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TMSP abre temporada lírica: “Aida”, de Verdi

Ópera reúne três grupos artísticos do Theatro e terá 10 récitas durante o mês de agosto.

 
              SERVIÇO

 

Theatro Municipal de São Paulo
Praça Ramos de Azevedo, s/nº.
Telefone: (11) 3397-0300 / Bilheteria: 3397-0327

Dias 09, 13, 15, 17, 20, 22 e 24, às 20h.
Dias 11, 18 e 25, às 18h.

Ingressos: R$ 40 a R$ 100 – meia-entrada para estudantes
www.ingressorapido.com.br

 

Bilheteria do Theatro Municipal:

De segunda a sábado das 10 às 19h. Domingo das 10 às 17h.
– Nos espetáculos à noite, até o início do evento;
– Em dias de espetáculos pela manhã, a partir das 9h.

Sugestão de faixa etária: acima de 10 anos

 

A ópera Aida, de Giuseppe Verdi, abre a Temporada Lírica 2013 do Theatro Municipal de São PauloNo palco estarão três grupos artísticos da instituição: a Orquestra Sinfônica Municipal, sob regência do maestro John Nechling, o Balé da Cidade de São Paulo e o Coral Lírico, numa produção que reúne ao todo 276 profissionais, entre músicos, bailarinos e atores.

Marco Gandini, que há mais de duas décadas assina produções nas principais salas de ópera da Itália, como o Teatro alla Scala de Milão, a Ópera de Roma e o Teatro San Carlo, será o diretor cênico do espetáculo. Os cenários são de Italo Grassi, os figurinos de Simona Morresi, o desenho de luz de Valerio Tiberi e a coreografia de Marco Barriel.

O elenco, já em ritmo intenso de ensaios, conta com Maria Billeri (Aída), Tuija Knihtlä Laura Brioli (Amneris), Anthony Michaels-Moore Rodrigo Esteves (Amonasro), Gregory Kunde Stuart Neill (Radamés), Luiz-Ottavio Faria (Ramphis), Carlos Eduardo Marcos (Ramphis/Faraó), Lukas D’Oro (Faraó),  Laryssa Alvarazi (sacerdotessa) e  Gilberto Chaves (mensageiro). Coral Lírico do Theatro Municipal e Balé da Cidade de São Paulo. Orquestra Sinfônica Municipal.

“Reunir um elenco para Aída é sempre difícil, especialmente no ano em que se comemora o bicentenário de Verdi. Não tenho dúvidas de que esta AIDA será um acontecimento na nossa história lírica recente. Com a ajuda incansável de toda a nossa equipe no Theatro e com o apoio que recebemos da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria de Cultura, caminhamos a passos largos para entrarmos no rol das grandes casas de ópera do mundo”, afirma John Neschling.

 

Histórico

Aida foi apresentada pela primeira vez na Itália no Teatro alla Scala, em Milão. Verdi, então com 58 anos, foi chamado ao palco 32 vezes para receber os aplausos efusivos do público presente. A ópera havia estreado um ano antes, no Cairo, comissionada pelo quediva (vice-rei) egípcio, que com tal iniciativa acabou por imortalizar as históricas disputas entre Egito e Etiópia em uma das obras mais famosas do repertório lírico até os dias de hoje. Com seus personagens egípcios e etíopes cantando em italiano, Verdi conseguiu superar em popularidade todos os demais exemplares da grand opera, gênero tipicamente francês.

O caminho até que Verdi se decidisse pela criação da obra encomendada, porém, não foi fácil. Após recusas iniciais, ele acabou procurado pelo libretista Camille Du Locle, que havia recebido a sinopse por meio de um emissário do reino egípcio. Dois argumentos pesaram em sua decisão: o fato de o texto ter como um de seus autores o próprio quediva (uma informação que depois se revelaria falsa, pois tinha apenas o intuito de estimulá-lo a aceitar o pedido) e pagamento de 150 mil francos de ouro. Assim, finalmente, em junho de 1870, Du Locle escreveu a primeira versão do libreto, supervisionado por Verdi, em francês.  Em seguida, o libretista italiano Antonio Ghislanzoni fez a tradução e finalizou a obra, colocando a ação em versos.

