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Cláudio Goldman volta ao Toriba Musical

O espetáculo é “Amor e humor através dos tempos”

 

No próximo sábado, 21 de Maio, às 19h30, Cláudio Goldman volta à Sala da Lareira do Hotel Toriba com seu espetáculo “Amor e Humor através dos Tempos”. No evento, promovido pelo programa Toriba Musical, o eclético cantor e pianista mescla diversas conhecidas canções de todos os tempos – ora em interpretações originais, ora em versões paródicas. O espetáculo vai do drama à comédia, sempre de maneira descontraída.

Entre as músicas apresentadas em versões originais estão “Insensatez”, de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes. Já as paródias escritas por Cláudio Goldman são muitas e bem divertidas. Entre elas está “O cozinheiro de Salvador”, versão para “Largo al factotum”, célebre ária de O barbeiro de Sevilha, de Rossini.

 

P R O G R A M A

Antônio Carlos Jobim / Vinícius de Moraes
Insensatez 

Heitor Villa-Lobos / Dora Vasconcelos
Melodia sentimental (da suíte A floresta do Amazonas)

Giacomo Puccini
Nessum dorma (da ópera Turandot)

Cláudio Goldman (paródias)
O cozinheiro de Salvador (versão para “Largo al factotum”, ária de O barbeiro de Sevilha, de G. Rossini)
Pô, Elise! (versão para “Für Elise”, de L. v. Beethoven)
Elas são rápidas (versão para “La donna è mobile”, ária de Rigoletto, de G. Verdi)
Mozart no Tom (versão para o 1º movimento da “Sinfonia Nº 40”, de W. A. Mozart)

 

 


S E R V I Ç O

 

Cláudio Goldman – “Amor e Humor através dos Tempos”

 

Dia 21 de setembro, sábado, às 19h30

 

Hotel Toriba – Sala da Lareira (Av. Ernesto Diederichsen 2962, Campos do Jordão – 12 3668-5000)

Ingressos: Gratuitos para hóspedes do hotel.
Para não-hóspedes, R$ 50,00 – valor que é abatido em caso de consumo nos restaurantes e bares do hotel.

 

 

Cláudio Goldman

Aos 57 anos, é cantor, pianista, versionista e produtor. Nasceu em família de músicos: pai formado em piano clássico, mãe cantora e professora de violão, avô violinista. Estudou música desde os 3 anos de idade. Começou com instrumentos de percussão, passou a tocar bateria aos 7 e, aos 12, descobriu a paixão pelo piano. Aos 18 anos, passou a estudar canto, com Helly-Anne Karam. Pouco depois deixou a Faculdade de Economia na PUC para cursar Composição e Regência na Unesp e na FAP-Arte.

Depois de fazer shows desde 1986, profissionalizou-se em 1990, deixando um emprego em banco para viver de música – gravando jingles, fazendo shows por todo o Brasil e participando de festivais. Em 1991, cantou durante oito anos no casino Estoril, Portugal. Em 1997, tornou-se Chazan (cantor litúrgico judaico) do Clube A Hebraica, permanecendo na função por nove anos. Em 2010, e novamente em 2019, apresentou-se no Festival de Inverno de Campos do Jordão.

Em 2018, lançou o CD “Versão Brasileira”, disco com 15 faixas que dialogam entre a música clássica e a música brasileira. Nele, “consegui juntar duas paixões, a música brasileira e a música erudita, num clima de total prazer e liberdade!“, diz Goldman.

 

Foto do post: Paulo Bareta

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