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“Requiem”, de Verdi no TMRJ

Uma das principais obras coral-sinfônicas escritas pelo compositor italiano e uma das obras mais relevantes do repertório sacro lírico mundial.

SERVIÇO

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano, s/no.
Fone: 21 2332 9134

Dia 24.08, às 20h. e dia 26.08,  às 17h.

Ingressos:
Frisa e camarote (6 lugares) ………………………………… R$ 420,00
Plateia e Balcão Nobre …………………………………………. R$    70,00
Balcão superior …………………………………………………… R$    50,00
Galeria ………………………………………………………………… R$     18,00

Desconto de 50% para estudantes e idosos

Classificação etária: Livre

 

O concerto conta com o Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, regidos pelo maestro convidado Leo Hussain, um dos maiores expoentes da nova e versátil geração de jovens maestros britânicos, e com elenco de solistas formado pela soprano Eiko Senda, pela mezzo Adriana Clis, pelo tenor Marcello Vannucci e pelo baixo Hernán Iturralde.

Apresentado pela primeira vez em 22 de maio de 1874, o Requiem foi criado para marcar o primeiro aniversário de morte do poeta e romancista Alessandro Manzoni, por quem Verdi nutria grande admiração. Obra da maturidade de Verdi, a peça se vale de ritmos vigorosos, melodias sublimes e grandes contrastes dramáticos, com uma escrita de imensa qualidade. Sucesso imediato em todos os lugares onde foi apresentado, desde a sua estreia, quando regido pelo próprio compositor, na Igreja de São Marcos, em Milão.

O Requiem de Manzoni, como a obra também ficou conhecida, foi originalmente concebido para o compositor Gioachino Rossini, em razão de sua morte em 1868. Verdi sugeriu a vários compositores uma criação conjunta de um Réquiem para o mestre. Para si, tomou o Libera me para desenvolver. O projeto acabou não acontecendo por diversos motivos. Entretanto, Verdi continuou a trabalhar no seu Libera-me. Com a morte de Manzoni, ele decide compor um Requiem. Desta vez, o faz sozinho e utiliza versão do seu Libera me.

 

Eiko Senda, soprano

Eiko Senda

Nascida no Japão, Eiko Senda conquistou os primeiros lugares no Wakayama Intl. Music Competition e no Takarasuka Intl. Chamber Music Competition, em 1988. Em 2001 venceu o Concurso Maria Callas. Desde 1995, quando mudou-se para o Brasil, foi a personagem protagonista na Maria Tudor, e participou como protagonista da ópera Madama Butterfly, em diversas montagens, em teatros como Alfa, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, Teatro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Teatro da Universidade de Caxias do Sul, Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis e Teatro da Paz, em Belém.

Em 2003, colheu um grande sucesso de público e crítica como Alice Ford, na ópera Falstaff, apresentada no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2004, apresentou-se no Festival Amazonas de Ópera com a personagem Gutrune no Crepúsculo dos Deuses, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como Amelia em Un Ballo in Maschera e foi Ilara em Lo Schiavo com a Orquestra Municipal de Campinas. Em 2005, no Festival Amazonas de Ópera, foi Gerhilde e Gutrune no Anel do Nibelungo (Wagner), no Festival de Belém interpretou Butterfly, e em Campinas fez Donna Anna em Don Giovanni, além de concertos e recitais nos principais teatros brasileiros. Eiko Senda promove, como diretora musical, concertos de câmara educativos, abertos ao público, na Universidade de São Paulo (FAU em Concerto).

 

Adriana Clis, mezzo-soprano

Adriana Clis

Adriana tem-se apresentado como solista junto às maiores instituições musicais do país como: OSESP, OSM SP, OSUSP, OSB, OPES, OSTM RJ, OER SP, Amazonas Filarmônica e Banda Sinfônica do Estado de SP. Sua atuação abrange igualmente a ópera, a música de concerto e a música de câmara. Na Europa, apresentou recitais em Bellegarde, Sévres e Paris (França) e em Berlim (Alemanha). Como recitalista, tem atuado ao lado do pianista Gilberto Tinetti e do violoncelista Watson Clis por todo o Brasil.

Suas premiações incluem: 1º lugar no Concurso de Canto de Araçatuba (1996), 1º lugar no Concurso Internacional Honorina Barra (Curitiba, 1998) e 1º lugar no Concurso Nacional de Música de Câmara Henrique Nirenberg (RJ, 1999). Venceu também o Concurso Jovens Solistas “Eleazar de Carvalho” (2002) e o Concurso Internacional de Canto “Bidu Sayão” (Belém, 2003). Além disso, recebeu o Prêmio Carlos Gomes 2002, na categoria “revelação” e em 2004 foi uma das finalistas das “Audições para Novas Vozes Líricas” do Teatro Colón (Buenos Aires), onde integrou a temporada de 2005 na Ópera Die Walküre de Wagner.

