Escrito por em 22 set 2018 nas áreas Distrito Federal, Música sinfônica, Paraná, Programação, Rio de Janeiro, São Paulo

Zhejiang Symphony Orchestra faz quatro apresentações do Concerto Sinfônico para Celebrar o Festival da Lua, com entrada gratuita.

 

Para celebrar o Moonlight Over Oceans & Nations (Moon) – Concerto Sinfônico para Celebrar o Festival da Lua e o Dia Nacional da República Popular da China, comemorado em 1 de outubro, a Zhejiang Symphony Orchestra realiza turnê pelo Brasil, trazendo 60 integrantes e com espetáculos gratuitos. Sob regência do maestro Francis Kan, a série de apresentações começa em Foz do Iguaçu, no dia 23 de setembro, com apresentação na Praça da Paz. A turnê continua no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na quarta-feira, dia 26 de setembro; no Teatro Pedro Calmon, em Brasília, no dia 28 de setembro; e no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, no dia 1 de outubro.

Acompanham a Sinfônica a soprano Wang Ying, o tenor Ding Yi, o spalla He Fan e o flautista Wang Yuezhou, além dos tenores brasileiros Giovanni Tristacci e Eduardo Maldonato, e da soprano paraguaia Tahyana Perret.

No Rio de Janeiro o concerto conta também com a participação especial da Orquestra Maré do Amanhã, que toca os hinos da China e do Brasil, juntamente com os músicos chineses.

A Zhejiang Symphony Orchestra, criada em 2009, tornou-se rapidamente uma das principais expressões sinfônicas chinesas, executando obras clássicas. O conjunto, porém, também chama a atenção por incluir composições folclóricas em seus repertórios, recebidas calorosamente pelo público.

Os concertos, que antecedem as comemorações do 68º aniversário da fundação da República Popular da China, têm produção da Dell’Arte Soluções Culturais e correalização Interlúdio Eventos e Minc – Governo Federal, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura. O patrocínio é da CPFL Energia e State Grid Brazil Holding.

No programa, homenagens ao Brasil por meio de composições de Heitor Villa-Lobos (Melodia Sentimental), Antônio Carlos Gomes (Quem sabe) e Alberto Nepomuceno (Trovas, Op. 29, n. 1). E também à China, com músicas folclóricas de Zhejiang e de compositores chineses.

 

Zhejiang Symphony Orchestra

Fundada em 2009, a Zhejiang Symphony Orchestra era anteriormente conhecida como Orquestra do Teatro de Canto e Dança de Zhejiang, cuja história remonta há quase 60 anos. A Orquestra Sinfônica Independente é estruturada em três vertentes, com foco principal na criação, execução, educação e promoção.

Baseando-se na imensa bagagem cultural da província de Zhejiang, na China, a Orquestra Sinfônica de Zhejiang executa obras clássicas sinfônicas, mas não deixa de absorver os nutrientes da música folclórica.

O conjunto compôs e executou um grande número de obras sinfônicas com fortes características culturais regionais, como Shan Hai Jing, Um Sonho de Boudoir e Perdizes Voadoras, que foram amplamente apreciadas e calorosamente recebidas pelo público.

A orquestra empreendeu muitas turnês — sempre dando ênfase às peças chinesas — à Coreia do Sul, Japão, França, Suíça, Itália, Áustria, República Tcheca, Alemanha, Suécia, Bélgica, Espanha, Argélia, Brasil e outros países, tendo suas apresentações sempre saudadas pelo público.

Durante o VI Bric, em julho de 2014, a orquestra foi enviada ao Brasil pelo Ministério da Cultura, acompanhando a visita do presidente Xi Jinping, para realizar dois aplaudidos concertos em Fortaleza e Brasília. Na cúpula do G20, realizada em Hangzhou, em setembro de 2016, o desempenho da orquestra foi altamente elogiado pelos líderes de vários países.

 

Francis Kan, regência

Natural de Hong Kong, o maestro Francis Kan aprendeu música desde a infância e ela tornou-se para integral de sua vida.

