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TMRJ encerra 2012 com “Quebra-nozes”

Clássico natalino contará com as grandes estrelas do BTM e um convidado internacional.

 

SERVIÇO

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano s/n° – Centro
Informações: 2299-1711 e 2332-9191

Dias 15, 19, 20, 21, 22, 27, 28 e 29 de dezembro, e 3, 4 e 5 de janeiro, às 20h.
Dias 16, 23 e 30 de dezembro, e 6 de janeiro às 17h.

Ingressos

  • Plateia e balcão nobre ………………………… R$   84,00
  • Balcão superior ………………………………….. R$   60,00
  • Galeria ……………………………………………….. R$   25,00
  • Frisas e camarotes …………………………….. R$ 504,00

Desconto de 50% para estudantes e idosos
Classificação etária: Livre

Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou por telefone 21 4003-2330

 

 

Um dos ballets mais populares do mundo, a clássica história natalina O Quebra-Nozes retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculado à Secretaria de Estado de Cultura, na grande produção que tradicionalmente encerra a temporada anual. A versão assinada por Dalal Achcar terá quinze apresentações, a partir de 15 de dezembro. Na nova montagem, os papéis principais serão interpretados pelas estrelas do Ballet do Theatro Municipal Cecília Kerche, Cláudia Mota, Márcia Jaqueline, Karen Mesquita, Karina Dias, Francisco Timbó, Filipe MoreiraCícero Gomes e Denis Vieira, e o convidado Federico Fernández, Primeiro Bailarino do Teatro Colón, de Buenos Aires. À frente da Orquestra Sinfônica e do Coro do TMRJ estará o maestro Jésus Figueiredo. A produção conta ainda com a participação especial dos alunos da Escola de Dança Maria Olenewa.

É um clássico do ballet mundial e do repertório do Theatro que não pode faltar na programação anual. Uma tradição que é aguardada pelo público, pelos bailarinos e por todos nós do TM”, afirma Carla Camurati , presidente da Fundação TMRJ.

“Tenho uma relação muito especial com este ballet, que dirigi pela primeira vez em 1974, e que passei a dirigir no Theatro Municipal do Rio, desde 1981” , explica Dalal Achcar. “Gosto especialmente porque a história tem uma magia única e desperta um clima de fraternidade que deveríamos ter sempre. É uma obra que agrada a todas as idades”.

A enorme popularidade de O Quebra-Nozes comprova o fascínio exercido nas plateias a partir do encontro do conto de Alexandre Dumas com a música de Tchaikovsky e a coreografia original de Marius Petipa e Lev Ivanov. Sua estreia foi em 1892, na Rússia. A primeira apresentação no ocidente só aconteceu em 1934, no Sadler’s Wells Theatre, em Londres. Desde então, tornou-se um dos ballets mais montados.

 

A PRODUÇÃO

A grandiosa produção envolve números expressivos. As mudanças dos quatro cenários completos que compõem a montagem são todas feitas em cena aberta por uma equipe de 65 técnicos. Um total de 123 bailarinos – sendo 71 do BTM e 52 alunos da Escola de Dança Maria Olenewa – se reveza nas cenas do prólogo e nos dois atos do ballet. Somam-se a isto 89 músicos da Orquestra Sinfônica e 44 coristas do Coro do Theatro Municipal, totalizando 256 pessoas trabalhando diretamente. “Para se ter uma idéia do que envolve uma produção deste porte, são usados 60 rolos de esparadrapo e 400 pares de sapatilhas, desde os ensaios até o fim da temporada”, contabiliza Hélio Bejani, diretor artístico do BTM.

 

A HISTÓRIA

O ballet conta a história da menina Clara, que ganha do padrinho um quebra-nozes em formato de soldadinho e se encanta pelo presente. Ela fica desolada, no entanto, quando seus irmãos o quebram durante a brincadeira. O padrinho a consola e conserta o brinquedo. Ela vai dormir e, a partir daí, a magia toma conta do ballet: Clara sonha que um exército de ratos está invadindo o salão. O boneco quebra-nozes adquire vida e ataca os ratos, comandando um exército de soldadinhos de chumbo. O “Rei dos Ratos” fere o boneco que, desarmado, está prestes a perder a batalha, quando Clara o salva, atirando seu sapato na cabeça dele. A menina sente a presença do padrinho, que, num passe de mágica, transforma o boneco em um belo príncipe.

