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“Fidelio” em Brasília

shoppers drug mart viagra Montagem inédita de ópera do mestre alemão é encenada na íntegra pela primeira vez em Brasília.

 

Brasília se consolida cada vez mais como um cenário fértil e produtivo no mundo da ópera. Desta vez, a cidade ganha de presente a montagem completa e inédita de Fidelio, a única peça do gênero composta por Ludwig van Beethoven. A ópera fica em cartaz de 26 a 30 de julho, no teatro da Escola de Música de Brasília. A regência ficará a cargo do maestro Artur Soares, que vai comandar a Orquestra e Coro da Capital Philharmonia viagra purchase , composta por mais de 60 músicos. O evento tem preços populares e dedicará uma sessão gratuita para alunos das redes pública e privada do Distrito Federal.

Considerado um expert nessa ópera, Artur tinha o sonho de reger Fidelio há 15 anos e que agora se torna realidade: “Essa montagem vai cobrir uma lacuna no repertório operístico em Brasília. Beethoven levou dez anos para finalizar essa obra e chegou a afirmar que de todos os filhos esse tinha sido o que teve o parto mais difícil e, talvez, por isso fosse o mais querido”.

Fidelio conta com a participação de convidados especiais e nomes importantes do canto lírico nacional como http://bestbooksnetwork.com/himalaya-ophthacare-price/ Lício Bruno buy doxycycline , do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo Marcos e Female Viagra buy Alan Farias Order , de São Paulo, e Marília Oliveira, de Santa Catarina. Entre os profissionais de Brasília com papel de destaque no palco estão Janette Dornellas e Érika Kallina Order , que se revezarão no papel principal de Leonora. A ópera será apresentada em sua língua original, o alemão, com projeção simultânea de legendas em português.

A direção de cena e de arte é de Hyandra Ello, que também assina a cenografia do espetáculo ao lado de Hugo Lemos, dois nomes de destaque do métier das artes cênicas e da ópera brasiliense. Para criar o cenário dessa ópera, eles foram buscar inspiração no trabalho do artista plástico holandês Maurits Cornelis Escher, que é conhecido por suas xilogravuras que exploram o infinito, metamorfoses e ilusão de ótica. Ello e Lemos estão associando à obra de Escher com uma técnica de treinamento de ator chamada viewpoints, provocando relações com a arquitetura, topografia, relação especial, forma e gesto. Fidelio terá ainda inserts de vídeo captados cinematograficamente para dar a sensação de ilusão de ótica.

Hyandra também está envolvida na concepção do figurino, trabalhando em conjunto com Camila Soares. As roupas remetem aos anos 1960 – período em que Escher ainda era vivo – e quando as mulheres ocidentais lutavam pela igualdade de direitos. O tom político também contagia a fala do diretor Hugo Lemos. Ele afirma que montar Fidelio na atual conjuntura é um ato de resistência do segmento operístico nacional. “E buy fluoxetine canada m um momento delicado para o cenário cultural nacional, com cortes e fechamentos de orquestras, casas de óperas e outros diversos corpos artísticos, essa montagem, que conta com o patrocínio do FAC (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal) é, na prática, um ato de perseverança e amor à arte, da mesma forma que é o enredo e a história da composição da ópera”, explica o diretor.

Quanto à programação da ópera, no dia 25 de julho acontece uma apresentação especial para alunos de ensino médio de escolas públicas e particulares do DF. As instituições interessadas devem enviar e-mail para contato@toibrasilia.com.br para maiores informações. Já nos dias 26, 27, 29 e 30, as sessões estão marcadas para começar sempre às 19 horas. Os ingressos estão sendo vendidos a preços populares de R$ 20, pela internet e no local nos dias de apresentação.

 

Sinopse curta

O enredo da ópera conta a história de Leonora, que em um ato de coragem e amor, se disfarça de Fidelio para entrar em uma prisão na cidade de Sevilha, e assim tentar libertar o seu esposo Florestan, nobre espanhol e herói que luta pela liberdade. Florestan foi confinado em um calabouço por seu inimigo político Pizarro, diretor da prisão, onde é condenado a morrer lentamente de fome. A ópera estreou 1805, mas não obteve o sucesso esperado, principalmente pelo momento histórico conturbado da época, com o exército napoleônico invadindo a cidade de Viena. Em 1806, Beethoven tentou novamente emplacar uma nova versão da ópera, mas de novo não obteve sucesso. Apenas oito anos depois, em 1814, a versão definitiva da ópera estreou, tornando-se uma das obras mais importantes do repertório lírico até hoje.

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Érika Kallina

Janette Dornellas

 

FICHA TÉCNICA:

Regência e direção musical: Artur Soares
Concepção do espetáculo: Hyandra Ello e Hugo Lemos
Direção Artística e de Cena: Hyandra Ello
Direção de Produção e Cenografia: Hugo Lemos
Design de Luz: James Fensterseifer
Figurino: Camila Soares

 

ELENCO:

Leonora: Érika Kallina e Janette Dornellas
Rocco: Carlos Eduardo Marcos
Don Pizarro: Lício Bruno
Florestan: Alan Faria
Marzelline: Marília Oliveira
Jaquino: Rafael Ribeiro
Don Fernando: Gustavo Rocha
Orquestra e Coro da Capital Philharmonia

 

 
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SERVIÇO:

 

“Fidelio”, de Beethoven

 

26, 27, 29 e 30 de julho, às 19h

Teatro da Escola de Música de Brasília (Quadra 602 – Módulo D, Av. L2/Sul, Brasília/DF)

 

Ingressos: R$ 20, com meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos, à venda na bilheteria e na internet

 

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