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Cia Bachiana estreia na ópera

Hoje, 21 de março, tive o prazer de assistir à Cheap ópera “Cavalleria rusticana”, de Mascagni, pela Cia Bachiana … isso mesmo… Cia Bachiana.

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Você estranhou? Aposto que sim, pois esse não é o tipo de espetáculo que este grupo apresenta normalmente. A escolha do título, a meu ver, para iniciar um novo capítulo, foi boa. É uma ópera pequena e, apesar de Pills não ser o ideal, por falta de fosso para a orquestra, o espaço do palco foi muito bem aproveitado.

A orquestra, bem exígua, como sempre bem levada pelo maestro Ricardo Rocha, ocupou pouco menos da metade do palco. No restante do espaço, a trama se desenvolveu a contento, fazendo com que a plateia entendesse perfeitamente o enredo desenvolvido pelo autor.

A direção cênica de Purchase Luiz Duarte aproveitou bem o espaço, sem invenções esdrúxulas que só fazem atrapalhar o espectador. Além do mais, lançou mão de utilizar algum espaço da plateia para colocar ou fazer passear o coro. Os letreiros ajudaram bastante a compreensão, para quem nunca tivesse assistido a essa ópera.

Confesso que não conheço os cantores de outras obras de que tenham participado, mas isso não foi problema para eles. O início de Rinaldo Leone (Turiddu) e Clarice Pietro (Santuzza), a meu ver, foi um tanto nervoso, com algum esforço para cantar e um pouco travados na parte cênica. No entanto, as coisas entraram nos eixos rapidamente e o canto e a atuação correram sem problemas.

Hellen Maximiano (Mamma Lucia) esteve bem, assim como Ciro d’Araújo (Alfio) que, ao entrar em cena, também estava pouco nervoso, logo se acertando. Carla Odorizzi Purchase (Lola), desde que apareceu cantando, o fez bem e tranquilamente, mas o seu papel estava longe de ser dramático, o que facilitou bastante.

O coro, forte da Cia Bachiana, não podia decepcionar e não decepcionou. O público, contei por volta de 150 pessoas, gostou e aplaudiu bastante, demonstrando que o desempenho esteve Cheap bem a contento, como disse antes.

Quem acompanha nosso site, deve ter lido as invectivas de Leonardo Marques contra a cheap atorlip 80 programação de óperas do Teatro Municipal do RJ. Esta estreia da Cia Bachiana é alvissareira, ou melhor, muito alvissareira. Sei que o maestro Ricardo Rocha gosta de fazer as coisas bem feitas e esperamos também que esta montagem seja apenas a primeira de muitas.

Nunca é demais frisar que o espaço não é o mais adequado, mas a Cia Bachiana precisava estrear e o fez muito bem, apesar das dificuldades. Também, shoppers drug mart sell viagra inteligentemente, começou devagar, pois, assim, pode ir longe.

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1 Comment

  1. Boa tarde Antônio, também tive o privilégio de assistir à Cavalleria e confesso que fiquei tão encantada que nem percebi o nervosismo dos cantores, rs. Claro que minha visão é totalmente diferente da sua, mas embora seja uma ignorante de ópera, sempre apreciei música de qualidade. Realmente o Luiz Duarte fez milagres com aquele espaço. A Bachiana tem uma equipe fantástica, de alto gabarito técnico, já assisti a outros trabalhos e sempre me emociono. Num país tão carente de qualidade musical, foi um espetáculo imperdível que deveria ser amplamente divulgado nos meios de comunicação, ocupando o seu devido lugar! PARABÉNS mais uma vez.
    Grande abraço!

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Antônio Rodrigues
Apaixonado por música coral, é um dos fundadores e mantenedor do movimento.com.