Em 1993, após formar-se na Academia de Artes Cênicas de Hong Kong, prosseguiu seus estudos com bolsa integral na Guildhall School of Music de Londres. Por recomendação do maestro Sergio Commissiona, foi indicado para regente residente da Orquestra Jovem da Ásia, com a qual participou de turnês a Hong Kong, Singapura e Estados Unidos.

Em 1995, venceu o Concurso Internacional para Jovens Regentes, em Portugal e, desde então, passou a atuar como regente convidado de várias orquestras no exterior, aí incluídas a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional da Rádio Romena, Filarmônica de Bucareste e Orquestra de Câmara Silvestri, entre outras.

Além de seu trabalho com a Sinfonietta de Hong Kong, Orquestra de Câmara da Cidade de Hong Kong, e Orquestra Sinfônica Pan-Asiática, foi regente principal da Orquestra Filarmônica do Sindicato, HKUSU, desde a sua criação até 2013.

Francis Kan é, desde 2006, regente assistente da Orquestra de Macau, com a incumbência de promover a educação musical em Macau. Entre 2010 e 2012, foi também regente residente na Sinfônica de Guiyang. Mais recentemente, vem cooperando com a Orquestra do Centro Nacional de Artes Cênicas da China, Sinfônica de Shenzhen, Sinfônica de Zhejiang e Sinfônica de Harbin.

Em março de 2015, dirigiu a Sinfônica de Shenzhen na África do Sul, no quadro de uma permuta cultural. Regeu também o concerto de abertura do Ano da China no mesmo país, sendo altamente elogiado por Luo Shugang, ministro da Cultura da República Popular da China.

Em setembro de 2015, empreendeu uma turnê europeia com a Orquestra de Macau, dirigindo-a em concertos com o jovem pianista Zhang Haochen em Zurique e Budapeste. Atuou também como regente de Um sonho de fragrância, uma ópera de câmara local em três atos, composta por Lin Chenchen, no 30º Festival Internacional de Música de Macau em 2016.

Em junho de 2017, Kan apresentou-se com a Orquestra Sinfônica do Balé Nacional da China no Centro Nacional de Artes Cênicas de Pequim, em comemoração ao 20º aniversário da transferência de Hong Kong para a China.

 

He Fan, spalla

Mestre em violino pelo Conservatório de Música de Xangai e pela Escola de Música e Arte Dramática de Hamburgo, He Fan nasceu em Chengdu, onde começou a estudar violino aos quatro anos de idade. Sua bagagem inclui o prêmio de Melhor Execução de Peças Chinesas no II Concurso Nacional de Violinos Hualing Cup, em Guangzhou.

Ingressou no Instituto de Música Suplementar do Ensino Médio de Xangai com a maior pontuação. Estudou violino com Zheng ShiSheng, Zheng Qing, Wei Zhao, Ding Zhinuo, com Kolja Blacher, ex-violinista principal da Orquestra Filarmônica de Berlim, e com Christoph Schickedanz, da Escola de Música e Arte Dramática de Hamburgo.

Fan foi selecionado para assistir a masterclasses dos famosos violinistas Pinchas Zukerman e Stephen Clapp, este último, reitor da Juilliard School, que o cobriu de elogios.

Como membro do Trio de Piano FGT, conquistou o 1º Prêmio no II Concurso de Música de Câmara, na categoria Trio de Piano, realizado pelo Conservatório de Música de Xangai.

Colaborou com muitos músicos famosos enquanto integrante da Orquestra de Câmara do Conservatório de Música de Xangai, tendo participado inúmeras vezes, como músico convidado, dos ensaios e apresentações da Orquestra de Macau. Ao longo de sua estada na Alemanha, participou, com grande sucesso, dos ensaios e apresentações da Sinfônica de Hamburgo.

Em 2015, He Fan conquistou o 1º Prêmio para Conjunto de Cordas de Instrumentos Ocidentais no Concurso de Jovens Intérpretes do 1º Programa de Canção de Xin, na província de Zhejiang.

 

Wang Ying, soprano

Famosa soprano chinesa, Wang Yin é detentora de um dos três principais doutorados em execução de música vocal nacional na China.