O príncipe a conduz ao “Reino das Neves” e depois ao “Reino dos Doces”, onde vive a “Fada Açucarada”, que homenageia a menina com uma grande festa, com danças típicas da Espanha, China, Rússia, entre outras, e com um pas de deux da “Fada Açucarada”. O espetáculo continua com uma sucessão de danças de diversas regiões do planeta, e outras que simbolizam o café, os chocolates, as flores e, por fim, o pas de deux entre a fada e o príncipe. Ao final, todos dançam a valsa de despedida para Clara e o Príncipe, que retornam para casa. Será que Clara sonhou?

 

SOLISTAS

 

Cecília Kerche (Fada Açucarada)

Cecília Kerche possui o título de Embaixatriz da Dança outorgado pelo Conselho Brasileiro da Dança, órgão vinculado à UNESCO, por reconhecimento às suas atuações internacionais. Primeira Bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, estudou com Vera Mayer, Halina Bienarcka e Pedro Kraszcuzuk, dançando junto ao BTM um vasto repertório de grandes clássicos, bem como obras criadas para esta companhia. Convidada do English National Ballet, como Sênior Principal, atuou junto a esta Cia de 1993 a 2000 quando protagonizou A Fada Lilás (papel criado especialmente para ela) e Carabosse, na mega produção de A Bela Adormecida apresentada no Albert Hall em Londres.

Como bailarina convidada do Ballet Nacional do Chile para a temporada de comemoração dos 40 anos deste grupo, atuou nas produções de La Bayadère, O Lago dos Cisnes e Giselle. O Australian Ballet contou com sua presença em Spartacus, apresentado nos Teatros de Melbourne e Sidney Opera House. Artista convidada periodicamente para atuações no Teatro Colón, dançou ainda em todas as companhias oficiais da Argentina, percorrendo todo o país em inúmeras turnês. A Rússia é um lugar de destaque em sua carreira internacional, convidada para atuar nas versões integrais de grandes clássicos nas companhias (nos Ballets de Odessa, etc). Em 2005 retorna à Rússia para dançar O Lago dos Cisnes em Perm, a convite de Natália Makarova.

Em 2007, recebeu o título de Embaixadora do Rio de Janeiro concedido pela Secretaria de Turismo e UNIVERCIDADE. Nesse mesmo ano esteve nos Estados Unidos, fez parte da gala de encerramento do YAGP (Youth American Gran Prix) no City Center, como também no Razzel Dazzel gala de ballet em Connecticut, assim como em Ohio. Apresentou-se como bailarina convidada do Connecticut Ballet na montagem de A Bela Adormecida, de Tchaikovsky, durante a turnê de outono. Em de 2008 dançou em Dallas – Texas no Tittas Command Performance of International Ballet. Junto ao BTM apresentou-se no Festival de Joinville e ainda no Festival de Miami. Retornou ao Connecticut Ballet para ser a protagonista de Romeu & Julieta, coreografia de Brett Raphael, especialmente criada para ela.

 

Cláudia Mota (Fada Açucarada)

Bailarina Principal do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos com Valéria Moreira. É formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, onde estudou com Amélia Moreira, Regina Bertelli, Jacy Jambay e Pedro Kraszczuk. Frequentou aulas no Le Jeune Ballet de France, Ópera de Zurique, Bèjart Ballet Lausanne, e, em 2007, fez intercâmbio no San Francisco Ballet e American Ballet Theatre, indicada por Makarova e Dalal Achcar. Trabalhou com Fernando Alonso, no Ballet de Camagüey, Cuba, e aperfeiçoou-se no Ballet Dalal Achcar com Miriam Guimarães, Maria Luíza Noronha e Sergio Lobato.

No Ballet do Theatro Municipal dançou em todas as grandes montagens da Cia, interpretando os principais papéis, entre elas A Megera Domada; Giselle; O Lago dos Cisnes; La Bayadère ; A Bela Adormecida; Coppélia; Onegin; Romeu e Julieta (Lady Capuleto – Vladimir Vassiliev – neste foi considerada a Melhor Intérprete no Mundo em suas remontagens, por Vladimir Vassiliev).Ganhou Medalha de Ouro no Certámen Americano de Ballet, Buenos Aires, sendo considerada a Melhor Bailarina da América Latina no ano de 1994 no Concurso Internacional del Chaco, Argentina. Representou o Brasil na VIII Gala de Ballet Latino Americana, na cidade de Assunção, Paraguai, em 2004. Apontada como um dos maiores talentos dos últimos anos do Theatro Municipal do RJ e do país, foi agraciada com o Diploma de Melhores de 2005, na categoria Artes Cênicas (ballet), pela Sociedade Cultural Latino Americana, por seu reconhecimento técnico, sua versatilidade e grande potencial artístico.

