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OSB de volta ao Municipal do RJ

SinfA?nica Brasileira apresenta Schumann, Brahms e faz estreia mundial de obra brasileira.

 

No dia 29 de outubro, sA?bado, a partir das 18h, a Orquestra SinfA?nica Brasileira (OSB) estA? de volta ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O espetA?culo, pela sA�rie Ametista, sA? A� possA�vel por conta de um aporte extra do Bradesco, patrocinador do ciclo. No programa, o premiado pianista brasileiro Cristian Budu, que abriu mA?o de cachA? em apoio a OSB a�� que atravessa uma difA�cil crise financeira a��, apresenta Arabeske, de Schumann e sola, sob a regA?ncia de Lee Mills, o Concerto para piano em lA? menor, do mesmo compositor. ApA?s o intervalo, a SinfA?nica Brasileira presenteia o pA?blico com a estreia mundial de A� Noite, um Homem Sozinho Procura se Recordar, de http://kelseylaurenphoto.com/uncategorized/how-much-pristiq-is-an-overdose/ Rodrigo Cicchelli. E encerra sua volta ao Theatro com a triunfal Sinfonia n. 4 em mi menor, de Brahms.

Segundo a revista Cheap Gramophone, Budu A� “um pianista impactantemente original, com uma maturidade e introvisA?o musical de dar inveja em colegas com dobro de sua idade”. Ele ganhou dois importantes prA?mios em 2016 pelo seu primeiro A?lbum. A mesma Gramophone concedeu o EditorA?s choice, enquanto a francesa Diapason atribuiu ao CD de estreia a nota mA?xima, equivalente a cinco estrelas (5-Diapason).

O jovem pianista de Diadema (SP) traz ao pA?blico a obra Arabeske, um solo de seis minutos ao piano composto por Robert Schumann, em 1839, quando o compositor tinha apenas 29 anos. Impedido de se relacionar com sua amada Clara, Schumann se comunicava com a futura esposa atravA�s de cartas e por sua prA?pria mA?sica. E assim, Arabeske se explica. Uma obra romA?ntica, dotada de passagens que alternam a saudade melancA?lica e episA?dios declamatA?rios mais robustos. No ano seguinte, em 1840, apA?s uma fortA�ssima batalha judicial contra o sogro e ex-professor, Friedrich Wieck, Schumann finalmente consegue desposar Clara, aos 21 anos.

Schumann tambA�m A� o autor da segunda peA�a da noite. O online Concerto para piano em lA? menor foi interpretado pela primeira vez por Clara Schumann, em 1845. Em seus diA?rios, a pianista chegou a escrever que a peA�a se caracteriza pela delicadeza da forma com a qual o piano e orquestra se entrelaA�am. Que em alguns momentos a principal tarefa do pianista A� ser um acompanhante, intuitivo, alerta e sempre com a escuta aberta ao outro. E, ainda, que a obra se destaca por sua conversa A�ntima e lA?dica no primeiro movimento, caprichosamente variado e que se encerra com uma cadA?ncia generosa; o segundo movimento nos remete A� troca de confidA?ncias; enquanto o terceiro A� extraordinariamente energizante.

 

Rodrigo Cicchelli
Rodrigo Cicchelli

http://osobnipruvodce.com/2018/02/02/suhagra-cipla-price/ Estreia mundial e Brahms

Na volta do intervalo, a OSB estreia mundialmente A� Noite, um Homem Sozinho Procura se Recordar, peA�a de Rodrigo Cicchelli toda dedicada A�s cordas e parte de um ciclo de composiA�A�es centrado nesse naipe, chamado pelo compositor de MA?sica noturna. A obra, que trata da memA?ria, retrata um sujeito que busca lembrar coisas que ama em sua solidA?o noturna, mas que aparentemente estA?o esquecidas.

“Completei em julho 50 anos de idade. Quis refletir musicalmente a respeito dos exercA�cios da lembranA�a, da autoanA?lise e da introspecA�A?o, de forma a dar vazA?o a diversos sentimentos, muitas vezes contraditA?rios, e aos acertos e enganos, certezas e incertezas, avanA�os e recuos, excitaA�A�es e desvA?os de alguA�m que procura ao mesmo tempo retomar o fio da meada e olhar para frente com seguranA�a e otimismo”, conta o compositor.