Estudou com o famoso professor de música chinesa Ma Qiuhua. Atualmente é professora associada e pós-graduada do Departamento de Literatura Militar e Criação de Arte da Faculdade de Cultura Militar da Universidade Nacional de Defesa da China (PLA). Atua também como membro do conselho da Associação Literária e Artística de Voluntários da China e é membro da Associação de Músicos Chineses.

A voz de Wang Ying é suave e se caracteriza por um tom cheio e brilhante, abrangendo uma ampla gama. Nos últimos anos, a cantora executou belos números de bel canto chinês, música vocal nacional, canções de arte chinesas e estrangeiras e árias de ópera, com grande apelo e desempenho artístico. O entusiasmo e linda voz da soprano, além de seu belo canto e aparência, concorrem para o seu charme único, valendo-lhe os epítetos de “bela do Bel Canto” e “cotovia do quartel”.

Em 2007, quando da comemoração do 210º aniversário do nascimento de Schubert, se apresentou como convidada da prefeitura de Viena e encantou a plateia do Golden Hall com sua bela voz. Foi a primeira cantora lírica chinesa a realizar com sucesso um concerto solo na Áustria.

Na temporada de 2014/2015, estreou no Centro de Artes Cênicas Tianqiao, em Pequim, como Zijun em Tristeza (Shi Guangnan), uma versão totalmente rearranjada da primeira ópera lírica da China, e participou da turnê da obra em Shaoxing e Xangai.

Em 2017 fez o concerto de formatura Uma cotovia do quartel – Dr. Wang Ying no Conservatório de Música da China, e recebeu seu doutorado, o mais alto grau em apresentações de música vocal nacional. No mesmo ano, foi convidada para assumir o papel de Ruxi no musical A Resposta. Em maio de 2018, no Teatro Poly de Pequim, foi novamente estrela de Tristeza.

 

Ding Yi, tenor

Famoso em tudo o mundo, Ding Yi é tenor principal na Ópera de Sydney, Austrália. Ele também leciona nos cursos de graduação e pós-graduação, no Departamento de Música Vocal do Conservatório de Música da China.

Sob a orientação do famoso professor de canto Shen Xiang e de Li Jinwei, Ding é um dos artistas mais populares na cena lírica internacional nos últimos anos. Começou sua carreira como professor no Conservatório de Música Xi’an.

Somente depois tornou-se solista da Ópera Nacional da China. O cantor não tardaria a empreeder uma carreira internacional e a assumir o posto de tenor principal da Ópera de Sydney, onde foi louvado como o “melhor ator de ópera do mundo” e como um “tenor brilhante” pelo grande soprano australiano Joan Sutherland e seu marido, maestro Richard Bonynge. Além disso, o Herald Sun o destacou como “o tenor heroico típico do estilo Verdi”.

Na Ópera de Sydney, Ding foi protagonista em mais de dez obras-primas líricas, como La Traviata, Tosca, Rigoletto, Faust, Cavalleria Rusticana, Carmen e Norma, para citar apenas algumas. No Centro Nacional de Artes Cênicas, na China, interpretou Professoras na Aldeia e La Traviata; em Taiwan, assumiu o papel-título em Marco Polo. Yi tem recebido aclamação unânime, tanto no universo da ópera chinesa quanto no Ocidente.

Nos últimos anos, o tenor tem atuado na China e no exterior, sob a direção de alguns dos mais conhecidos maestros e orquestras do mundo, e participado de turnês aos mais importantes centros musicais. Obteve grande êxito na organização de uma série de apresentações grandiosas, como Os Três Tenores de Toda a China e Ding Yi convida cantores estrangeiros para cantar canções folclóricas chinesas.

Por cinco anos consecutivos, participou da Gala do Festival da Primavera, Gala do Festival Gala do Meio-Outono e de outras grandes Galas no CCTV e em transmissões televisivas cobrindo toda a China via satélite. O tenor dedicou mais de vinte anos de sua vida à educação musical vocal, ao longo dos quais muitos de seus alunos conquistaram prêmios em grandes concursos nacionais e internacionais de música vocal.