 

Márcia Jaqueline (Fada Açucarada)

Márcia Jaqueline, natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de ballet clássico aos 9 anos de idade na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, onde aos 14 se formou, obtendo sempre nota máxima. Com apenas 14 anos, ingressou no Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde 2007 ocupa o cargo de Bailarina Principal, recebendo elogios por suas performances de toda crítica de dança no Brasil. É detentora de diversos prêmios em concursos nacionais, tais como: Primeiro Lugar e Bailarina Revelação do Concurso Brasileiro de Dança (CBDD – RJ); Primeiro Lugar no Festival de Danças de Joinville; Primeiro Lugar no Festival de Dança Alice Arja (RJ), entre outros.

Participou como solista convidada de várias galas em cidades do Brasil e do exterior, dentre elas: Gramado (RS), Brasília (DF), São Paulo (SP), Natal (RN), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Bahia (BA), Corumbá (MS), São Luís (MA), Belém (PA) Campos de Goytacazes (RJ), Campina Grande (PB), Londrina (PR), Indaiatuba (SP), Montevidéu e Punta Del Este (Uruguai), Assunción (Paraguai) e Toronto (Canadá). Em setembro representou o Brasil na Gala Internacional de Miami. Em seu repertório estão incluídos papéis principais de montagens como O Lago dos Cisnes, La Bayadére, Onegin, Paquita, La Fille Mal Gardée , Raymonda, Serenade, A Bela Adormecida, Don Quixote, L’Arlésienne, Carmen, Giselle, Coppélia, O Quebra-Nozes, Voluntaries, Floresta Amazônica.

 

Karina Dias (Fada Açucarada)

Nascida no Rio de Janeiro, começou seus estudos na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Escola Oficial do TMRJ), onde se formou no ano de 1996. Ainda aluna da Escola, participou dos seguintes espetáculos do TMRJ: O Quebra-Nozes, La Sylphide, Giselle, Don Quixote e Konservatoriet. Iniciou seu estágio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1997, sendo contratada através de concurso público no ano de 1998.

Trabalhou com renomados profissionais da dança internacional como Tatiana Leskova, Márcia Haydée, Uwe Scholz, Eugenia Feodorova, Richard Cragun, Jane Bourne, Dalal Achcar, Natalia Makarova, Vladimir Vasiliev, Dennis Gray e Eric Frederic. Como protagonista e solista da casa interpretou os seguintes ballets – Seranade, La Sylphide, A Bela Adormecida, Giselle, Coppélia, O Quebra-Nozes, Floresta Amazônica, A Megera Domada, Canções, Doble Corchea, O Lago dos Cisnes, Gala Verdi, Les Sylphides, Onegin, La Fille Mal Gardée , Raymonda, A Criação, Sétima Sinfonia, La Bayedère e Suíte en Blanc. Foi revelada pelo público e pela crítica como um dos maiores talentos do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou, como convidada, de diversos Festivais Nacionais e Internacionais.

 

Karen Mesquita (Fada Açucarada)

Natural do Rio de Janeiro, Karen iniciou seus estudos de dança aos três anos de idade no Grupo Cultural de Dança Ilha, concluindo-os em 2006. No mesmo ano ingressou na Akademie Des Tanzes Mannheim, Alemanha. Fez parte do corpo de baile da Badisches Staatheater Karlsruhe, direção de Birgit Keil. Voltando ao Brasil entrou para a Cia Brasileira de Ballet, em 2009, participando das temporadas em São Paulo , Minas Gerais e Mônaco, dançando a Fada Açucarada em O Quebra-Nozes, Mercedes e Quitéria em Don Quixote. Em 2010 entra para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, participando ativamente das obras de grandes coreógrafos como: Carmen de Roland Petit, O Quebra-Nozes e Don Quixote com versão de Dalal Achcar, Nascimento de David Parsons, Giselle de Peter Wright, Romeu e Julieta e Onegin de John Cranko e A Criação de Uwe Scholz.