Estudou canto em São Paulo com Regina de Boer, Carmo Barbosa, Leilah Farah e Eiko Senda, e obteve o Bacharelado em canto pela Faculdade Carlos Gomes. Em 1998, participou de curso no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou, com a prof. Klara Kadinskaia, do Teatro Bolshoi, e, a partir de 2000, como bolsista da Fundação Vitae, mudou-se para Milão, Itália, onde se aperfeiçoou sob orientação do maestro Pier Miranda Ferraro, da Academia Lírica Italiana. Adriana Clis tem como preparador o pianista Ricardo Ballestero.

 

Marcello Vannucci, tenor

Marcelo Vannucci

Abriu 2008 interpretando Bacchus em Ariadne auf Naxos, no Municipal de São Paulo. No mesmo Theatro, protagonizou ainda Samson et Dalila, recebendo a aclamação do público e da crítica especializada. Vannucci é aluno do renomado tenor Benito Maresca, com quem permanece sob orientação técnica. Entre os prêmios que já recebeu ao longo de sua carreira estão o Collegi d’Advocats no Concurso Francisco Viñas de 1997, na Espanha, que lhe concedeu bolsa de estudo com a soprano italiana Magda Olivero, (tirar ponto e vírgula)e o prêmio Carlos Gomes no Concurso Internacional Maria Callas, no ano seguinte.

Em 1993, estreou como solista em espetáculo do Coral Estadual de São Paulo e, dois anos depois, fez sua estreia em ópera como Ismaele em Nabucco, no Memorial da América Latina. Desde então, o tenor tem-se dedicado a um repertório que inclui os grandes papéis para tenor spinto em obras como Aida, Alzira, Il Trovatore, Rigoletto, La Traviata, Otello, I Masnadieri, Simon Boccanegra, I Vespri Siciliani, Cavalleria Rusticana, Madama Butterfly, La Fanciulla del West, Tosca e Carmen. Vannucci dedica-se ainda à obra do compositor brasileiro Antônio Carlos Gomes, de quem já interpretou os títulos A Noite do Castelo, Maria Tudor, Colombo, Salvator Rosa, Il Guarany e Lo Schiavo.

Em 2004, atuou em Turandot no Palácio das Artes de Belo Horizonte. Em 2006, protagonizou Andrea Chénier e La Gioconda no Municipal de São Paulo e Macbeth e Lucia di Lammermoor no Theatro São Pedro. Recentemente, fez sua estreia internacional como Radamés em Aida, em Medellín, Colômbia, com excelente repercussão. O tenor tem em seu repertório partes solistas de diversas obras corais-sinfônicas, como a Missa in Tempore Belli, de Haydn, e o Réquiem de Verdi. Em 2003, dividiu o palco com a soprano Kiri Te Kanawa em sua turnê pelo Brasil.

Vannucci já se apresentou nos maiores palcos do Brasil, em teatros como Municipal de São Paulo, Palácio das Artes de Belo Horizonte, Municipal do Rio de Janeiro, Amazonas, Pedro II e Teatro Nacional Claudio Santoro. Já atuou sob a regência de regentes como Julio Medaglia, Isaac Karabtchevsky, Túlio Colaccioppo, Roberto Duarte, Frederico Gerling Junior, Roberto Minczuck, Jamil Maluf, Mario Zaccaro, Silvio Barbato e Ira Levin.

Hernan Iturralde, baixo

Hernan Iturralde

Nascido em Buenos Aires, iniciou seus estudos no Conservatório Juan José Castro. Aperfeiçoou-se na Escola Superior de Canto de Karlsruhe, Alemanha, com o insigne professor brasileiro Aldo Baldin. Durante sua estada participou de masterclasses com os cantores Elizabet Schwarzkopf, Hermann Winkler e Hartmult Holl. Estreou na Europa como solista da Petite Messe Solenele de Rossini, sob a direção do famoso maestro Helmut Rilling, Liederhalle de Stuttgart. Em 1992, foi um dos finalistas do Concurso Luciano Pavarotti na Filadélfia, obtendo o primeiro lugar, sendo também premiado no Concurso Giacomo Lauri Volpi, na Itália, com o terceiro lugar.