Detentor de um elevado número de premiações, Ding Yi conquistou, entre outros, o 2º lugar no VI Concurso Internacional de Ópera de Marselha e o Prêmio de Honra do I Concurso Internacional de Ópera de Shizuoka, no Japão. Conquistou ainda o Disco de Ouro da China pelo álbum Narrate (2006), da Corporação de Gravações da China.

 

Giovanni Tristacci, tenor

O tenor ítalo-brasileiro Giovanni Tristacci foi apontado pela crítica especializada como um dos novos grandes talentos da cena operística brasileira, com grande sucesso no repertório lírico de tenor.

No Brasil, foi Leandro, em Arlechino (Busoni), e Jaquino, em Fidelio (Beethoven), em 2017; Romeu, em Roméo et Juliette (Gounod), e Ernesto, em Don Pasquale (Donizetti), em 2016, sempre alcançando grande sucesso de público e crítica.

Em 2015, foi Don Gerome, em Bethrotal em um mosteiro (Prokofiev). No mesmo ano, cantou O Príncipe no relançamento de A Menina das Nuvens, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Obteve grande sucesso na produção de Rigoletto (Verdi), quando cantou o Duque (2014), e dois anos antes, Camille de Rossilion, em A Viúva Alegre, de Léhar. Em 2012/2013 cantou Tamino no Festival de Ópera de Manaus e, alguns meses depois, foi Narraboth em Salomé (R. Strauss).

Graças a uma bolsa de estudos da Fundação Carolina, estudou sob orientação de Eduard Gimenez, no Concervatorio el Liceo, em Barcelona (2009/2010). Em 2010, foi admitido no Centro de Perfeccionamento Placido Domingo, em Valência, sob a direção de Alberto Zedda.

Depois disso, foi aceito na Chapelle Musicale Reine Elizabeth (Bélgica) e estudou com José van Dam e Jocelyne Dienst (2011-2013). Bacharel em música pela Universidade do Rio de Janeiro, também estudou por cinco anos com o tenor Eduardo Álvares. Atualmente estuda com Isabel Maresca, em São Paulo.

Tristacci aparece frequentemente em programas de Symphonic e Chamber Music. Trabalhou com grandes diretores musicais no Brasil e na Europa, como Luiz Fernando Malheiro (Brasil), Alberto Zedda (Itália), Roberto Minczuck (Brasil), Theodor Guschlbauer (Áustria), Patrick Fourniller (França), John Neschling (Brasil) e Christopher Warren Green (Inglaterra), entre outros.

 

Eduardo Maldonato, tenor

Tenor lírico, iniciou seus estudos de técnica vocal em 1995 na cidade de Bauru (SP). Foi integrante de vários coros, participando de concertos em várias cidades do Brasil, e também de turnês internacionais na Argentina, Espanha e França onde, muito jovem, atuou como solista da Misa Criolla, de Ariel Ramirez.

Em Curitiba desde 2003, participou do Coro da UFPR, no qual interpretou pela primeira vez algumas árias de ópera italiana. Em 2006 participou do coro da opereta Chip and his Dog, sob direção de Denise Sartori. Em julho do mesmo ano, atuou como solista da opereta Trial by Jury durante o 26º Festival de Música de Londrina.

Em 2007 fez o seu début no Teatro Guaíra, em Curitiba, no papel de Duque em Rigoletto, de Verdi, sob a regência de Alessandro Sangiorgi. Em 2009, integrou o coro Nova Philarmonia, na turnê de Andrea Bocelli pelo Brasil.

Em 2014, após alguns anos longe dos palcos, retomou as aulas de técnica vocal sob a orientação da soprano Luciana Melamed, e desde então apresentou-se em diversos palcos de Curitiba. Em 2015, foi convidado a participar como tenor solista do Concerto de Natal da Ópera Orchestra Curytiba, no palco da Ópera de Arame.

No final de 2017 passou a integrar o coro masculino Ottava Bassa, atuando como coralista e solista. Desde o mesmo ano, integra o rol de cantores do Del Chiaro Coral e Orquestra de Curitiba, apresentando-se em casamentos e outros eventos.