 

Federico Fernández, bailarino convidado (Príncipe Quebra-Nozes)

Mais jovem entre os Primeiros Bailarinos do Teatro Colón, Federico Fernandez, 26 anos, integra, há oito, o principal corpo de baile argentino. Ele abriu a temporada 2012 de Carmen, no Colón, estrelou La Sylphide, em agosto, e dançou A Bela Adormecida, no Teatro Konex, em Buenos Aires. Começou seus estudos em 1998, sob a orientação dos professores Raul Candal e Katia Gallo e no mesmo ano entrou no Instituto Superior de Arte del Teatro Colón, em Buenos Aires , e Ballet U16, dirigido por Julio Bocca.

Com apenas 14 anos de idade integrou o Julio Bocca Ballet Argentino, com o qual realizou várias turnês na América Latina e Europa. Ainda em 1998, obteve o Primeiro where can i purchase prandin in europe Prêmio no Concurso Internacional de Ballet no Brasil e integra o Ballet Concerto, dirigido por Iñaqui Urlezaga, com a qual fez uma extensa turnê, entre 2002 e 2004, pela América Latina, Europa e Ásia, interpretando um vasto repertório como bailarino principal. Em 2004 trabalha com o Ballet do Teatro Argentino de La Plata, liderado pelo professor Agoglia Esmeralda e, posteriormente, como bailarino principal no Ballet do Teatro Colón, em Buenos Aires. Foi convidado para inúmeros eventos internacionais de dança, incluindo o Festival Internacional de Belém, no Brasil, e Ballet Teatro Teresa Carreño de Caracas, Venezuela.

 

Francisco Timbó (Príncipe Quebra-Nozes)

Iniciou seus estudos de dança na Escola do SESI, em Fortaleza, sua cidade natal, sob a direção de Dennis Gray. Aos 15 anos, complementa sua formação, cursando a escola Mudra, em Bruxelas, sob direção de Maurice Béjart. Sua carreira como bailarino inclui trabalhos em companhias como: Balé da Cidade de São Paulo, Corpo de Baile Lina Penteado (Campinas-SP), Ballet Nacional de Cuba e o Ballet Teatre L’Ensemble (Itália). De seu repertório, como Bailarino Principal do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, destacamos sua atuação em: Giselle, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Coppélia, O Quebra-Nozes, Raymonda, La Fille Mal Gardée , Paquita, La Bayadère, La Sylphide, Les Présages, A Megera Domada, Romeu e Julieta (Vasiliev), Suíte en Blanc (Serge Lifar), Divertimento nº. 15 (George Balanchine), Les Noces (Nijinska), Serenade (George Balanchine), Tempo de Tango (Luis Arrieta), Onegin (John Cranko) e Floresta Amazônica, lenda brasileira com música de Villa-Lobos e coreografia de Dalal Achcar, entre outros ballets neoclássicos e contemporâneos. Teve a oportunidade de trabalhar com os seguintes profissionais: Jean-Yves Lourmeau, Peter Wright, Henrique Martinez, Pierre Lacotte, Tatiana Leskova, Eugenia Feodorova, Jaroslav Slavick, Natália Makarova, Elisabeth Platel, Vasiliev, Boris Storojkov, entre outros. Recebeu do Ministério da Cultura o Prêmio MINC – 1º. Mambembe de Dança: Melhor Bailarino Nacional. Participou do Encontro Contemporâneo de Dança em New York , com coreografia de Regina Miranda.

 

Filipe Moreira (Príncipe Quebra-Nozes)

O paulistano Filipe Moreira começou seus estudos de ballet clássico com Ilara Lopes, estudando também com o professor Ismael Guizer. Como formação profissional estagiou na Cia Cisne Negro e Grupo Studio 3. Em 2003 prestou concurso oficial para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e desde então vem se destacando em todas as temporadas da companhia. Em seu repertório estão O Lago dos Cisnes, Coppélia, Onegin (John Cranko), Sétima Sinfonia e A Criação (Uwe Scholz). Em pouco tempo, assumiu a posição de solista em papéis como: A Bela Adormecida (Pássaro Azul), Giselle (Pas de Six), La Fille Mal Gardée (Allan), e nos ballets Metafísica (Roberto Oliveira) e A Criação (Uwe Scholz). Teve a oportunidade de trabalhar no BTM com nomes internacionais no cenário da dança como Richard Cragun, Slavick, Gustavo Mollajoli, Boris Storojkov e Tatjana Thierbach, entre outros. Dançou como convidado, em 2002, na Gala do Mercosul na Gala do Mercosul e, em 2005, na Mostra de Dança da Cidade de Belém. Apresenta-se também como convidado na Cia Brasileira de Ballet, assim como é convidado para apresentar-se em Galas e Festivais em todo o Brasil.

