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Alessandro Sangiorgi – novo regente assistente do Municipal SP

Especialista em ópera, regente italiano trabalhará em conjunto com Roberto Minczuk

 

O Theatro Municipal de São Paulo anunciou nesta quinta-feira Alessandro Sangiorgi como novo regente assistente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSM). Natural da Itália, Alessandro iniciou seus trabalhos no Brasil em 1990, no próprio Municipal como maestro assistente e maestro residente da OSM. Atualmente é diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina/OSUEL (Londrina/PR).

No Brasil regeu também orquestras como a Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Orquestra Experimental de Repertório (corpo artístico da Fundação Theatro Municipal de São Paulo) e Sinfônica do Teatro da Paz (Belém).

Entre as orquestras internacionais em que atuou, estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor, com a qual realizou turnês no Japão. Sangiorgi também fez uma turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi.

Recentemente, Alessandro voltou ao Teatro Municipal de São Paulo com a ópera Pelleas et Melisande, de Claude Debussy, encenada em outubro de 2018. O novo regente assistente trabalhará em conjunto com o atual maestro titular da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Roberto Minczuk.

 

Alessandro Sangiorgi

Alessandro Sangiorgi

Nascido em Ferrara, Itália, formou-se em piano pelo Conservatório de Milão, e especializou-se em composição e regência. Além de Itália e Brasil, regeu em países como Bélgica, Bulgária, Croácia, Holanda, Israel, Japão, República Checa, Eslováquia, Rússia, Sérvia e Suíça.

Pelos méritos artísticos realizados no exterior foi agraciado na Itália com o título de “Cavaliere dell’Ordine della Solidarietà”. Atualmente, é diretor artístico e maestro titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina/OSUEL (Londrina/PR), regente titular da Ópera Orchestra Curytiba e da orquestra Ladies Ensemble.

No Brasil, iniciou seus trabalhos em 1990, no Theatro Municipal de São Paulo, como maestro assistente e maestro residente realizando apresentações de óperas, concertos sinfônicos e balés. De 1995 a 1998, trabalhou como principal regente convidado da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu várias apresentações de óperas e balés. Durante os anos de 2002/2010, foi regente titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Paraná (Curitiba/Paraná), executando amplo repertório sinfônico, estreias mundiais e montagens de óperas, como La Bohème, Gianni Schicchi, La serva padrona, Don Giovanni, Rigoletto, La Traviata e Carmen.

No Brasil, regeu também a Sinfônica do Estado de São Paulo, Sinfônica Brasileira, Sinfônica da USP, Sinfônica da Bahia, Experimental de Repertório, Sinfônica Municipal de Campinas, Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Petrobras Sinfônica e Camerata Antiqua de Curitiba.

Entre as orquestras internacionais em que atuou estão a Jerusalem Symphony Orchestra (Israel), a Ópera Nacional de Sofia (Bulgária), onde foi Principal Guest Conductor com a qual realizou turnês no Japão, incluindo Bunka Kaikan Hall, em Tóquio.

Realizou turnê pela Holanda e Bélgica com a ópera Nabucco, de Verdi. Também se apresentou no prestigioso Teatro da Ópera de Roma (Itália) com o balé La Sylphide, regeu a Orquestra Sinfônica de Krasnoyarsk (Rússia), foi Guest Conductor no Teatro Nacional de Bratislava (Eslováquia), regendo Cavalleria Rusticana, de Mascagni, I Pagliacci, de Leoncavallo, e Lucrezia Borgia, de Donizetti.

De 2006 a 2009, foi Chief Visiting Conductor no Teatro Nacional de Belgrado (Sérvia), regendo as óperas La Traviata, Un Ballo in Maschera, Il Trovatore, La Bohème, L’italiana in Algeri e Don Pasquale.

De 2006 a 2009, foi também Guest Conductor do Teatro Nacional da Moravia-Silesia (República Tcheca), realizando montagens de óperas e regendo temporadas com Manon Lescaut, de Puccini, I Pagliacci, de Leoncavallo, La Lupa, de Tutino, e a estreia mundial de Il Soffio delle Fate, de Filippo Zigante.

Recentemente, estreou no Theatro São Pedro (São Paulo), com a ópera Iphigenie en Tauride, de Gluck, voltou ao Theatro Municipal de São Paulo, com a ópera Pelleas et Mélisande, de Debussy, e ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a ópera Cavalleria Rusticana, de Mascagni.

 

Foto: Isabel Senatore

 

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