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Madeleine Peyroux lança álbum “Anthem” no Brasil

“Anthem” é o maior projeto até hoje de Peyroux.

 

A cantora americana Madeleine Peyroux retorna ao Brasil para divulgar “Anthem”, o mais ambicioso álbum de sua bem-sucedida trajetória musical, e também mostrar vários de seus maiores sucessos. Ela se apresenta junto com sua banda, em show único, no Palácio das Artes, no dia 20 de setembro. Com nove álbuns e 23 anos desde a sua estreia discográfica, a artista continua a desafiar os limites do jazz, aventurando-se nos campos férteis da música contemporânea com uma curiosidade contínua que a faz flertar com vários gêneros musicais de forma criativa e inspirada. Sua fusão de jazz, blues, folk, soul-funk e pop reflete uma personalidade incomum e cativante.

No programa, estão algumas das canções mais populares de seu repertório durante essas mais de duas décadas na estrada, como J’ai Deux Amours, Don’t Wait Too Long, acrescido de músicas de “Anthem”, o nono lançado por ela. Além da capital mineira,  a turnê no Brasil, produzida pela Poladian Produções, inclui shows em Porto Alegre (12/9), Curitiba (13/9), São Paulo (14/9) e Rio de Janeiro (21 e 22/9).

 

O ÁLBUM

“Anthem” surgiu de um descompromissado encontro ocorrido em agosto de 2016 e promovido pelo produtor que a ajudou a atingir o estrelato, Larry Klein, conhecido por seus trabalhos com Joni Mitchell, Herbie Hancock e Tracy Chapman, entre outros. “Ele (Larry) estava reunindo um grupo de compositores num estúdio, e como estava em Los Angeles perguntou se eu poderia participar. Aí, fomos ao estúdio do pianista Patrick Warren e ficamos lá alguns dias trocando ideias sobre músicas que eu poderia cantar. Após três ou quatro destes encontros, disse a ele: Sabe Larry, temos algumas músicas muito boas. Acho que deveríamos gravar um álbum”.

“Anthem” é o resultado do encontro com os compositores / músicos Patrick Warren (Bob Dylan, Bruce Springsteen, Lana Del Rey, The Red Hot Chili Peppers), Brian MacLeod (Leonard Cohen, Tina Turner, Ziggy Marley) e David Baerwald (Joni Mitchell, Sheryl Crow), que também são os músicos que gravaram com ela este CD, além de Larry Klein. Juntos, lançam um olhar sóbrio, poético e, às vezes, filosófico sobre o estado atual do mundo. Uma equipe que esteve “unida numa sala, refletindo sobre acontecimentos atuais e deixando que as experiências pessoais estimulassem novas ideias”. A tristeza de David Baerwald após a morte do poeta John Ashbery deu origem a uma série de pensamentos sobre figuras admiradas que fomos perdendo ao longo dos anos, o que resultou no tema “All My Heroes.

Este álbum é o maior projeto até hoje de Peyroux, com ela investindo vários meses de envolvimento prático no estúdio, explorando sons processados e edição no pós-rastreamento. A faixa-título, “Anthem”, é de autoria do saudoso cantor, compositor e escritor canadense Leonard Cohen, um dos artistas favoritos de Madeleine, que já gravou outras duas composições dele antes e sempre apresenta pelo menos uma música de autoria de Cohen em seus shows.

O álbum contém duas versões: do poema “Liberté” de Paul Eluard e do tema que dá título ao disco, “Anthem” de Leonard Cohen, sendo a terceira vez que Peyroux reinterpreta a obra deste poeta icônico. Rapidamente o tema de Cohen se tornou o “hino pessoal” de Peyroux, uma obra-prima que “uniu todas as histórias do disco”, com uma relevância incomum e uma observação do mundo acutilante.

Um tema chave do álbum é o poema “Liberté” de Paul Eluard, que cativou a atenção de Peyroux quando um familiar lhe pediu para que contribuísse com uma canção para o documentário “Sur La Pointe des Pieds”, contando a história da doença do seu filho e de como a família lidou com a sua morte. Um poema bem conhecido em França, “‘Liberté’ já estava no ar após os ataques de Paris”.

