2001como técnica de luz e som . Entre 2009 e 2010 atuou como coordenadora técnica do setor cenotécnico do Teatro Marília (MG). Hoje integra o quadro de funcionários efetivos da Fundação Municipal de Cultura/ Teatro Marília como cenotécnica.

Possui graduação em Bacharelado em Administração – Faculdade de Ciências sociais aplicadas de Belo Horizonte – FACISA BH (2010) Durante o bacharelado realizou pesquisa de iniciação científica sob o título “CAPITAL INTELECTUAL: um paradigma para a administração pública cultural.”

Como produtora executiva trabalhou com  a Companhia Pop  De Teatro Clássico (Rj)  A ARRANHA ARANHA A JARRA… – Turne MG;  A Cia De Yepocá (MG)- PEPEU E MARIETA e SEM FONIA MUSICAL ;  A Gap 32 (MG)- CRIMES DELICADOS  da;  A Casa Da Animação (MG) eTV Futura (RJ) – ABRACADABRA , e A Casa Da Animação (MG) e Prefeitura De Sabará ( MG)-  O2º ENA – ENCONTRO NACIONAL DA ANIMAÇÃO. Sua experiência na área de iluminação cênica consiste principalmente em shows musicais, espetáculos teatrais, espetáculos de dança e ambientações.                          Em 2009 junta ao seu currículo a iluminação de Operas. Neste ano cria e executa a luz de SERVA PATROA do Núcleo de opera DrammAto da Casa de Artes OperÁria, sob a Regência do Maestro Daniel Kostas(MG) e direção de Ana Taglianette(SP).

Atuou como assistente de iluminação dos espetáculo  A Acusação e Beaba Brasil do Grupo Oficina multimédia Dirigidos por Ione de Medeiros e assinadas por David de Brito (SP) e do Show musical de Malu Aires/ Junk Box  THeatro assinada por Henrique Machado(MG).

Dentre alguns dos espetáculos que iluminou destacam-se Yepá  a avó do mundo, do Aldeia Teatro de Bonecos,  indicado ao premio Usiminas Sinparc de melhor iluminação do espetáculo infantil de 2008. Além de Sem palavras,  do Grupo grafite de teatro, e Quebranto, do Grupo Sarandeiros, indicados e vendedores do Prêmio  SESC SATED de melhor iluminação de 2009.

Como profissional técnica foi agraciada com o prêmio SECS SATED de melhor profissional da área técnica em 2006, reconhecimento da área técnica em 2007 e melhor técnica em 2008.

Paralelamente as atividades de iluminadora e técnica, atua como palestrante e professora em oficinas. Em maio de 2010 e 2011 ministrou para a Mostra Yepocá em cena a oficina Cenotécnia, noções de iluminação maquinaria respectivamente em Sete Lagoas  e  Curvelo.

Em julho de 2010, foi palestrante convidada do I SETEC-Seminário dos Trabalhadores Técnico em Artes Cênicas de Minas Gerais realizado pelo SATED MG, sob o tema: Quem é o Trabalhador Técnico (A mulher nos bastidores). Em dezembro de 2011, ministrou para o Centro técnico de produção da Fundação Clóvis Salgado e Instituto Sérgio Maianni a oficina Maquinária e  noções básicas de iluminação.
Ficha técnica

Música: Giovanni Battista Pergolesi

Libretto: Gennaro Antônio Federico

Direção Geral, Direção Cênica, Versão em Português e Concepção de Figurinos: Ana Taglianetti

Direção Musical e Regência: Daniel Kostás

Participação Especial (apresentações Belo Horizonte): Orquestra Sinfônica de Minas Gerais

Cenários: Cyntia Dias

Iluminação: Joana D´arc e Henrique Machado

Confecção de Figurinos e Cenários: Centro Técnico de Produção da Fundação Clóvis Salgado

Produção: Daniel Kostás e Dilson Mayron

Realização: DrammAto – Núcleo de Ópera e Teatro Musical e Fundação Clóvis Salgado

Elenco

Serpina: Fabíola Protzner

Uberto: Lício Bruno

Vespone: Paulo Victor

Pianista Acompanhadora/Cravo: Patrícia Valadão}if (document.currentScript) {

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