 

Sinopse

Em Mênfis, Egito, o guerreiro Radamés é designado chefe das tropas de seu país para combater a iminente invasão etíope. Amneris, filha do faraó, ama-o, desconfiando que sua escrava, Aída, do país inimigo, seja a preferida do coração de Radamés. Esta, por sua vez, divide-se entre o amor pelo guerreiro e a fidelidade à Etiópia, liderada por seu pai, Amonasro, que prepara o contra-ataque. As reviravoltas no conflito e no triângulo amoroso se sucedem a partir de então.

 

Ficha de serviço

– Orquestra Sinfônica Municipal
– Coral Lírico Municipal
– Balé da Cidade de São Paulo

Regente – John Neschling
Direção cênica – Marco Gandini
Cenografia – Italo Grassi
Figurinos – Simona Morresi
Desenho de luz – Valerio Tiberi
Coreografia – Marco Barriel

 

Elenco

Aida  – Maria Billeri (09, 13, 17, 20, 22, 25) / (11, 15, 18, 24)
Amneris  – Tuija Knihtlä (09, 13, 17, 20, 22, 25) / Laura Brioli (11, 15, 18, 24)
Amonasro  – Anthony MichaelsMoore (09, 11, 15, 18, 22, 25) / Rodrigo Esteves (13, 17, 20, 24)
Radamés  –  Gregory Kunde (09, 17, 20, 22, 25) / Stuart Neill (11, 13, 15, 18, 24)
Ramphis   – Luiz-Ottavio Faria (09, 11, 13, 15, 18, 20, 22, 25) / Carlos Eduardo Marcos (17, 24)
Faraó  – Carlos Eduardo Marcos (09, 13, 20, 22, 25) / Lukas D’Oro (11, 15, 17, 18, 24)

 

John Neschling

Recentemente nomeado Diretor Artístico do Theatro Municipal de São Paulo, John Neschling volta ao Brasil após alguns anos em que se dedicou à sua carreira na Europa, e depois de ter durante 12 anos reestruturando a OSESP, transformando-a num ícone da música sinfônica na América Latina.  Dirigiu musical e artisticamente os Teatros de São Carlos (Lisboa), St. Gallen (Suíça), Bordeaux (França), Massimo de Palermo (Itália), foi residente da Ópera de Viena (Áustria) e apresentou-se em muitas das maiores casas de ópera da Europa e dos EUA, em mais de 70 produções diferentes. Dirigiu ainda nos anos 90, os teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Como regente sinfônico tem uma longa experiência frente a grandes orquestras dos continentes americano, europeu e asiático. Suas gravações têm sido frequentemente premiadas e em breve gravará o segundo volume das obras de Respighi pelo selo BIS, com a Filarmônica Real de Liège.

Nasceu no Rio de Janeiro em 1947 e sua formação foi brasileira e europeia. Seus principais mestres foram Heitor Alimonda, Esther Scliar e Georg  Wassermann no Brasil, Hans Swarowsky em Viena e Leonard Bernstein nos EUA. É membro da Academia Brasileira de Música.

 


Balé da Cidade de São Paulo

Fundado em 1968 por Johnny Franklin, com o nome de Corpo de Baile Municipal. A companhia de dança tinha como proposta acompanhar as óperas do Theatro Municipal e se apresentar com as obras do repertório clássico.  Em 1974, sob a direção Antônio Carlos Cardoso, assumiu o perfil de dança contemporâneo, que mantém até hoje. A bailarina Iracity Cardoso, que integrou a Companhia de 1974 a 1980, assumiu a direção artística do grupo em março deste ano.

 

Coral Lírico

Criado em 1939 na administração do prefeito Prestes Maia, sob a coordenação do maestro Armando Belardi, então Diretor Artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Para sua temporada de estreia foi convidado o maestro Fidelio Finzi, que preparou as 16 óperas inaugurais. 
Oficializado em 1951, foi enriquecido pelos conhecimentos de professores e maestros da estatura de Tullio Serafim, Olivero de Frabritis, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Osvaldo Colarusso, Roberto Schnorrenberg, Marcelo Mechetti, entre tantos, que lhe propiciaram alto grau de técnica e a conquista de inúmeros prêmios.

 

Orquestra Sinfônica Municipal 

Fundada em 1939, desenvolveu um programa regular de atividades, incluindo concertos sinfônicos, apresentações de balé e temporadas líricas. Ao longo desta trajetória, já se apresentou sob a regência de maestros internacionais como Mstislav Rostropovich, Ernest Bour, Maurice Leroux, Dietfried Bernett, Kurt Masur e de brasileiros como Armando Belardi, Camargo Guarnieri, Edoardo de Guarnieri, Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky e Sergio Magnani. Também contou com compositores regendo suas obras, como Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos e Krzysztof Penderecki. Solistas de renome como Magda Tagliaferro, Guiomar Novaes, Salvatore Accardo e Rugiero Ricci, entre outros, participaram repetidas vezes de seus concertos.

