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“Cibele Camerata” estreia no Rio

Aperte os cintos e embarque com a Cibele Camerata num maravilhoso tour pelos intensos afetos da Europa do século XVII, proporcionado pelos mais variados, influentes e célebres nomes do Barroco – agora estreando na mais prestigiosa das casas, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na sua Sala Mário Tavares.

 

Ficha técnica

Carolina Faria – meio-soprano
Gabriel Ferrante – flauta barroca
Luan Braga – violino barroco
Lucas Bracher – violoncelo barroco
Roger Lins –  violino barroco
Thiago Debossan –  cravo
Arte e programação visual – Nathália Fagundes @nathfagundees

 

PROGRAMA

Jean-Féry Rebel
Sonata número 7 em Dó menor

Jean-Philippe Rameau
Ópera Hippolite et Aricie, ária”Cruelle mère des amours”

Jean-Baptiste Lully
Ópera Atys, ária “Espoir si chère et si doux”

Arcangelo Corelli
Concerto em Ré maior, Opus 6, número 4

Georg Friedrich Händel
Ópera Siroe HWV24, ária “Ch’io mai vi possa”

Giovanni Battista Pergolesi
Concerto para Flauta em Sol maior

Benedetto Marcello
Ária “Quella fiamma che m’accende”

Philipp Telemann – Trietti
Metodici no. 3

Antonio Vivaldi
Ópera Griselda, ária “Agitata da due venti”

 

 

SERVIÇO

 

“Cibele Camerata” estreia no Rio

Dia 16 de agosto, sexta-feira, às 18h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Sala Mário Tavares (Pça. Marechal Floriano, s/no. – Centro – Rio – 2332 9191)

Garanta seu lugar online via Ingresso Rápido ou na bilheteria do Theatro.

 


Cibele Camerata

Música barroca, harmonia e afeto em tempos conturbados. Um novo conjunto acaba de estrear nos palcos cariocas: Cibele Camerata, ensemble formado por alguns dos melhores músicos do país, especializados na interpretação historicamente orientada do repertório barroco com instrumentos de época.

Inspirada no trabalho de Benoît Dratwicki, diretor artístico do Centre de Musique Baroque de Versailles, e tendo como madrinha a flautista e professora Laura Rónai, a camerata traz para os turbulentos dias de hoje a mesma busca de paz e conciliação que norteou compositores e intérpretes da época barroca nos conflitos dualistas entre o terreno e o celestial, o fugaz e o eterno, o homem e Deus, a religiosidade e o paganismo.

A arte barroca queria conquistar a admiração, convencer e valorizar as delícias da vida dentro de uma espiritualidade que buscava a eternidade. Um jogo de tensões, interrogações, incertezas e paradoxos resolvido em harmonias.

Afeto é a palavra-chave que define o diálogo musical entre a voz de Carolina Faria, a flauta de Gabriel Ferrante, os violinos de Roger Ribeiro e Luan Braga, o violoncelo de Lucas Bracher e o contínuo de Thiago Debossan. E é com afeto que a Cibele Camerata pretende cativar plateias prioritariamente jovens em suas apresentações no Rio de Janeiro e nas turnês pelo país.

 

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