 

Tahyana Perret, soprano

A cantora solista paraguaia estudou com Francisco Monges Sanchez. Atuou como soprano solista no Requiem, de Mozart, sob a direção de Luis Szaran, em Ciudad del Este; Missa a San Ignacio, de Domenico Zipoli, na visita do Papa Francisco no Palacio de los Lopez, em Asunción; na zarzuela Maria Pacuri, sob a regência de Cesar Flecha, no Teatro Municipal, Hernandarias, no Paraguai. Também tem com vasta experiência e participação em vários festivais de corais e encontros internacionais dentro e fora de seu país.

 

Wang Yuezhou, flauta

Wang Yuezhou nasceu em Zhejiang em 1984. Aos 7 anos, começou a estudar flauta com o flautista Jiang Guoji. Em 1997 ingressou na Escola Intermediária de Música, afiliada ao Conservatório de Música de Xangai, sob a orientação ao professor Daí Shuhong. Em 2004 foi selecionado pelo Departamento de Música Folclórica da mesma instituição como graduado e estudou com o flautista Zhan Yongming, instrumentista principal da flauta de bambu na orquestra nacional.

Em 2005 conquistou o prêmio de excelência de execução no II Prêmio Wenhua (o mais importante para profissionais de artes cênicas e musicais) do Ministério de Cultura da China. Em 2007 recebeu a Medalha de Ouro do I Torneio de Canção Ting de Flauta de Bambu Chinesa. Em 2008 foi Medalha de Bronze no Prêmio Wenhua do Ministério de Cultura do país.

Em junho de 2008, começou a trabalhar para a Orquestra Nacional do Teatro de Canto e Dança de Zhejiang. Em novembro do ano seguinte ingressou na Orquestra Sinfônica de Zhejiang. Nos últimos anos, foi consultor da Academia Vocacional de Arte de Zhejiang, sendo que alguns de seus alunos foram admitidos no Conservatório Central de Música e no Conservatório de Música de Xangai, com excelente pontuação.

Em 2013, foi admitido na primeira estante da orquestra nacional no Conservatório de Música de Xangai. Sob a cuidadosa orientação de Zhan Yongming, pôde concentrar-se em seus estudos de pós-graduação. Em 2014, dirigiu a primeira sessão da Sociedade de Flauta Chinesa da Associação de Músicos Chineses. Em 2016 conclui seu mestrado no Conservatório de Música de Xangai. Ainda em 2016, Wang apresentou um solo de flauta no Encontro do G20 em Hangzhou.

Wang Yuezhou executou a parte principal de flauta em vários concertos importantes com a Orquestra Jovem Nacional do Conservatório de Música de Xangai, aí incluído o Festival Internacional de Música de Primavera de Xangai, e o grande As Raízes da China.

Em 2016 participou do Concerto de Coro Sinfônico Suítes da Longa Marcha, em comemoração ao 80º aniversário da vitória do Exército Vermelho e do 95º aniversário da fundação do Partido. No ano seguinte executou a parte da flauta na Sinfonia Lu Xun, do famoso compositor Ye Xiaogang, e na Canção da Juventude na Ópera Nacional.

 

SERVIÇO:

 

Zhejiang Symphony Orchestra

Francis Kan, regência

 

23 de setembro, domingo, às 18h

Praça da Paz (Centro – Foz do Iguaçu)

 

26 de setembro, quarta-feira, às 20h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/n, Centro – Rio de Janeiro. Tel.: 21 4003-2330)

 

28 de setembro, sexta-feira, às 20h

Teatro Pedro Calmon (Quartel General do Exército – Sargento Militar Urbano – Brasília. Tel.: 61 3415-4184)

 

1 de outubro, segunda-feira, às 20h30

Teatro Sérgio Cardoso (R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista – São Paulo. Tel.: 11 3288-0136)

 

Entrada gratuita em todas as apresentações

Retirada dos ingressos a partir das 14h na bilheteria dos teatros, com limite de dois ingressos por pessoa

 

Livre para todos os públicos

 

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