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Filarmônica em Câmara

Músicos criam novos diálogos entre si

No dia 30 de abril, às 20h30, instrumentistas da Filarmônica de Minas Gerais ocupam o palco da Sala Minas Gerais em formações variadas, na série Filarmônica em Câmara. Com os concertos de câmara, a música se apresenta com possibilidades infinitas, e os músicos, que rotineiramente se reúnem no conjunto da orquestra, criam novos diálogos entre si e podem mostrar ao público, de maneira mais íntima, as potencialidades de cada instrumento. Ingressos a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

 

PROGRAMA

Schubert
Trio para violino, viola e violoncelo em Si bemol maior, D. 581
– 
Rommel Fernandes, violino
– Nathan Medina, viola
– Philip Hansen, violoncelo

Gabriela Frank
Leyendas: Um andarilho Andino
– 
Ana Zivkovic, violino
– Roberta Arruda, violino
– Mikhail Bugaev, viola
– Philip Hansen, violoncelo

Beethoven
Septeto em Mi bemol maior, op. 20
– 
Tiago Ellwanger, violino
– Mikhail Bugaev, viola
– Eduardo Swerts, violoncelo
– Marcos Lemes, contrabaixo
– Alexandre Silva, clarinete
– Andrew Huntriss, fagote
– Fábio Ogata, trompa

 

 

 

SERVIÇO

 

 

Filarmônica em Câmara

Dia 30 de abril, terça-feira, às 20h30

Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto –  (31) 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia)

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Ingressos comprados na bilheteria não têm taxa de conveniência.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12 às 20h.

Aos sábados, das 12 às 18h.

Em quintas e sextas de concerto, das 12 às 22h

Em sábados de concerto, das 12 às 21h.

Em domingos de concerto, das 9 às 13h.

 

São aceitos cartões com as bandeiras Amex, Aura, Redecard, Diners, Elo, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

 

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Criada em 2008, desde então a Filarmônica de Minas Gerais se apresenta regularmente em Belo Horizonte. Em sua sede, a Sala Minas Gerais, realiza 57 concertos de assinatura e 12 projetos especiais. Apresentações em locais abertos acontecem nas turnês estaduais e nas praças da região metropolitana da capital. Em viagens para fora do estado, a Filarmônica leva o nome de Minas ao circuito da música sinfônica. Através do seu site, oferece ao público diversos conteúdos gratuitos sobre o universo orquestral. O impacto desse projeto artístico, não só no meio cultural, mas também no comércio e na prestação de serviços, gera em torno de 5 mil oportunidades de trabalho direto e indireto a cada ano.

Sob a direção artística e regência titular do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra conta, atualmente, com 90 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central e do Norte e Oceania, selecionados por um rigoroso processo de audição. Reconhecida com diversos prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, ao encerrar seus 10 primeiros anos de história, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais recebeu a principal condecoração pública nacional da área da cultura. Trata-se da Ordem do Mérito Cultural 2018, concedida pelo Ministério da Cultura, a partir de indicações de diversos setores, a realizadores de trabalhos culturais importantes nas áreas de inclusão social, artes, audiovisual e educação. A Orquestra foi agraciada, ainda, com a Ordem de Rio Branco, insígnia diplomática brasileira cujo objetivo é distinguir aqueles cujas ações contribuam para o engrandecimento do país.

O corpo artístico Orquestra Filarmônica de Minas Gerais é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Com a finalidade de criar a nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos qualificada com os títulos de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e de Organização Social (OS), um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados.

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Governo de Minas Gerais e conta com o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

 

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