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OSB leva série de concertos ao Teatro Riachuelo

Primeira apresentação terá valsas de Strauss e Tchaikovsky no programa

Sete concertos compõem a série que a Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao palco do Teatro Riachuelo até o fim do ano e o primeiro deles acontecerá dia 18 de junho (terça-feira), às 20h. Na ocasião, a OSB apresentará um programa composto por valsas de Johann Strauss II e Piotr Ilyich Tchaikovsky, sob a batuta do maestro Roberto Tibiriçá. A OSB conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem a NTS como mantenedora, Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora.

A obra de Johann Strauss II, considerado o “rei da valsa vienense”, estará representada por quatro peças: A abertura da opereta “O Morcego”, “Valsa do Imperador”, “Contos dos Bosques de Viena” – uma das valsas mais celebradas do século XIX, e “Vozes da Primavera”. O programa segue com mais quatro valsas, dessa vez de Tchaikovsky: Valsa das Flores (do balé “O Quebra Nozes”), “Eugene Onegin”, da ópera homônima e “Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”, dos balés idem.

De acordo com o maestro Roberto Tibiriçá, o programa de estreia da série tem o objetivo de criar uma conexão com o público. “Serão quatro valsas de estilos diferentes. Strauss com suas valsas de salão e Tchaikovsky com suas valsas de balé. Tenho certeza de que o público sairá do espetáculo cantarolando” – brinca o regente. Tibiriçá foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira em meados da década de 90. A longa relação é classificada por ele como “umbilical”. “Eu devo a minha carreira à Orquestra Sinfônica Brasileira” – revela.

 

PROGRAMA

Johann Strauss II
Abertura da opereta “O Morcego”
Valsa do Imperador
Contos dos Bosques de Viena
Voices of Spring Waltz, Op. 410

Piotr Ilyich Tchaikovsky 
Valsa das Flores (do balé “O Quebra Nozes”)
Eugene Onegin (da ópera “Eugene Onegin”)
Lago dos Cisnes (do balé “O Lago dos Cisnes”)
A Bela Adormecida (do balé “A Bela Adormecida”)

 

SERVIÇO

Orquestra Sinfônica Brasileira – Série Teatro Riachuelo

Dia 18 de junho, terça-feira, às 20h

Teatro Riachuelo (Rua do Passeio, 38/40 – Centro – Rio de Janeiro)

Ingressos:
Plateia VIP: R$ 70,00 (R$ 35,00 meia)
Plateia e Balcão Nobre: R$ 60,00 (R$ 30,00 meia)
Balcão Superior: R$ 40,00 (R$ 20,00 meia)
(à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo e no site Ingresso Rápido)

 

Orquestra Sinfônica Brasileira – OSB

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 78 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas sete décadas, a OSB revelou nomes como Nélson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e teve à frente, maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Cláudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como mantenedora e a Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

 

Roberto Tibiriçá

 

Roberto Tibiriçá – maestro

Nascido em São Paulo, Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nélson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem teve a oportunidade de trabalhar durante 18 anos, depois de ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da OSESP em duas edições seguidas.

Ocupou o cargo de Regente Assistente no Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa/Portugal) e, em 1994, tornou-se Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre 2000 e 2004, foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica e, entre 2005 e 2011, Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli (SP).

Em 2010, assumiu como Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais onde permaneceu até 2013. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e da Orquestra Sinfônica do SODRE, Montevidéu (Uruguai).

No Rio de Janeiro, foi eleito pela crítica como o Músico do Ano de 1995 e recebeu neste Estado o Prêmio “Estácio de Sá”, por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Participou do Festival Martha Argerich, em Buenos Aires, por duas vezes, a convite da própria artista, em 2001 e 2004. Já há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar.

Recebeu em 2010 e 2011 o XIII e XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico (por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli). Recebeu ainda em 2011 a Ordem do Ipiranga (a mais alta honraria do Estado de São Paulo), a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek (outorgada pelo Governo de Minas Gerais) e o Prêmio APCA (Associação dos Críticos Musicais de São Paulo) como Melhor Regente (por seu trabalho com a Sinfônica Heliópolis e com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais). Ocupa a Cadeira Nº 5 da Academia Brasileira de Música e em 11 de maio de 2018 tomou posse como Membro Honorário da Academia Nacional de Música, RJ.

 

 

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