 

Cícero Gomes (Príncipe Quebra-Nozes)

Formado pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Escola Oficial do TMRJ), estudou também na Escola de Ballet da Ópera de Viena (Áustria) e na Elmhurst School for Dance by Birmingham Royal Ballet (Inglaterra). Foi bailarino da Cia. Jovem El Passo de Dança, recebendo boas críticas, com destaque para as publicadas no Jornal do Brasil (RJ), O Globo (RJ), Revista Veja (RJ), Jornal A Notícia (SC), Jornal Liberal (PA), Diário do Nordeste (CE) e Diário de Pernambuco (PE). Participa frequentemente de Galas e Festivais em todo território brasileiro e fora do país. Entre suas partners distinguem-se as grandes bailarinas Ana Botafogo, Áurea Hammerlli, Márcia Jaqueline, Cristiane Quintan, Priscilla Mota e Bettina Dalcanale.

Em sua formação clássica e contemporânea trabalhou com célebres maîtres e coreógrafos, como Dennis Gray, Dalal Achcar, Alan Leroy, Luiz Arrieta, Boris Storjokov, Erick Frederick, Vasili Sulich, Desmond Kelly, Peter Wright, Marco Pierin, Luiggi Bonino, Jean Philippe Halnaut, Cyril Atanassof, Márcia Haydée e David Parsons. Seu repertório clássico inclui O Lago dos Cisnes, Giselle, Coppélia, O Quebra-Nozes, Don Quixote, Floresta Amazônica, La Bayadère, Esmeralda, Diana e Acteon, Chamas de Paris, A Bela Adormecida, Gopak, Arlequinade, La Sylphide, O Corsário, Paquita, Romeu e Julieta, Onegin, Carmen e L’Arlésienne.

 

Denis Vieira (Príncipe Quebra-Nozes)

Nascido em Joinville, Santa Catarina, iniciou aos oito anos de idade seus estudos de dança na Escola do Teatro Bolshoi, onde mais tarde formou-se e entrou para a Companhia Jovem do Bolshoi – Brasil. Foi intérprete de grandes ballets como Don Quixote, O Quebra-Nozes, Giselle. Participou de Galas em Ravello na Itália, dançando o Clássico Chopiniana. Teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres da dança clássica como Vladimir Vasiliev, Galina Koslova e Laura Alonso no Curso do Cuballet. Integra o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2010 e participou com destaque das produções da Companhia nas temporadas Parsons, Don Quixote como o matador Espada, O Quebra-Nozes, Giselle e Gala Roland Petit.

 

Jésus Figueiredo, maestro convidado

Natural do Rio de Janeiro, Jésus Figueiredo é formado em Regência, em Órgão de Tubos e é Mestre em Acústica Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 1999 é Maestro do Theatro Municipal, onde trabalha diretamente com o Coro e também com a Orquestra Sinfônica. Nos últimos anos, vem se dedicando à regência de ballets. Com o Ballet do Theatro Municipal, a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil e a Cia. Brasileira de Ballet regeu títulos como Les Sylphides, O Quebra-Nozes, Coppélia e Don Quixote, além de ter preparado a Orquestra Sinfônica que acompanhou em 2011 e 2012 as temporadas brasileiras respectivamente do Balé Kirov de São Petersburgo (Rússia), em O Lago dos Cisnes, e do Ballet do Alla Scala de Milão (Itália), em Giselle. Jésus Figueiredo já esteve à frente de orquestras como a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica do Ceará, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Ópera de San Juan (Argentina) e a da Sinfônica Brasileira O&R, entre outras.

Ficha técnica

Ballet O Quebra-Nozes
Ballet, Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky
Regência: Jésus Figueiredo

Concepção, Coreografia e Mise-en-Scène: Dalal Achcar
Cenários e Figurinos: José Varona
Diretor Artístico do Ballet do Theatro Municipal: Hélio Bejani

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