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Obra de Dvorak em primeira audição no Brasil

Será a primeira audição no Brasil do Concerto em Lá Maior para violoncelo e orquestra.


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SERVIÇO

 

Buy Salão Leopoldo Miguez da Escola de Música da UFRJ
Rua do Passeio, 98 – Lapa
Tel.: 2240-1391/ 2532-4649
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Dia 27 de março, às 19h.

Entrada Franca

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Uma obra pouco conhecida mesmo nos grandes centros musicais do mundo vai ser apresentada pela primeira vez no Brasil. Trata-se do Concerto em Lá Maior para violoncelo e orquestra, de Dvorak order atorlip 10 , Pills composto em 1865 quando o compositor, então em início de carreira, tinha vinte anos de idade. Foi escrita originalmente apenas com acompanhamento de piano e dedicada e entregue ao jovem violoncelista Ludevit Peer que, na época era colega de Dvorak na Orquestra do Teatro Provisional de Praga.

Como Peer logo depois deixou Praga para seguir sua carreira de músico em várias orquestras europeias, a obra ficou desaparecida durante muitos anos, tendo sido encontrada apenas em 1919. Dez anos depois, por solicitação dos editores Breitkopf & Hartel, foi orquestrada e reorganizada pelo compositor e maestro alemão Günther Raphael. É curioso destacar o fato de que depois de ter atingido fama mundial, Dvorak queimou todas as obras deste seu período de juventude que estavam em seu poder e que este concerto só não teve o mesmo destino por não estar ao alcance do compositor. Atualmente o manuscrito original encontra-se na British Library em Londres.

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ORSEM – Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, dirigida pelo Maestro Ernani Aguiar.

Alberto Nepomuceno
Série brasileira

Guerra-Peixe
Ponteado

Dvorak
Concerto em Lá Maior para violoncelo e orquestra
– Solista: violoncelista Jorge Armando Nunes

 

Jorge Armando Nunes

Atualmente Doutorando pela Universidade de Campinas, é natural de Porto Alegre, RS. Iniciou seus estudos de violoncelo no Instituto Villa-Lobos com Iberê Gomes Grosso tendo posteriormente se graduado em violoncelo pela Universidade de Brasília, sob a orientação de Antônio Guerra Vicente e se tornado Mestre pela Escola de Música da UFRJ na turma do Professor Eugen Ranevsky.

Possui em seu curriculum diversas atividades como violoncelista, regente, compositor e arranjador, realizadas no país e no exterior. Durante dez anos foi professor do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás onde foi um dos fundadores da Orquestra de Câmara e do Trio da UFGO.

Como docente da E.M/UFRJ desde 1989, vem desempenhando, significativas atividades na área da Música de Câmara e Canto Coral através da coordenação e realização de eventos musicais. Também tem atuado como diretor de espetáculos como no ciclo “Uma visão temática do Lied” realizado em série de seis apresentações em 2007 no CCBB de São Paulo e no evento “A música na Côrte de D. João VI” apresentado no Consulado de Portugal no ano de 2008 por ocasião do bicentenário da chegada da comitiva real portuguesa ao Rio de Janeiro.

Desde 1977 vem sendo orientado em seus estudos de instrumento pelo violoncelista Peter Dauelsberg.

 

Ernani Aguiar

(Cidadão Ouropretano – MG -1950) é atualmente, um dos musicistas de maior atividade no País, como compositor, regente, pesquisador e professor. Seus principais estudos de aperfeiçoamento foram realizados em Bologna, com Franco Ferrara, e depois em Ravenna, com Adone Zecchi e Giuseppe Montanari, quando, nos três cursos de verão de que participou foi um dos alunos selecionados para regerem no concerto final. Estudou ainda com Sergiu Celibidache em Munique (Alemanha). Atuou até 1990 como violinista e violista concertista e camerista, sempre ao lado de sua carreira de compositor e regente.

É autor de obras para coral, voz, orquestra e toda uma variada gama instrumental, destacando-se a ópera “O menino maluquinho” sobre libreto de Ziraldo e Gessy de Salles,  e as Cantatas de Natal e de Páscoa tendo seu Catálogo de Obras sido editado pela Academia Brasileira de Música em 2005. Suas composições estão registradas em sete dezenas de CDs, gravados em sete países

É um dos regentes brasileiros mais atuantes e mais dedicados à música brasileira, já tendo realizado estreias de obras de mais de uma centena de compositores brasileiros de todas as épocas. Já dirigiu cinquenta e seis orquestras permanentes e trinta e oito eventuais, bem como quarenta e sete corais permanentes e vinte e seis eventuais.

É professor de regência orquestral da Escola de Música da UFRJ desde 1992. Foi professor de regência orquestral da Uni-Rio de 1987 a 2001. Ministra cursos de regência em festivais e cursos de férias no Brasil e no também no exterior. Foi eleito membro titular da Academia Brasileira de Música, sodalício máximo da arte musical no Brasil, em 1993 onde ocupa a Cadeira Nº 4 cujo patrono é o compositor mineiro Lobo de Mesquita.

 

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