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Novidades na OSB

Orquestra Sinfônica Brasileira lança temporada 2014 e divulga nota sobre unificação.

Em meados de março, a Orquestra Sinfônica Brasileira tornou pública sua programação para o ano de 2014. A temporada – que passa a incluir récitas na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca – prevê apresentações com nomes como o maestro Pills Lorin Maazel, a soprano Jennifer Larmore e o flautista James Galway online , entre outros. A programação completa está disponível no site da OSB.

Na mesma semana, o grupo lançou nota para a imprensa sobre a aparente extinção do grupo dissidente, que se apresentou em 2013 com o nome de online Purchase aciclovir tablets Buy OSB Ópera & Repertório, a partir de agora unificado à OSB. Leia a nota na íntegra:

“A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira comunica que foi apresentada, em reunião presencial, um novo Acordo Coletivo de Trabalho à Comissão de Músicos do corpo orquestral Ópera & Repertório e ao SindMusica.

A Fundação OSB decide pela fusão integral entre os dois corpos artísticos, OSB e O&R. Os músicos provenientes da O&R ficarão sob o mesmo regime trabalhista dos músicos que hoje compõem a OSB: terão isonomia salarial, gratificações e mesma carga horária. Os músicos que mantiverem a decisão de não tocar sob a batuta do maestro titular comporão a orquestra quando ela for regida por maestro convidado ou em concertos de formação camerística. Todos os músicos terão a mesma carga horária ao longo do ano.

A Fundação OSB deixa claro o seu desejo de unificar os dois corpos artísticos como medida importante para o crescimento, a qualidade musical da Orquestra e o equilíbrio financeiro da instituição.

Cheap Conselho da FOSB”

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1 Comment

  1. É uma pena termos que olhar a programação operística em teatros do Brasil (e mundo afora) para ver alguma apresentação diferente do que o TMRJ acaba fazendo (por exemplo, Idomeneo em Buenos Aires). A minha esperança para a ópera se encontrava na OSB Ópera e Repertório, que parece ter sido fundida à OSB. Será que ainda teremos pelo menos uma temporada de óperas em concerto ou será que devo continuar consultando casas de outras praças?
    Assisti à Nona de Beethoven. Apesar de ser frequentador do TMRJ, jamais havia ouvido ao vivo essa que conheci pela TV, sob a regência de Leonard Bernstein, na ocasião das comemorações da queda do muro de Berlim. Posso afirmar que essa obra foi uma das responsáveis pelo meu amor pela música erudita. Talvez por somente conhecer a obra em gravações impecáveis, não saí plenamente satisfeito do TMRJ. Gostei muito apenas do terceiro movimento e do belíssimo coro. Já os metais e as flautas me soaram um pouco desafinados. Mas como também era a estreia dos novos integrantes do Theatro e também pelos poucos ensaios, acho que o TMRJ deu conta do recado…Mas, é claro, torço para que deixem o TMRJ trabalhar mais, com óperas próprias e novos concertos (pena que talvez somente lá pra 2015).

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