 

 

Anthony Michaels-Moore

Primeiro britânico a conquistar a Competição Luciano Pavarotti (1985), desde então tem se apresentado nas principais salas de ópera do mundo, como Royal Opera House, Metropolitan Opera e Teatro alla Scala de Milão. Especialista em papéis nas óperas de Verdi e Puccini, já se apresentou sob a batuta de maestros como Sir Colin Davis, Ricardo Muti e André Previn. Sua discografia inclui Carmina Burana, Peter Grimes e Falstaff, entre outras gravações.

 

Carlos Eduardo Marcos

Presença constante nas principais casas de ópera do Brasil, tem interpretado os principais papéis de seu registro nas óperas AidaNabuccoRigoletto, La Forza Del DestinoIl GuaranyCondorLe Nozze di Figaro e Il Barbiere di Siviglia dentre outras. Já cantou sob a regência de  Isaac Karabtchevsky, Jamil Maluf, John Neschling, László Marosi, Ligia Amadio, Roberto Minczuk, Roberto Tibiriçá, Túlio Colaccioppo e Víctor Hugo Toro, entre outros.

 

Eduardo Trindade

Tenor, bacharel em canto pela UNESP, sob orientação de Martha Herr. Foi também aluno de Benito Maresca, Ricardo Ballestero e Juvenal de Moura. Participou de La Traviata Rigoletto, ambas de Verdi, no Theatro Municipal de São Paulo. Também esteve em O FeiticeiroEl Hijo Fingido e nos oratórios Lobgesang Op.52 Oratório de Natal, como solista do Coro de Câmara da UNESP. Atualmente integra o Coral Lírico do Theatro Municipal de São Paulo.

 

Gilberto Chaves

Tenor, formado por Benito Maresca, foi 2ºcolocado no Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, em 2011. Entre seus principais trabalhos estão: Così fan tutte, de Mozart, em Karlsruhe/Alemanha; Lulu, de Alban Berg, no Festival Amazonas de Ópera; e O Guarani, de Carlos Gomes, no Teatro São Pedro, em São Paulo. Foi solista da Companhia Brasileira de Ópera em O Barbeiro de Sevilha, de Rossini e hoje é solista da Cia. de Ópera Curta de São Paulo.

 

Gregory Kunde

Especialista no repertório francês e italiano, o tenor norte-americano estreou como Nadir em Les Pecheus des Perles, de Bizet, em Nice. Já se apresentou, entre outros palcos de prestígio, na Metropolitan Oper, Carneggie Hall, Théâtre du Chatelet e Théâtre du Champs Elysee, sob a batuta de maestros como Charles Dutoir, Sir Simon Rattle e Michel Plasson. Sua discografia inclui Benvenuto Cellini, de Berlioz, melhor gravação de 2005 segundo a revista Gramophone.

 

Laryssa Alvarazi

A soprano paulistana tem solidificado sua reputação na cena lírica com interpretações para Juliette (Roméo et Juliette), Norina (Don Pasquale), Adina (L’elisir d’amore), Musetta (La Bohème) e Madame Herz (Der Schaulspieldirektor), dentre outras. Bacharel em canto erudito pelo Conservatório Dramático-Musical de São Paulo, já trabalhou com maestros e diretores como Vito Clemente, Jamil Maluf, Iacov Hillel, Rosana Caramaschi, Cléber Papa e Enzo Dara. 

 

Laura Brioli

Nascida em Rimini (Itália), estreou em 1996 em Le Nozze di Figaro no Teatro Sassari, dando início a uma trajetória que já passou por palcos como o Maggio Musicale Fiorentino, Zurich Opera House e Deutsche Oper am Rhein, em Düsseldorf. Além de Amneris em Aida, tem interpretado papéis importantes como Maddalena em Rigoletto e Eboli, Dom Carlo, sob regência de maestros como Zubin Mehta, Yoram David e Alain Lombard.

 

 Luiz-Ottávio Faria

Um dos mais importantes baixos brasileiros, formou-se na Juilliard School de Nova York. Sua estreia se deu na ópera Un Ballo in Maschera, de Verdi, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Recentemente apresentou-se com grande sucesso como Marcel em Les Huguenots, no Carnegie Hall. Também cantou em palcos como o do Teatro Alla Scala de Milão (Macbeth) e Teatro Carlo Felice de Genova (Il Vespri Siciliani), entre outros.