Ao final do concerto, Lee Mills rege a Sinfonia n. 4 em mi menor, Op. 98, de Brahms, uma das obras mais brilhantes deste compositor, e que reflete, assim como na obra de Cicchelli, um pouco de sua prA?pria trajetA?ria, em uma catarse que nos envolve em suas angA?stias e melancolia. Brahms, aos 52 anos, jA? pensava em se aposentar, e nesta peA�a nos apresenta um sumA?rio de seus aprendizados como compositor. Um trabalho em que forma e funA�A�es estA?o balanceadas e no qual a sua tA�cnica abre novos caminhos de expressA?o, permitindo a ele manifestar, em sua mA?sica, sua percepA�A?o do mundo e do futuro que ainda estava por vir.

 

 

Cristian Budu
Cristian Budu

Cristian Budu

Brasileiro de origem romena, o jovem Budu jA? desponta como um expoente de sua geraA�A?o no circuito internacional. Dotado de um pianismo expressivo e colorido, sua veia poA�tica e forA�a de comunicaA�A?o arrebatadora o tornaram uma personalidade musical A?nica, dentro e fora dos palcos.

Desde muito jovem, alcanA�ou os primeiros lugares em diversos concursos nacionais, como o Concurso Nelson Freire e o PrelA?dio, da TV Cultura, mas foi em 2013 que Cristian entrou para a HistA?ria ao tornar-se o primeiro brasileiro a vencer o Grande PrA?mio a�� mais dois prA?mios extras, incluindo o prA?mio do pA?blico a�� do Concurso Internacional Clara Haskil, na SuA�A�a, no ano comemorativo de meio sA�culo de existA?ncia.

Cristian venceu tambA�m o Premio 2013 na Categoria Jovem Talento da revista Concerto, que o convidou como o artista mais jovem atA� hoje a gravar o CD-prA?mio do ano lanA�ado exclusivamente para seus assinantes, em 2015. Em 2016, Cristian lanA�ou seu primeiro CD solo comercial, pelo selo Claves, na Europa, que logo ganhou dois importantes prA?mios:A�Editor’s Choice order zebeta na revista inglesa Gramophone e 5-DiapasonA�na revista francesa Diapason, o que se tornou um novo grande feito a�� jA? que sempre foi considerado rarA�ssimo um mesmo CD ser laureado em ambas revistas. Este ano Cristian tambA�m gravou o Concerto n. 1 de Tchaikovsky no 2A? CD da Orquestra Jovem do Estado de SA?o Paulo (o 1A? CD foi gravado com Antonio Meneses).

 

Lee Mills online Pills

Em 2016, Lee Mills assumiu o cargo de maestro residente da Orquestra SinfA?nica Brasileira, depois de ter sido, por dois anos, seu maestro assistente. Em sua carreira, atuou como diretor musical da SinfA?nica da Universidade de Towson, em Maryland, por trA?s anos. Vencedor da bolsa da FundaA�A?o Georg Solti nos EUA, formou-se em regA?ncia orquestral em 2011, tendo como tutores Marin Alsop e Gustav Meier. Foi o fundador da Orquestra de CA?mara Divertimento em Walla Walla, Washington, e jA? esteve A� frente das sinfA?nicas de Saint Louis, Baltimore e Bozeman, dos balA�s de Moscou e Montana, e de diversos outros grupos.

 

SERVIA�O:

 

Orquestra SinfA?nica Brasileira

Cristian Budu, piano

Lee Mills, regA?ncia

 

29 de outubro, domingo, A�s 20h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro how to take cialis (PraA�a Marechal Floriano, s/n, Centro a�� Rio de Janeiro. Tels.: 21 2332a�?9191/ 2332a�?9005, a partir das 10h)

 

Ingressos: R$ 140 (balcA?o nobre), R$ 100 (plateia), R$ 60 (balcA?o superior) e R$ 20 (galeria)

 

Descontos: 50% para associados do Plano IV do Programa Nossa Orquestra Brasileira, pessoas com mais de 60 anos, estudantes, professores da rede municipal de ensino, pessoas com necessidades especiais e menores e 21 anos, mediante comprovaA�A?o; 30% para associados do Plano III do Programa Nossa Orquestra Brasileira; 20% para associados do Plano II do Programa Nossa Orquestra Brasileira, assinantes da OSB 2016, membros do Programa Travessa Leve da Livraria da Travessa, sA?cios do Clube Sou+Rio O Globo e portadores do Passaporte Cultural Carioca; e 10% para associados do Plano I do Programa Nossa Orquestra Brasileira e funcionA?rios pA?blicos federais, estaduais e municipais, mediante comprovaA�A?o

 

Capacidade: 2.237 lugares

SugestA?o etA?ria: livre

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