O poema surgiu quando Peyroux e Klein tentavam encontrar a música ideal para uma sequência desse documentário. Esse momento evocava questões sobre provação dos pais de “viverem com o conhecimento de que o seu filho não viverá uma vida plena” e desencadeou pensamentos sobre “as maiores questões da vida, como a mortalidade, a superação de adversidades e o lugar do ser humano no mundo”.

O poema de 21 versos foi editado de forma a se enquadrar no formato do álbum. No disco, e interpretado em francês, ‘Liberté’ começa com os versos “Nos cadernos escolares, na mesa da minha escola e nas árvores ”, para transmitir a essência da infância e do crescimento. Continua a tocar na idade adulta, na solidão romântica e nas muitas facetas da vida humana, antes de finalmente falar na doença, na morte e na recuperação.

 

Madeleine Peyroux

Quando Madeleine Peyroux começou a se apresentar nas ruas de Paris como cantora e guitarrista aos 16 anos de idade, não tinha nenhum plano definido para sua vida e jamais poderia imaginar que sua jornada extraordinária se tornaria uma das mais atraentes da indústria musical. Ela nasceu em Athens, Geórgia, no dia 19 de abril de 1974, e foi criada em Nova York e na Califórnia. Com a separação dos pais, mudou-se com a mãe para a França aos 13 anos de idade, e foi por lá que sua paixão pela música, especialmente pelo jazz, aflorou de vez.

Descoberta pelo produtor da Atlantic Records, Yves Beauvais lançou, em 1996, seu trabalho de estreia, “Dreamland”, que teve repercussão imediata ao redor do mundo. Após muita batalha, em um período durante o qual conseguiu superar diversos problemas pessoais, voltou à cena com tudo.

Careless Love” (2004), seu segundo álbum, produzido por Larry Klein, a colocou no lugar merecido, entre as novas divas do jazz moderno. Seu estilo de interpretação a levou a ser comparada com ninguém menos do que Billie Holiday, uma de suas principais influências.

A partir do terceiro álbum, “Half The Perfect World” (2006), firmou-se de vez como artista de ponta do cenário jazzístico, sempre aberta a elementos de outras sonoridades, como o folk, o soul-funk e o pop, sem, no entanto, perder sua elegante sofisticação.

 

SERVIÇO

 

Madeleine Peyroux na turnê “Anthem”

 

Em Porto Alegre

Dia 12 de setembro, quinta-feira, às 21h

Auditório Araújo Viana (Parque Farroupilha, 685 – Porto Alegre – 51 3268 6664)

 

 

Em Curitiba

Dia 13 de setembro, sexta-feira, às 20h

Teatro Guaíra (Rua XV de novembro, 971 – Centro – 41 3304 7900

 

Em São Paulo

Dia 14 de setembro, sábado, às 22h

Tom Brasil (Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro – 11 5646-2153)

Ingressos:

Camarote – R$ 360,00
Frisas – R$ 320,00
Cadeira Alta – R$ 260,00
Setor Vip – R$ 360,00
Setor 01 – R$ 320,00
Setor 02 – R$ 290,00
Setor 03 – R$ 240,00
Setor 04 – R$ 200,00

 

Em Belo Horizonte

Dia 20 de setembro, sexta-feira, às 21h

Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1537, Centro – BH)

Ingressos: De R$ 110,00 a R$ 360,00

Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/event/31545-1/d/61181

Informações: 31 3236-7400 /  www.poladian.com.br

 

No Rio de Janeiro

Dia 21 de setembro, sábado, às 20:30h
Dia 22 de setembro, domingo, às 20h

Theatro Municipal RJ (Praça Marechal Floriano, s/no. Centro – Rio – 2332 9191)

Ingressos

Plateia e balcão nobre – R$360,00
Frisas A/Camarote A – R$360,00
Frisas B/Camarote B – R$340,00
Frisas C/Camarote C – R$300,00
Balcão superior – R$280,00
Balcão superior lateral – R$240,00
Galeria Central – R$200,00
Galeria lateral – R$180,00

Censura Livre

Ingressos somente na bilheteria ou no ingressorapido.com.br

 

 

 

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