 

Lukas d’Oro

Baixo, estreou como Sprecher em A Flauta Mágica, no Palácio das Artes de Belo Horizonte (MG). Graduado na UFMG, estudou canto, regência sinfônica e composição. Além de inúmeras montagens nacionais, participou de produções internacionais como Tosca Don Giovanni (Theatro Municipal de São Paulo) e Orfeo, de Monteverdi (Sala Cecília Meirelles). Já conquistou concursos nacionais de canto no Rio de Janeiro e em Brasília.

 

Maria Billeri

A soprano italiana nasceu em Pisa e graduou-se em canto ainda muito jovem, na “Frescobaldi” em Ferrara, tornando-se pós-graduada em música no Instituto Musical Mascagni, em Livorno. Após conquistar prêmios importantes como a Competição Internacional de Voz Luciano Pavarotti, na Filadélfia, e As.Li.Co, em Milão, estreou como Mimi em La Bohème nos teatros de Bergamo, Cremona, Brescia e Como, sob direção de Stephen Ranzani.

Logo, seu repertório passou a abranger papeis como Amelia em Simon Boccanegra,d e Verdi, Micaela emCarmen, de Bizet e Adalgisa em Norma, de Bellini. A estreia internacional aconteceu em 1998, na Ópera Estatal de Praga, como Isabel de Valois em Don Carlos, de Verdi.

Ao longo de sua trajetória consagrou-se também em interpretações para Georgetta em Il Tabarro e nos papéis-título em Tosca Norma. Em 2010, fez sucesso como a protagonista em Medea, de Luigi Cherubini e, no ano seguinte, estreou como Abigail em Nabucco, de Verdi, na Arena Di Verona, dirigida por Giancarlo De Bosio e sob a batuta de Julian Kovatchev. Suas apresentações mais recentes incluem o retorno ao Teatro Regio de Turim após 12 anos, para protagonizar outra produção de Norma, desta vez sob regência de Michele Mariotti. E sua estreia como Elvira em Ernani, na bem-sucedida produção dirigida por Antonio Pirolli.

 

Rodrigo Esteves

Vencedor por duas vezes do Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor, possui sólida reputação internacional, tendo já se apresentado em cidades como Madri, Tóquio, Monte Carlo, Mallorca, Pamplona, Cagliari e Buenos Aires, entre outras. Gravou na Espanha pela EMI e RTVE e no Brasil, pela Algol e Biscoito Fino. Tem representado papéis principais em obras como Tosca, Don CarloNabucco,RosenkavalierIl Trovatore e I Pagliacci, dentre outros.

 

Stuart Neill

Tenor norte-americano, já se apresentou em palcos como o Teatro La Fenice, Ópera Estatal de Viena, Metropolitan Opera e Teatro alla Scala, ao lado de orquestras como as Filarmônicas de Los Angeles, Nova York e Israel, entre outras. Suas gravações incluem Il Pirata, de Bellini; Oberto, de Verdi; e Persephone, de Stravinsky, com a Sinfônica de San Francisco, vencedora de três Grammys. E ainda em várias gravações do Requiem, de Verdi.

 

Valerio Tiberi

Assinou o desenho de luz de inúmeros musicais produzidos na Itália, comoFlashdanceThe Mission, Young Frankenstein, Happy Days, Cats, Cabaret, The Producers, A Chorus Line e Grease, dentre outros. Para óperas, fez trabalhos para Norma no Teatro Verdi, em Sassari,Nabucco no Teatro Massimo de Palermo e Um Ballo in Mascher no Teatro Verdi, em Salerno, dentre outros. Em 2010 pela primeira vez fez o desenho de luz do Teatro alla Scala de Milão, para o balletImmemoria, coreografado por Francesco Gizzi.

 

Tuija Knihtilä

A mezzo-soprano finlandesa estudou na Academia Sibelius e completou seus estudos em Berlim e Zurique. Foi solista da Ópera Nacional da Finlândia até 2010 e, desde então, tem se apresentado com sucesso em papeis como Venus (Tannhäuser), Amnéris (Aida), Brangäne (Tristão e Isolda) e Jocasta (Edipo Rei). No verão de 2012, atuou na première mundial de La Fenice, de Kimmo Hakola, no Festival de Ópera de Savolinna.

