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OSB faz concerto com foco na música alemã

Tobias Volkmann será o regente neste terceiro concerto da Série Mundo

No terceiro concerto da Série Mundo – dia 7 de junho, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro – o foco estará na Alemanha. Obras de Brahms, Wagner e Mendelssohn compõem o programa que será executado pela Orquestra Sinfônica Brasileira, sob o comando do maestro Tobias Volkmann. A OSB conta com a Lei Rouanet e tem a NTS como mantenedora, Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora.

Com objetivo de apresentar riquezas musicais de diferentes países, a Orquestra Sinfônica Brasileira dá continuidade à Série Mundo. A Alemanha estará em evidência no terceiro concerto do ciclo que já homenageou Áustria e México. E para celebrar a música alemã, alguns dos seus mais ilustres compositores estarão no programa. Considerados ícones antagônicos do ambiente musical da Alemanha do século XIX, Brahms e Wagner estarão representados pela Abertura Trágica Op. 81 e por O Idílio de Siegfried, respectivamente. De Mendeslssohn, o público ouvirá a Sinfonia nº 5 Op. 107 – Reforma.

Não é a primeira vez que Tobias Volkmann assume o pódio da OSB. Em março de 2018, ele regeu a Ressurreição, de Mahler, em concerto que reuniu a Orquestra Sinfônica Brasileira e a OSTM, no palco do Theatro Municipal. Mas para ele, o concerto do dia 7 de junho tem gosto de estreia. “É a realização de um sonho reger a Orquestra Sinfônica Brasileira. Sobretudo em um programa que traça um panorama da música alemã e que diz tanto sobre a minha origem cultural” – revela o maestro de ascendência germânica.

Tobias Volkmann vem acumulando prêmios de regência e atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Atualmente ele ocupa a posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense.

 

PROGRAMA

Johannes Brahms
Abertura Trágica Op. 81

Richard Wagner
Idílio de Siegfried

Felix Mendelssohn
Sinfonia Nº 5, Op. 107 – Reforma
– Andante – Allegro con fuoco
– Allegro vivace
– Andante
– Chorale: Andante con moto – Allegro vivace

 

 

SERVIÇO

 

Orquestra Sinfônica Brasileira – Série Mundo – Alemanha)

 

Dia 07 de junho, sexta-feira, às 20h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/nº – Cinelândia/Centro – Rio – 2332 9191)

Ingressos:

Frisa/Camarote: R$100,00 (R$50 meia)
Plateia: R$100,00 (R$50 meia)
Balcão Nobre: R$100,00 (R$50 meia)
Balcão Superior: R$50,00 (R$25 meia)
Balcão Superior Lateral:  R$40,00 (R$20 meia)
Galeria Central: R$30,00 (R$15 meia)
Galeria Lateral: R$20,00 (R$10 meia)

(à venda na bilheteria do Municipal e no site Ingresso Rápido)

 

 

Orquestra Sinfônica Brasileira – OSB

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 78 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas sete décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e esteve à frente, maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Rouanet, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como mantenedora e a Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

 

Tobias Volkmann

Vencedor dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012, na Finlândia, e no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenção para interpretações consistentes tanto no repertório sinfônico quanto no teatro de ópera e balé. Com versatilidade e sofisticação, mostra-se à vontade em uma variedade de estilos, que se estende da interpretação historicamente informada da música do século XVIII às mais desafiadoras obras da música contemporânea, incluindo naturalmente o grande repertório romântico e a música brasileira em suas diversas vertentes.

Desde 2016 na posição de principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense, Tobias Volkmann foi maestro titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro de 2016 a 2018. Em 2015, estreou na célebre sala Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra Sinfônica da Rádio MDR.

Em poucos anos foi convidado a dirigir em concerto um grande número de orquestras europeias e sul-americanas, destacando-se entre elas a Orquestra Sinfônica Estatal de São Petersburgo, Orquestra Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, Sinfônica de Brandemburgo, Filarmônica de Pilsen, Orquestra Sinfônica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfônica do Chile, Orquestra Sinfônica do SODRE, Orquestra Sinfônica Brasileira, Filarmônica de Minas Gerais, Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da UNCuyo – Mendoza, Orquestra Clássica da Universidade de Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo. Compromissos futuros incluem a estreia com a Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela.

Sob sua direção musical a OSN gravou três CDs de música brasileira contemporânea. Sua discografia completa-se com Whisper, disco de música brasileira gravado ao vivo na Alemanha com a harpista Cristina Braga e a Sinfônica de Brandemburgo.

Dedica à música contemporânea uma atenção especial, tendo realizado mais de vinte estreias nos EUA, na Alemanha, na Rússia, na Argentina e no Brasil. Completa o amplo espectro de sua atuação artística o acompanhamento de filmes mudos, seja com trilhas originais ou contemporâneas. Sucessos de público e crítica neste campo foram Metropolis de Fritz Lang/Gottfried Huppertz, O Garoto, de Charles Chaplin e Nosferatu de Friedrich Murnau/Pierre Oser. Tobias Volkmann realizou sua formação com Ronald Zollman na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh, complementando-a com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministradas por Kurt Masur, Jorma Panula, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti.

 

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