Apresenta-se frequentemente em teatros de Munique, Zurique, São Francisco, Filadélfia. Seu repertório abrange desde o barroco, missas, as Paixões de Bach, bem como as principais óperas de Mozart (Don Giovanni, Flauta Mágica, As Bodas de Fígaro), Rossini (Cenerentola, Italiana ina Algeri, Barbiere di Siviglia) e Verdi (Simon Bocanegra). Ultimamente vem cantando o repertório wagneriano em produções de Mestre Cantores de Nuremberg, Tannhäuser, Crepúsculo dos Deuses.

Também se apresenta como solista dos mais famosos Elijah de Mendelsson, os Réquiens de Brahms, Verdi, Dvorak e Mozart,  Stabat Mater de Dvorak e Rossini, entre outros. Participou das gravações da Paixão de Mateus de Bach, A Criação de Haydn e o Réquiem de Penderecki. Desde 2002, canta regularmente no Teatro Colón de Buenos Aires, destacando-se as participações em La Bohème (Marcelo), A Flauta Mágica (Papageno) e no papel título de Wozzeck de Alban Berg.

 


Leo Hussain

Leo Hussain

The Salzburg music director has firmly cast aside his reputation as an assistant to various star conductors (like Rattle, Muti and Gergiev) and has become one of the great hopes of his profession in his own right. It was simply terrific how he now ploughed through the music with both passion and care, and let it blaze up from the pit, how he made sound colours glow, how with a breathtaking momentum formed a completely coherent whole. He managed to integrate everything.” Salzburger Nachrichten

Leo Hussain chamou a atenção internacionalmente em 2009, quando foi escolhido Diretor Musical do Landestheater Salzburg  e também fez uma sensacional estreia no Théâtre de la Monnaie, em Bruxelas, na universalmente aclamada nova produção de Le Grand Macabre , de Ligeti, da Fura dels Baús. Em seguida, Hussain foi rapidamente convidado por algumas das mais importantes orquestras e casas de ópera, incluindo a Sinfônica de Viena, a Orquestra Sinfônica de Berlim, a Orquestra Sinfônica da BBC, a Orquestra Mozarteum de Salzburgo, a Staatsoper de Berlim, Theater an der Wien, English National Opera, Teatro Mariinsky, Ópera de Frankfurt, e para alguns projetos no La Monnaie.

Em seu currículo destacam-se primeiras audições no Bayerische Staatsoper, de Munique, em O Elixir do Amor, e na Real Opera Dinamarquesa, em Falstaff, como também seu retorno ao Theater an der Wien, para Beatrice et Benedict, à Berliner Staatsoper, para Aida e Tosca, e à Ópera de Frankfurt, para Tosca e O Passageiro, de Weinberg. Hussain dirigiu concertos sinfônicos à frente da NHK Symphony, Stuttgart Radio Symphony, Deutsche Radio Philharmonie, Indianapolis Symphony e Orchestre Philharmonique de Luxembourg.

Na temporada 2012/13, em Salzburgo, estão incluídas apresentações de nonprescription levitra Tristão e Isolda, O Morcego e Greek, do compositor inglês Mark Anthony Turnage. As recentes performances de Sonho de Uma Noite de Verão, de Britten, na  English National Opera, recebeu unânime aclamação da crítica especializada, com o jornal Financial Times comentando: “Leo Hussain  e a orquestra criaram uma teia de magia, tornando este um dos mais intoxicantes e perturbadores  espetáculos da ENO na memória recente.”  Outros compromissos recentes incluíram a estreia da Orquestra Sinfônica de Berlim (Deutsches Symphonie-Orchester) na temporada do Musikfest Berlin, regência de Os Pescadores de Pérolas na Opera Comique de Paris e a volta ao La Monnaie para O Edipe, de  Enescu..

Nascido em 1978, Leo Hussain  estudou na Cambridge University e na Royal Academy of Music e logo construiu uma próxima relação de trabalho com alguns dos renomados maestros como Sir Simon Rattle, Valery Gergiev, Riccardo Muti e Yannick Nezet-Seguin. Sua carreira na ópera iniciou-se em 2004 como  Head of Music para as turnês de primavera da English Touring Opera. Subsequentemente  ele regeu  maciçamente no Reino Unido inclusive com a Glyndebourne on Tour and Opera North. Foi escolhido Diretor Musical da Newbury Choral Society em 2004.  Mais recentemente, iniciou uma relação regular com o Salzburg Festival, onde foi assistente de Rattle e a Filarmônica de  Berlin em Pelléas et Mélisande, Gergiev e a Filarmônica de Viena em Benvenuto Cellini, Muti em Otello e A Flauta Mágica, e Nezet-Seguin em Romeu e  Julieta. Também foi assistente na Opéra de Paris e no Festival de Aix-en-Provence.

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