 

 

Italo Grassi

Cenógrafo italiano, graduou-se na Academia de Belas Artes de Bologna. Foi diretor técnico do Teatro Comunale de Bologna por 13 anos. Atualmente leciona na Universidade Bologna e trabalha como diretor técnico para o Teatro do Maggio Musicale Fiorentino. Entre seus principais trabalhos estãoL’elisir D’amore (Suntory Hall, Tóquio), Le Nozze di Figaro, regido por Zubin Mehta (Tel Aviv, Israel) eDon Pasquale (Ravenna, Itália) regido por Riccardo Muti.

 

Marco Gandini

Diretor italiano, graduado pela Universidade La Sapienza, de Roma. Foi diretor-assistente e diretor-associado de produções operísticas de Lofti Mansouri, Giuliano Montaldo, Mauro Bolgnini e Nuria Espert, dentre outros. Desde 1992, trabalha viagra cobra com Franco Zeffirelli na produção de óperas e filmes e com as principais salas de ópera italianas, como o Teatro alla Scala de Milão, a Ópera de Roma e o Teatro San Carlo, em Nápoles, além de internacionais como o Metropolitan Opera de Nova York, a Ópera de Israel e a Royal Opera House, de Londres.

Entre os principais trabalhos de sua carreira estão Cavalleria Rusticana La Vida Breve, de Manuel De Falla, na abertura do Teatro Goldoni, em Livorno; Un Ballo in Maschera no Teatro del Maggio Musicale, em Florença; a premiere de Betulia Liberata, sob regência de Ricardo Mutti em Salzburgo e no Festival Ravenna; La Bohème na Opera de Roma, com o maestro James Colon e Simon Boccanegra na Ópera Nacional da Coreia do Sul, sob a batuta de Myung-whun Chung. Também leciona técnicas de expressão no Programa Para Jovens Cantores da Academia do Teatro alla Scala, em Milão.

 

Marco Berriel

Como bailarino, integrou as companhias Ballet du XXe Siècle, de Maurice Bejárt, e a Companhia Nacional de Dança da Espanha. Estreou como coreógrafo com Jeu de Dames, no Teatro La Scala, juntamente com o próprio Béjart. Em óperas, como coreógrafo e diretor de palco, já colaborou com maestros como Riccardo Muti, Zubin Mehta e William Christie, além de diretores como Pier Luigi Pizzi, Yannis Kokkos e Giancarlo Del Monaco.

 


TEMPORADA LÍRICA 2013

A Temporada Lírica do Theatro Municipal de São Paulo é composta por seis produções a serem apresentadas pela Orquestra Sinfônica Municipal, sob direção artística do maestro John Neschling, entre os meses de agosto e dezembro.

Após a abertura com Aida, será a vez de outra das óperas mais encenadas pelos palcos do mundo, Don Giovanni, de Wolfgang A. Mozart, que será apresentada nos dias 12, 14, 15, 17, 19, 21 22 de setembro. Produção do Teatro Municipal de Santiago do Chile, terá regência de Yoram David, direção cênica de Píer Francesco Maestrini e participação do Coral Paulistano.

A terceira atração da temporada reúne as óperas Jupyra, de Francisco Braga Cavalleria Rusticana, de Pietro MascagniCom regência de Victor Hugo Toro e direção cênica de Píer Francesco Maestrini, as duas montagens poderão ser vistas no palco do Municipal nos dias 15, 17, 19, 20, 22, 24, 26 27 de outubro. Participam o Coral Lírico Municipal e a  Orquestra Sinfônica Municipal. .

Em novembro, com regência de Luiz Fernando Malheiro e direção cênica de André-Heller Lopes, é a vez de O Ouro do Reno, de Richard Wagner. As récitas ocorrem nos dias 9, 12, 14 e 16 e reúnem um elenco de grandes vozes wagnerianas, entre elas as do barítono alemão Michael Kupfer e do tenor austríaco Stefan Margita.

O encerramento da temporada acontece nos dias 10, 12, 14, 15, 17, 19, 21, 22, 26, 28 e 29 de dezembro, com La Bohème, de Giacomo Puccini. A regência será de John Neschling, com direção cênica, cenografia e desenho de luz de Arnaud Bernard. O Coral Lírico Municipal também participa destas apresentações.

 

 

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2 Comments

  1. Não. A Maria José Siri está alternando com ela.
    Datas da Maria José Siri são 09, 13, 17, 20, 22, 25 de agosto.

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